<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973</id><updated>2012-02-01T17:52:31.710-02:00</updated><category term='livros'/><category term='quadrinhos'/><category term='filmes'/><title type='text'>Alexandre Maki</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>155</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-723714316121668622</id><published>2012-01-30T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-30T09:09:52.697-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Girl With The Dragon Tattoo (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Y6Mb7iDUF4k/TyXtQGWEeWI/AAAAAAAAAsg/PlRm3zSN-i8/s1600/poster-thegirlwiththedragontattoo2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Y6Mb7iDUF4k/TyXtQGWEeWI/AAAAAAAAAsg/PlRm3zSN-i8/s1600/poster-thegirlwiththedragontattoo2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Girl With The Dragon Tattoo&lt;/i&gt; é a adaptação hollywoodiana do livro homônimo (cujo título original na verdade é &lt;i&gt;Män Som Hatar Kvinnor&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Homens Que Odeiam Mulheres&lt;/i&gt;) escrito pelo jornalista sueco Stieg Larsson. Como você provavelmente deve saber, a série &lt;i&gt;Millennium&lt;/i&gt; (da qual este é somente o primeiro livro/filme) foi publicada após a morte de Larsson que acabou não testemunhando o sucesso que seus livros alcançaram no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2009, o primeiro livro foi adaptado para o cinema sueco e em seguida suas sequências tornaram-se também filmes com versões (em formato estendido de mini-série) para a TV. Eu &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/10/critica-girl-with-dragon-tattoo-2009.html"&gt;assisti aos filmes&lt;/a&gt; em Outubro de 2010 e alguns meses depois li o primeiro livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando foi anunciado, um remake norte-americano parecia não apenas desnecessário como também uma simples tentativa de atingir os bolsos de um público estadunidense que não assiste a filmes estrangeiros legendados. Só que contrataram o renomado diretor David Fincher e este simples fato fez toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fincher é conhecido por seu apuro técnico e abordagem minuciosa e perfeccionista em todos os seus trabalhos. Fora que sua narrativa séria, dura e muitas vezes sombria mais o fato de ter dirigido filmes como &lt;i&gt;Seven&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Zodiac&lt;/i&gt; mostram que ele estava apto ao serviço. Não apenas isso: talvez fosse o cineasta mais indicado para a empreitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhido o diretor, logo foi anunciado que Daniel Craig interpretaria o protagonista Mikael Blomkvist. Mas, obviamente, a grande pergunta era: quem seria Lisbeth Salander (após o trabalho soberbo de Noomi Rapace)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticamente todas as jovens atrizes de Hollywood candidataram-se e/ou foram especuladas mas após um longo e árduo processo de escolha o papel ficou com Rooney Mara. Ela havia feito um pequeno (mas importante) papel no filme anterior de Fincher: &lt;i&gt;The Social Network&lt;/i&gt; mas muitos duvidaram se ela seria capaz de interpretar a personagem que definitivamente carrega não só este filme mas toda a trilogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser um pouco alta demais, a transformação física de Rooney Mara foi tão surpreendente que ninguém passou a duvidar de sua capacidade ou de que ela traria sua própria versão de Salander. Esta é uma personagem que imagino que seja difícil de interpretar e, principalmente, de transformá-la em alguém com quem as pessoas possam se identificar. Ela fala pouco, procura evitar contato com as pessoas e parece apresentar sintomas de síndrome de Asperger. A questão está não apenas no que ela &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; fala ou &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; demonstra mas principalmente no que ela faz, nas suas capacidades de observação, dedução e seu senso de justiça. Especialmente em relação a homens que maltratam mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este filme dá mais atenção à Lisbeth do que o livro ou o filme sueco. O que não é algo ruim pois ela claramente é a personagem mais interessante. Mas isso tira um pouco a atenção de Blomkvist (suas preocupações, suas motivações, seus problemas financeiros e judiciais). Aqui a parte investigativa acontece um pouco rápido demais. Não há tantos suspeitos, não há muitas pistas, chegam a conclusões de modo arbitrário. Nada que estrague o enredo mas é claramente percebido por quem conhece outras versões da estória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não leu o livro e não viu o filme sueco, esta talvez seja uma boa introdução ao mundo da série &lt;i&gt;Millennium&lt;/i&gt; de Stieg Larsson. Apesar deste filme em si parecer apenas uma versão longa do preview de 8 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui há spoilers em relação a este filme, à versão sueca e ao livro. Esteja avisado!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os créditos inicias de abertura (que você pode ver entre os vídeos ao final desta crítica mas que sugiro que veja ao assistir ao filme) são excelentes, ainda mais com a versão de Karen O e Trent Reznor para &lt;i&gt;Immigrant Song&lt;/i&gt; do Led Zeppelin. Mas, mais uma vez, tudo mostra que o foco é Lisbeth Salander.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmar na Suécia fez toda a diferença. Se leu o livro vai pensar &lt;i&gt;"Tudo está exatamente como imaginei"&lt;/i&gt; o tempo todo. Cada locação, cada cenário está perfeito. Só que algo estraga a ilusão de que estamos na Suécia de Larssen: atores falando em Inglês com sotaque sueco. E o pior: alguns usam sotaque enquanto outros, não. Por que filmes de Hollywood geralmente usam este artifício abominável? É ridículo e sempre beira à paródia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sotaques à parte, o elenco foi escolhido cuidadosamente. O Blomkvist de Daniel Craig é menos mulherengo, menos cafajeste e mais humilde mas transmite toda a dignidade e seriedade necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rooney Mara, como falei, traz sua própria interpretação de Lisbeth Salander mas fez um bom trabalho. Resta saber como ela vai se aprofundar e expandir a personagem nas sequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os outros atores foram bem escolhidos e parecem ter nascido para o papel apesar de não terem tanto a fazer quanto os dois principais. Os destaques ficam para Christopher Plummer como Henrik Vanger e Stellan Skarsgård como Martin Vanger. Henrik não aparece tanto quanto se espera e Martin poderia ter sido muito mais aprofundado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra que deveria ter tido mais atenção foi Robin Wright como Erika Berger. Ela praticamente só aparece para ser a "voz da razão" de Blomkvist e mesmo assim em poucas ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, esta é uma sensação geral do filme: tudo é abordado e mostrado superficialmente. Apesar de ser um pouco mais longo do que o filme sueco, este dá a impressão de passar por tudo muito rapidamente, sem aprofundar-se. Talvez tenha sentido isto porque o livro entra em detalhes minuciosos a respeito de vários personagens e também de todas as questões judiciais, políticas, econômicas e, principalmente, da investigação. Mas alguns cortes são necessários e esperados em qualquer adaptação. Mesmo assim, o filme sueco parece menos apressado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção de fotografia de Jeff Cronenweth mais uma vez é o grande destaque de um filme de David Fincher. Algo que é ainda mais importante num filme como este em que há momentos em escuridão quase completa e outros em que a brancura da neve predomina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto positivo é a trilha sonora de Trent Reznor e Atticus Ross. Todas as emoções são transmitidas e aumentadas com as músicas que a dupla criou de forma magistral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição não é tão boa quanto se espera, assim o ritmo tem um desenvolvimento um pouco estranho. Bem, talvez a culpa disto seja um roteiro um pouco truncado. Não que estrague o filme mas, mesmo assim, eu esperava algo mais profundo e envolvente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser um pouco mais comprido (6 minutos) parece que mostram muito menos nesta versão. Vários detalhes e subplots são resumidos ou simplesmente descartados. Vamos a algumas diferenças entre as adaptações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro em relação a Mikael Blomkvist:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Blomkvist não é tão mulherengo ou cafajeste quanto no livro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ele não tem um caso amoroso com Cecilia Vanger.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não somos devidamente apresentados à irmã advogada de Blomkvist: Annika Gianinni (que tem papel importante nas sequências).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Por outro lado, incluíram aqui algo do livro que não está na versão sueca: a filha de Blomkvist. São cenas breves que poderiam ter sido mais exploradas (ela tem a mesma idade de Harriet quando esta desapareceu e também é bem religiosa).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Blomkvist não vai preso pelo caso Wennerström próximo ao final do enredo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação a Lisbeth Salander:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Substituíram o subplot da mãe de Lisbeth pelo de seu tutor (o que é um erro pois sua mãe tem função importante nas sequências).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sua memória fotográfica só é mencionada de passagem e de forma indireta.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não mencionam que ela luta box (fato que é relevante nas estórias subsequentes).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sua namorada Miriam Wu é retratada apenas como um encontro casual.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Não há menção de Wasp, o codinome hacker usado por Lisbeth nem de sua notoriedade na comunidade hacker.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Plague, o amigo hacker de Lisbeth, quase não aparece e nem pode ser considerado um personagem aqui. No filme sueco (e também no livro), a amizade entre ele e Salander era importante, um dos fatos que ajudavam a humanizá-la.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à resolução:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;No filme sueco Lisbeth escolhe não salvar Martin, no filme de Fincher ela (com pistola em punho) estava pronta para matá-lo mas a explosão ocorre antes que pudesse aproximar-se do carro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;No livro e no filme sueco, Anita (que mora em Londres) acaba levando indireta e involuntariamente Blomkvist a encontrar Harriet vivendo na Austrália. Na versão de Fincher, a suposta Anita é, na verdade, Harriet (e a verdadeira Anita morreu num acidente há 20 anos) vivendo em Londres. Aqui ela não é casada nem tem filhos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;No livro e no filme sueco, Harriet revela que Martin e seu pai abusavam dela no mesmo período (e juntos, pois o pai ensinou as técnicas sádicas ao filho utilizando Harriet) enquanto no filme americano Martin começou a atacar a irmã somente após a morte do pai.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao final:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Falaram que o final desta versão está "diferente" do filme original. Sim, mas a questão é que está mais fiel ao livro. Quem reclamou é porque não leu o livro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O filme sueco termina com Lisbeth numa ilha paradisíaca. Um final "feliz" que nada tem a ver com o resto da estória. Nem com o livro que mostra exatamente a mesma coisa que a versão de Fincher.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que seja um pouco difícil alguém que interessa-se por cinema e/ou literatura não ter lido o livro ou ao menos assistido à versão sueca. Mas a adaptação de Fincher parece resumida e simplificada justamente para este público. Não parece ter dado muito certo pois o faturamento da bilheteria foi, digamos, bem modesto. Mesmo assim o estúdio já autorizou a produção da sequência (que possivelmente será filmada junto com a terceira parte). Os atores já têm contratos para uma trilogia, agora resta saber se David Fincher retornará. Duvido que o estúdio queira seguir sem ele mas ainda não há nada devidamente assinado. Aguardemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teaser:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qLb7ehdR29U" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/23brBSGBZMc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preview de 8 minutos:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/X7awaM0UmYI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Créditos iniciais de abertura (eu sugiro que veja primeiro assistindo ao filme):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/sY4f_83t_rw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre o som e a música do filme (entrevistas com Trent Reznor, Atticus Ross, Michael Semanick, Ren Klyce):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/33682539?byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charlie Rose entrevista o diretor e o elenco:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.charlierose.com/view/content/12037"&gt;http://www.charlierose.com/view/content/12037&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista (bem mais curta):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/MaydJLYBU9Y" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rooney Mara no programa de David Letterman:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4h4Tb0XFZeY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-723714316121668622?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/723714316121668622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/girl-with-dragon-tattoo-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/723714316121668622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/723714316121668622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/girl-with-dragon-tattoo-2011.html' title='The Girl With The Dragon Tattoo (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Y6Mb7iDUF4k/TyXtQGWEeWI/AAAAAAAAAsg/PlRm3zSN-i8/s72-c/poster-thegirlwiththedragontattoo2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1376709847491986550</id><published>2012-01-23T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T09:08:32.060-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Thing (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wzqPQ2kET-Y/Txlh1gnbbnI/AAAAAAAAAsM/7IqFdK23ulI/s1600/poster-thething2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-wzqPQ2kET-Y/Txlh1gnbbnI/AAAAAAAAAsM/7IqFdK23ulI/s1600/poster-thething2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O novo &lt;i&gt;The Thing&lt;/i&gt; (dirigido por Matthijs van Heijningen Jr. e escrito por Eric Heisserer) é na verdade um prequel do filme homônimo de 1982 dirigido por John Carpenter (que, por sua vez, era um remake do filme &lt;i&gt;The Thing from Another World&lt;/i&gt; de 1951 baseado no conto &lt;i&gt;Who Goes There?&lt;/i&gt; de John W. Campbell Jr. publicado em 1938).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você assistiu ao filme de 1982 sabe que ele é basicamente uma sequência, ou melhor, que é apenas a consequência de algo que aconteceu antes em outro lugar. Com isso, até faz sentido que tenham feito um prequel.&amp;nbsp;Mas se é um prequel, por que não usaram um nome diferente ou pelo menos um subtítulo? É que, apesar de tudo, este é praticamente um remake do filme de Carpenter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui são mostrados em detalhes alguns fatos que foram apenas mencionados no filme de 1982. Tudo acontece para deixar o "palco" pronto para o filme de Carpenter. Apesar disso ser um bônus para quem viu o filme clássico, acaba limitando um pouco a narrativa pois há certas coisas que precisam acontecer para que isto e aquilo estejam ali para que os personagens da outra estória encontrem tudo da maneira que estava. Em vários momentos você tem a nítida impressão de que o roteirista simplesmente teve que criar uma trama em volta destes acontecimentos pré-estabelecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, a trama em si é praticamente idêntica àquela do filme de Carpenter. Por isso não entendo por que dizer que este é um prequel sendo que na verdade é um remake. Mesmo os personagens são muito parecidos. Cada um deles parece um análogo de cada pessoa do filme anterior. A única exceção são as mulheres, claro. Mas estas não parecem servir a nenhum propósito específico a não ser &lt;i&gt;"Vamos colocar algumas mulheres já que no filme de Carpenter só havia homens"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A protagonista de Mary Elizabeth Winstead lembra muito a Ellen Ripley (Sigourney Weaver) de &lt;i&gt;Alien&lt;/i&gt;. Só que ela não tem nenhuma motivação ou mesmo personalidade definidas. É simplesmente a &lt;i&gt;"voz da razão"&lt;/i&gt;. E como logo fica claro que tudo é feito para evitar que ela morra, você não sente que ela está realmente ameaçada e não se importa. Winstead é muito bonita e talentosa mas aqui não teve muito o que fazer. Já os outros personagens são ainda mais supérfluos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme também sofre de alguns clichês do gênero horror com sustos bobos e desnecessários. Fora alguns estrondos e explosões que parecem ter volume muito alto apenas para terem mais impacto. Mas mesmo assim há alguns bons momentos de tensão mas nada que não tenha sido feito anteriormente (tanto no filme de Carpenter como em outros). Pense neste filme como uma grande homenagem a &lt;i&gt;The Thing&lt;/i&gt; (1982) e &lt;i&gt;Alien&lt;/i&gt; (1979).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro ato parecia promissor pois desvia um pouco da trama esperada com a possibilidade de expansão da mitologia da série. Mas não houve muita coisa neste sentido. Ficou apenas na promessa mesmo, uma oportunidade desperdiçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da conclusão em si ser meio ambígua (e, assim, insatisfatória) todo o resto é ajeitado perfeitamente para o próximo capítulo, ou seja, o filme de 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se assistiu ao filme de Carpenter, este servirá apenas como uma boa lembrança e é interessante ver como tentaram deixar tudo pronto e ajeitado para a "sequência".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não assistiu, veja logo em seguida deste pois assim terá a impressão de que tudo é uma estória só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/UKjErC2JLQc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1376709847491986550?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1376709847491986550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/thing-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1376709847491986550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1376709847491986550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/thing-2011.html' title='The Thing (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wzqPQ2kET-Y/Txlh1gnbbnI/AAAAAAAAAsM/7IqFdK23ulI/s72-c/poster-thething2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5239304987643491259</id><published>2012-01-16T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T09:00:09.061-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Tinker Tailor Soldier Spy (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rC-E8ku24FQ/TxMGcb9UZfI/AAAAAAAAAsA/uUrfEahGpwo/s1600/poster-tinkertailorsoldierspy.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-rC-E8ku24FQ/TxMGcb9UZfI/AAAAAAAAAsA/uUrfEahGpwo/s1600/poster-tinkertailorsoldierspy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tinker Tailor Soldier Spy&lt;/i&gt; é um filme britânico baseado no romance homônimo de John le Carré (de 1974). Esta adaptação é dirigida por Tomas Alfredson (conhecido pelo sueco &lt;i&gt;Låt Den Rätte Komma In&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Let The Right One In&lt;/i&gt;) e tem em seu elenco alguns dos melhores atores britânicos da atualidade: Gary Oldman, Colin Firth, Tom Hardy, John Hurt, Toby Jones, Mark Strong, Benedict Cumberbatch e Ciarán Hinds.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma trama de espionagem passada na época da Guerra Fria. Como retrata um mundo que já não existe mais (não do mesmo jeito) num período que parece cada vez mais distante, é praticamente um filme de época. Sem a tecnologia atual (que é onipresente) tudo é quase primitivo mas apresentado com charme e certo romantismo. A direção de arte apresenta cores pouco saturadas mas tem alguns tons quentes e esta combinação aumenta a sensação de nostalgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os próprios personagens falam de uma época que já se foi, eles estão envelhecendo num mundo cada vez mais diferente e às vezes é difícil adaptarem-se (temas que sempre são pertinentes, seja em que época for). Mas aqui a Guerra Fria é retratada num nível mais pessoal. É mais sobre amizades e traições a níveis mundanos, apenas com conotações maiores e como metáforas a disputas políticas da época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas saiba que este não é um filme de ação. A espionagem aqui tem mais a ver com paranóia, conspirações e intrigas internas. A câmera move-se praticamente o tempo todo para não deixar o espectador relaxar e para realçar a ansiedade e a tensão que crescem lentamente. Mesmo assim, o ritmo é bem vagoroso e espectadores acostumados com enlatados hollywoodianos podem acabar caindo no sono. Mas cada momento é importante, cada gesto ou atitude denota a personalidade de cada um dos participantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A performance de Gary Oldman é simplesmente incrível, porém muito sutil. Aqueles que apenas viram-no em papéis mais energéticos podem estranhar a passividade e aparente apatia de seu George Smiley mas tudo faz sentido. Smiley é, sim, passivo e está acostumado a ouvir mais do que falar e a observar mais do que agir. Mas isto tudo torna-o um espião perfeito pois estas características aliadas a uma atitude e postura física sempre equilibradas e comedidas fazem com que ele não seja notado. Ainda mais que até suas roupas (incluindos seus óculos) e aparência em geral não têm nenhuma característica memorável: ele torna-se praticamente invisível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros atores não têm tanto tempo de tela quanto esperava-se mas suas performances não são, por isso, menos louváveis. Mas, no final, tudo (elenco, roteiro, edição) parece servir mesmo como uma plataforma para a performance de Oldman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Tinker Tailor Soldier Spy&lt;/i&gt; é um filme corajoso por não fazer esforço para conformar-se às espectativas atuais (dos estúdios e do público em geral) optando por abordar seus temas em seus próprios termos. Às vezes é um pouco difícil acompanhar os detalhes e reviravoltas de uma trama complicada demais para duas horas e seu ritmo pode ser um tanto vagaroso mas ainda assim é um bom filme com performances impressionantes e qualidades o suficiente para que mereça ser visto e ganhe alguns prêmios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Aco15ScXCwA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5239304987643491259?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5239304987643491259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/tinker-tailor-soldier-spy-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5239304987643491259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5239304987643491259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/tinker-tailor-soldier-spy-2011.html' title='Tinker Tailor Soldier Spy (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rC-E8ku24FQ/TxMGcb9UZfI/AAAAAAAAAsA/uUrfEahGpwo/s72-c/poster-tinkertailorsoldierspy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7405908572752431930</id><published>2012-01-09T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-09T09:00:16.241-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Another Earth (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-F_2qxcSHuOQ/TwmKEvtQyXI/AAAAAAAAAr4/7kE6EzT52ps/s1600/poster-anotherearth.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-F_2qxcSHuOQ/TwmKEvtQyXI/AAAAAAAAAr4/7kE6EzT52ps/s1600/poster-anotherearth.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Another Earth&lt;/i&gt; é um drama de ficção científica de orçamento relativamente baixo (menos de US$200.000) lançado no Sundance Film Festival de 2011 onde venceu o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio Alfred P. Sloan. Na verdade, a ficção científica aqui é apenas uma ferramenta para abordar alguns temas de forma metafórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, este é o tipo de filme sobre o qual é melhor não saber nada antes de assistir. Até mesmo o trailer ou sinopses contém spoilers. Por isso, se você interessa-se por dramas imaginativos e especulativos ou por ficção científica mais introspectiva e filosófica, simplesmente assista ao filme sem procurar saber muito sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers! Procurarei evitá-los mas... esteja avisado.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início é um pouco difícil saber exatamente quem é a protagonista, o que ela quer e por quê. Bem, ela busca redenção (por motivos óbvios) mas isso em si não parece uma boa motivação para a trama porque a introdução mostra tudo (ela, o acidente, seu retorno ao mundo) de forma muito rápida. E deveriam, por exemplo, ter estabelecido desde o início o seu interesse por astronomia e ficção científica. Coisas que, aliás, acabam nem sendo relevantes mais à frente e poderiam ter sido melhor aproveitados na trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ritmo é um pouco lento demais principalmente no começo. A partir do segundo ato o ritmo vagaroso até é apropriado pois tudo adquire uma natureza mais reflexiva.&amp;nbsp;Aliás, este é o grande trunfo do filme: o conceito, a trama e mesmo os personagens não importam tanto. O mais relevante são as perguntas que o filme faz, ou melhor, as perguntas que o espectador acaba fazendo a si mesmo como: "Se você pudesse falar consigo mesmo, o que diria?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas metáforas são bem óbvias. A casa do músico reflete seu estado emocional: muita sujeira e abandono. O fato da protagonista arrumar e limpar o lugar é uma tentativa dela "arrumar e limpar" a vida dele. Ao mexer em tudo é como se ela estivesse explorando o subconsciente seu subconsciente. Mas esta é também uma auto-exploração, uma busca pessoal interna que faz com que ela pergunte-se e, por sua vez, faz o espectador perguntar-se: "Se pudesse falar consigo mesmo, você perdoaria-se?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo já fez algo do qual se arrepende ou, no mínimo, pensa no que poderia ter acontecido se tivesse tomado esta decisão ao invés daquela em algum momento da vida. Por isso é muito fácil identificar-se com os temas da trama e projetar nela suas próprias emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte científica é um pouco falha porque um outro planeta tão próximo ao nosso causaria um grande distúbio gravitacional, anomalias nas marés e atmosfera. Fora que se a Outra Terra é igual à nossa, haveria uma infinidade de sinais (de rádio, tv etc) vindo de lá há muito tempo e, portanto, aquela primeira conversa entre as diretoras do SETI não seria o primeiro contato. Claro que essa coisa toda sobre a Outra Terra é apenas uma ferramenta narrativa. É uma metáfora sobre as decisões que tomamos e como elas influenciam o rumo de nossas vidas. Também é a possibilidade de uma nova vida, uma vida melhor do que a que vivemos agora. Portanto, é mais conveniente relevar o aspecto científico e concentrar-se na parte dramática e filosófica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de alguns possíveis furos na trama, &lt;i&gt;Another Earth&lt;/i&gt; é um filme muito interessante pois ele não dá respostas, ele te induz a fazer as mesmas perguntas a si mesmo. E estas indagações continuarão com você durante algum tempo mesmo depois dos créditos finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é mais um filme independente que vale a pena ser conferido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/N8hEwMMDtFY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/L4scp8ISJeg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com a protagonista, co-roteirista e co-produtora Brit Marling:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BBqUwfHtTLw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Brit Marling:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/rwN0Jpxfi44" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor, co-roteirista e co-produtor Mike Cahill:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/joXgLfYBBBA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com William Mapother:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/8ZFj5EzxrmA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7405908572752431930?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7405908572752431930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/another-earth-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7405908572752431930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7405908572752431930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/another-earth-2011.html' title='Another Earth (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-F_2qxcSHuOQ/TwmKEvtQyXI/AAAAAAAAAr4/7kE6EzT52ps/s72-c/poster-anotherearth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7006073766715995874</id><published>2012-01-02T09:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T09:00:10.621-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Don't Be Afraid Of The Dark (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7C1_quR3tjA/TvdbpG_jTrI/AAAAAAAAArw/D6D84IpIZqA/s1600/poster-dontbeafraidofthedark2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-7C1_quR3tjA/TvdbpG_jTrI/AAAAAAAAArw/D6D84IpIZqA/s1600/poster-dontbeafraidofthedark2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Don't Be Afraid Of The Dark&lt;/i&gt; é um remake do filme homônimo de 1973, desta vez dirigido pelo cartunista Troy Nixey a partir de um roteiro de Matthew Robbins e Guillermo del Toro. É um filme de horror bem ingênuo e quase infantil que lida com um dos temores mais básicos: o medo do escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que o ritmo é meio lento, o primeiro ato parece durar uma eternidade e tudo progride muito vagarosamente. Até o meio do filme praticamente nada aconteceu e mesmo no terceiro ato parece que as coisas estão simplesmente começando. Talvez tenha sido pelo fato deste ser o trabalho de estréia de Nixey ou então o roteiro que não foi muito bem trabalhado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou fã de del Toro tanto quanto qualquer um e simplesmente adoro o modo como ele permeia suas histórias com muita pesquisa sobre mitologia e folclore. Mas as criaturas deste filme lembram muito as fadas-dos-dentes de &lt;i&gt;Hellboy 2&lt;/i&gt;. Se não na aparência, pelo menos no conceito. A diferença é que estas estão um pouco mais próximas da crença popular, ou seja, elas comem dentes que pegam debaixo de travesseiros e deixam moedas no lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não espere algo tão profundo ou tocante quanto &lt;i&gt;El Laberinto Del Fauno&lt;/i&gt; (Pan's Labyrinth). Apesar de algumas similaridades (criaturas míticas perigosas, uma grande e antiga casa cheia de segredos, dramas familiares, uma garota que vive aventuras fantásticas que parecem refletir metaforicamente suas dificuldades mundanas e emocionais etc) são filmes e histórias bem diferentes. Os temas aqui poderiam ter sido melhor explorados, assim como os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os atores não estão muito bem. Não que sejam todos atores ruins, apenas não apresentam um trabalho muito convincente aqui. Mais uma vez, não sei o quanto disso pode ser atribuído à direção ou ao roteiro. Mas, sendo assim, nenhum deles chega a cativar o espectador e deste modo o filme parece ainda mais longo e sem propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos técnicos também não trazem nada que seja memorável. Na verdade, para um filme com tanta cenas escuras, a direção de fotografia deveria ter sido muito melhor. Perto do final tudo vira um festival da lanterna doida e talvez possa até causar problemas para pessoas com fotossensibilidade. Não sou médico e nem sofro deste mal mas mesmo eu não senti-me muito bem com tudo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quer ver um filme de horror morno, inofensivo, com técnicas de exposição ridículas e trama inverossímil e cheia de furos, fique longe de &lt;i&gt;Don't Be Afraid Of The Dark&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/S0eabwL1Sxg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7006073766715995874?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7006073766715995874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/dont-be-afraid-of-dark-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7006073766715995874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7006073766715995874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2012/01/dont-be-afraid-of-dark-2011.html' title='Don&apos;t Be Afraid Of The Dark (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7C1_quR3tjA/TvdbpG_jTrI/AAAAAAAAArw/D6D84IpIZqA/s72-c/poster-dontbeafraidofthedark2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-693991935439443879</id><published>2011-12-26T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-26T09:00:00.946-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Albert Nobbs (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZuS7vjd8T7k/TvJne5VEpzI/AAAAAAAAArk/WKpq2UNXApM/s1600/poster-albertnobbs.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZuS7vjd8T7k/TvJne5VEpzI/AAAAAAAAArk/WKpq2UNXApM/s1600/poster-albertnobbs.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Albert Nobbs&lt;/i&gt; será (ou já é) conhecido como o filme em que Glenn Close passa-se por homem. E, na verdade, não há muito além disso mesmo. Desde que ela interpretou o papel no teatro em 1982 vem tentando produzir uma versão cinematográfica. Além disso, ela também co-escreveu o roteiro desta adaptação do conto &lt;i&gt;"The Singular Life of Albert Nobbs"&lt;/i&gt; de George Moore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero desmerecer o trabalho do outro co-roteirista John Banville ou do diretor Rodrigo García (filho do escritor colombiano Gabriel García Márquez) mas acho que a influência de Close sobre toda a produção deve ter sido um pouco pesada demais. O roteiro não tem uma boa estrutura, nem bom ritmo e várias vezes o protagonista precisa falar sozinho para deixar claro o que está pensando. Aliás, ele tem um objetivo muito claro e concreto mas nenhuma motivação. Sem saber por que ele quer aquilo, não nos importamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema de disfarces e vidas secretas poderia ter sido melhor explorado. Também não há muita coisa sobre a vida e os costumes da Irlanda do século XIX. Mesmos os personagens não vão muito além de suas descrições, vez ou outra apenas falando sobre seus anseios ou seu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com personagens relativamente superficiais, todos os atores (mesmo os ruins) estão adequados em seus papéis. A impressão que dá é que este é um filme mais para os atores do que para os espectadores. O elenco provavelmente teve que pesquisar bastante, ensaiar detalhes, aprender a falar, vestir-se e portar-se como à época e também desenvolver o passado de seus personagens. Mas pouco disso transparece na tela. Na maior parte do tempo você sente-se do lado de fora, um estranho que não conhece realmente os personagens (quem são, o que querem e por que querem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se for assistir a este filme, que seja pela interpretação de Glenn Close (que obviamente é o chamariz) e de Janet McTeer que acaba sendo ofuscada pela colega mais famosa mas que merece todo reconhecimento pelo bom trabalho nesta produção. O resto do elenco nem precisaria estar lá. Aliás, teria sido um filme mais interessante se somente as duas interpretassem todos os personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que faz o filme parecer uma comédia romântica):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/P-BF1YE9BEM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-693991935439443879?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/693991935439443879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/albert-nobbs-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/693991935439443879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/693991935439443879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/albert-nobbs-2011.html' title='Albert Nobbs (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZuS7vjd8T7k/TvJne5VEpzI/AAAAAAAAArk/WKpq2UNXApM/s72-c/poster-albertnobbs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6317962833279550208</id><published>2011-12-19T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-19T09:00:00.129-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Contagion (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-u7gDzDuEK7Q/Tu53yCTulVI/AAAAAAAAArY/AyJeNrvQP0s/s1600/poster-contagion.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-u7gDzDuEK7Q/Tu53yCTulVI/AAAAAAAAArY/AyJeNrvQP0s/s1600/poster-contagion.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Contagion&lt;/i&gt; é basicamente um filme de horror para hipocondríacos e misofóbicos. Se você pertence a um ou outro grupo, não assista. Sério, seu nível de paranóia e ansiedade chegará ao ponto em que você nunca mais será capaz de sair de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama trata de um vírus até então desconhecido que mata rapidamente. Apesar de ser uma doença fictícia, tudo é tratado e retratado da maneira mais realista possível. As cores não muito saturadas e a iluminação que parece ser feita toda com lâmpadas fluorescentes no teto (mesmo nas cenas externas) são ferramentas essenciais deste realismo. A fotografia, edição e trilha sonora podem também parecem meio "frios" mas são muito bons e seguem a mesma tendência e temática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muita dramaticidade, tudo é mostrado de uma maneira quase clínica ou didática. O foco principal é mostrar a evolução desta epidemia e o seu impacto social. Mas tudo visto de longe, mais do ponto-de-vista daqueles que tentam controlar ou achar uma cura do que da pessoa comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas talvez isto seja bom. Esta "frieza" na verdade revela uma aproximação mais empírica e científica que vai de acordo com o ponto-de-vista escolhido. Se fosse uma história de uma família que luta para manter-se unida em meio a uma tragédia teria sido apenas mais do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco é impressionante, Soderbergh conseguiu juntar um time e tanto que não vou mencionar aqui pois é mais divertido identificar um a um à medida em que surgem na tela (apesar da maioria aparecer no trailer e no cartaz). Escolher bons atores ou rostos conhecidos mesmo para papéis relativamente pequenos ajudou a aumentar o impacto de muitas cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas talvez o fato mais interessante do filme seja o modo como trata uma epidemia em especial: o pânico. Ele espalha tanto quanto ou até mais rápido do que um vírus pois seu contato não precisa ser físico. A ignorância ou simplesmente o medo são seus principais agentes transmissores. Um dos principais sintomas é o egoismo (o que também pode ser chamado de instinto de autopreservação) e os erros decorrentes disso. E o filme nos mostra que não há cura definitiva para este mal, apenas remédios temporários que diminuem seus sintomas até um novo ataque pois a tendência ao pânico faz parte da natureza humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Contagion&lt;/i&gt; não é exatamente um bom filme mas é um interessante exercício especulativo sobre o que aconteceria numa eventual situação semelhante. E também serve para lembrar-nos do quanto estamos expostos (aos vírus e ao pânico) no cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com tremendos spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/bdzWcrXVtwg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6317962833279550208?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6317962833279550208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/contagion-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6317962833279550208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6317962833279550208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/contagion-2011.html' title='Contagion (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-u7gDzDuEK7Q/Tu53yCTulVI/AAAAAAAAArY/AyJeNrvQP0s/s72-c/poster-contagion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5672155919435972154</id><published>2011-12-12T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T13:07:20.121-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Debt (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wQUlgCv8g5M/TuSigTOpeDI/AAAAAAAAAq4/7unHUCeNHus/s1600/poster-thedebt.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-wQUlgCv8g5M/TuSigTOpeDI/AAAAAAAAAq4/7unHUCeNHus/s1600/poster-thedebt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Debt&lt;/i&gt; é um remake hollywoodiano do filme israelense &lt;i&gt;HaHov&lt;/i&gt; de 2007 que também chamou-se &lt;i&gt;The Debt&lt;/i&gt; internacionalmente. A trama é basicamente a mesma: uma missão de agentes do Mossad na Alemanha Oriental em 1966 e as suas consequências no futuro (em 1997). Não vou comentar mais detalhadamente pois seria spoiler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro escrito por Matthew Vaughn, Jane Goldman e Peter Straughan é bem interessante. No início parece haver algumas falhas como alguns fatos futuros sendo mostrados antes daquilo que aconteceu no passado. Parece que faltou uma melhor estrutura e que isso é apenas spoiler sem propósito mas logo fica claro que tudo foi feito intencionalmente para despistar e surpreender o espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta estrutura de revelar as coisas aos poucos indo para o passado e para o presente alternadamente lembra um romance e com isso o filme até parece uma adaptação de livro. Mas não é algo ruim pois é uma boa ferramenta para explorar a fundo os personagens e as relações entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois elencos (do passado e do presente) são muito bons e juntos contribuem para a construção de toda a complexidade emocional dos protagonistas. Bem, na verdade Rachel é a protagonista mas os outros dois personagens acabam ganhando tanto destaque quanto ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado, Jessica Chastain mostra a vulnerabilidade mas também a determinação e coragem de Rachel. Sam Worthington interpreta um David solitário, com receio de realmente aproximar-se de qualquer um. Marton Csokas revela Stefan com toda a ganância que será elemento-chave para a decisão que afetará a vida de todos no futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O triângulo amoroso que logo forma-se entre eles é a verdadeira estória do filme. Por que um ama mas o outro não corresponde e por que o terceiro envolve-se e... bem... é realmente um pouco complexo. Ainda bem, pois simplificar algo que realmente é complicado teria sido um erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no presente, Helen Mirren mostra Rachel profundamente afetada pelos acontencimentos do passado. Ela até traz no rosto uma marca metafórica disso em forma de uma cicatriz. Ciarán Hinds como David é assombrado pela decisão de um breve mas decisivo momento (mas poderia ter aparecido mais). Tom Wilkinson revela Stefan como a encarnação da ganância e foi realmente a escolha perfeita para o papel. Aliás, todos (no passado e no presente) estão muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro elemento dessa equação dramática é o doutor Dieter Vogel (interpretado por Jesper Christensen). O médico nazista aqui tem o papel de Diabo no sentido de que ele é a encarnação da tentação e das fraquezas emocionais dos personagens. Mesmo aprisionado fisicamente, ele manipula e "tortura" cada um de seus captores e vira-os uns contra os outros até que cometam erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas reviravoltas mas são inteligentes e ajudam a trama num nível dramático. Não são truques baratos. Tudo é usado para fazer reflexões sobre decisões do passado: será que eles tomaram as decisões certas (a nível da missão e a nível emocional)? O que aconteceria se tivessem tomado decisões diferentes? São perguntas que cada um de nós podemos fazer (e fazemos) a nós mesmos a respeito de nossas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E são esta empatia e complexidade emocional as principais atrações deste que do contrário seria apenas mais um filme de espionagem. &lt;i&gt;The Debt&lt;/i&gt; não foi muito comentado nem divulgado mas por estas características e pelo bom elenco vale muito a pena vê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RFp28r9sqUw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette (que infelizmente inclui todas as cenas do trailer e vários spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ivRwrRlhPXo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre o triângulo amoroso:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Wfmh_M0re8A" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre Rachel mas principalmente sobre Helen Mirren:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TaxhLFJOkk0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Helen Mirren:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qXrOVSNMU9E" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Helen Mirren:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/fVG0X4yTZpQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma entrevista com Helen Mirren:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-_mfAGHPQt4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Jessica Chastain:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/Ld_-k6g8Xjw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Jessica Chastain:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ELkIcLefhs4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma entrevista com Jessica Chastain:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4HBH_IthWhI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5672155919435972154?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5672155919435972154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/debt-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5672155919435972154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5672155919435972154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/debt-2011.html' title='The Debt (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wQUlgCv8g5M/TuSigTOpeDI/AAAAAAAAAq4/7unHUCeNHus/s72-c/poster-thedebt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2138700713798361793</id><published>2011-12-05T11:15:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T11:15:00.141-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Help (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-jJ2Or2UPziE/TtjPWgf5EII/AAAAAAAAAqw/3lvvMXVSBPs/s1600/poster-thehelp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-jJ2Or2UPziE/TtjPWgf5EII/AAAAAAAAAqw/3lvvMXVSBPs/s1600/poster-thehelp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Help&lt;/i&gt; é a adaptação do romance homônimo de Kathryn Stockett.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do trailer tentar vender este filme como uma comédia, ele na verdade é um drama que lida com a segregação nos anos 60 nos EUA, mais especificamente no que diz respeito às empregadas domésticas afro-descendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser um bestseller absoluto, não li o livro porque não acredito que ele faça o meu gênero. Mas é curioso o fato dele ter sido escrito em primeira pessoa com três perspectivas que tornaram-se as três personagens principais do filme. A adaptação parece reter estas perspectivas misturando e entrelaçando a narrativa destas três mulheres mas a narração em primeira pessoa deve dar uma maior sensação de intimidade no livro. Aqui somos apenas espectadores, vemos tudo de uma certa distância. Apesar do filme ter sido dirigido com muita sensibilidade, não é a mesma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas algo que o filme traz de diferente é a capacidade de juntar o talento de diferentes pessoas (os atores) para ajudar a contar a história. Todas as atrizes têm performances memoráveis e estão perfeitas em seus papéis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil simpatizar com Emma Stone como Eugenia "Skeeter" Phelan em sua busca por justiça e igualdade ao mesmo tempo em que tenta alcançar seus próprios sonhos e não aqueles de sua mãe (ou que a sociedade espera dela). Algumas reviravoltas de sua trama são contraditórias e quase estragam a credibilidade do enredo. Mas então lembramos que ela é apenas uma das personagens, somente o elemento catalisador para as histórias das empregadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viola Davis (que interpreta Aibileen Clark) traz mais uma performance digna de premiações para as quais sem dúvida será indicada novamente. A dignidade e sofrimento de sua personagem em momento algum descamba para o melodrama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Octavia Spencer traz grande humanidade e até humor para a personagem Minny Jackson. Por sorte, sua performance não pendeu muito para a comédia ou então correria o risco de tornar-se caricata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bryce Dallas Howard como a antagonista Hilly Holbrook é outra que teve uma performance praticamente perfeita. Ela poderia ter exagerado demais em alguns momentos mas conseguiu criar uma vilã mais comedida e, por isso, mais verossímil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jessica Chastain é a ingenuidade em pessoa como Celia Foote. Dela é a personagem mais fácil de simpatizar pois é apresentada quase como uma criança que busca apenas aceitação. Confesso que não vi-a em muitos outros filmes antes mas ela tem aparecido cada vez mais e será interessante acompanhar a sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos aspectos técnicos (fotografia, edição, direção de arte etc) o filme está adequado. Nada se destaca mas também não atrapalha. Num filme como este é mesmo o trabalho dos atores que ganha precedência. Todo o resto serve apenas para facilitar ou salientar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do roteiro ser um tanto melodramático e de ser um pouco difícil (para quem não viveu naquele lugar àquela época) realmente criar um alto nível de empatia, &lt;i&gt;The Help&lt;/i&gt; é um filme emocionante que, no mínimo, tem excelentes performances dramáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que parece uma comédia apesar do filme ser um drama):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/WbuKgzgeUIU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2138700713798361793?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2138700713798361793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/help-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2138700713798361793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2138700713798361793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/12/help-2011.html' title='The Help (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-jJ2Or2UPziE/TtjPWgf5EII/AAAAAAAAAqw/3lvvMXVSBPs/s72-c/poster-thehelp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5329264864106495651</id><published>2011-11-28T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-28T09:14:18.742-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Fright Night (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-q1wAOH0B2Yk/TtIqAIx1D5I/AAAAAAAAAqo/6x3Fn-1eo3Y/s1600/poster-frightnight2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-q1wAOH0B2Yk/TtIqAIx1D5I/AAAAAAAAAqo/6x3Fn-1eo3Y/s1600/poster-frightnight2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Fright Night&lt;/i&gt; é uma comédia-horror que na verdade não tem muito nem de um nem do outro gênero. Este remake do filme homônimo de 1985 não traz nada de novo e nem justifica sua própria existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum dos personagens é desenvolvido o suficiente para que você se importe. Na verdade, parece mesmo que faltou um primeiro ato pois não há muito esforço em introduzi-los apropriadamente, revelar quem são ou o que querem. Tanto que mais à frente (em mais de uma ocasião) eles precisam falar (exposição) sobre o passado para revelar alguma motivação mas aí (no segundo ou terceiro ato) já é tarde demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme original, o protagonista era um garoto obcecado por filmes de horror que acreditava que seu vizinho era um vampiro. Aqui ele é cético e quem acredita é seu amigo de infância ao qual ele vem tentando evitar numa tentativa de misturar-se aos garotos populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa distinção faz muita diferença porque essa trama de filme adolescente é não somente um cliché mas totalmente desnecessária. Fora que causa alguns furos na trama: no filme de 1985, a obsessão de Charley pelo programa Fright Night (que naquela versão era uma sessão de filmes de horror) dava a deixa para a introdução do "caçador de vampiros" Peter Vincent. Aqui a relação do garoto com o programa é indireta e incidental. Até porque quem é obcecado pelo sobrenatural é seu amigo Ed mesmo que até ele só mencione isso arbitrariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentaram abordar o tema de conflitos do amadurecimento com Ed (o amigo) representando o lado "bom moço" contra o vampiro Jerry representando um lado obscuro e mais cafajeste do Homem. Isso tudo é como se fosse uma metáfora aos conflitos internos do próprio protagonista que ainda não sabe bem que tipo de homem quer tornar-se agora que está deixando de ser criança. Só que isto também não é desenvolvido. É um bom conceito mas que sem ser bem explorado não leva a nada e acaba não dizendo nada. Um grande desperdício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de todos estes (e muitos outros) problemas, toda a trama é forçada para seguir um caminho específico que incidentalmente reflete alguns pontos do filme original. Mas nada faz sentido porque você não acredita nestes personagens e suas decisões sempre são absolutamente estúpidas. Eles fazem coisas idiotas e diversas marmeladas acontecem simplesmente porque a trama precisa ir nesta ou naquela direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema de ter um roteiro ruim assim é que não importa quão talentosos sejam os atores e suas performances. Anton Yelchin é um ator promissor e mesmo aqui ele tem uma boa performance. Ele realmente parece um garoto ingênuo que apenas quer o melhor para todos à sua volta quando depara-se com um horror inimaginável. Só que da maneira como ele é apresentado você não importa-se com o personagem e tanto faz o que acontece com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toni Collette mal aparece e foi muito mal aproveitada. Seu papel de mãe genérica poderia ter sido interpretado por qualquer atriz. Melhor seria ter dado mais oportunidade dela mostrar seu talento. Seria interessante se tivessem colocado Amanda Bearse (a Amy do original) neste papel mas aos 53 anos acho que ela está velha demais para os padrões de Hollywood (e eles provavelmente queriam um nome mais reconhecível).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imogen Poots é bonitinha. E só. Ainda precisa aprender muito para talvez tornar-se uma atriz no mínimo convincente (ao menos pelo que mostrou neste filme).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colin Farrell apenas anda pra lá e pra cá fazendo cara de vampiro "douchebag". É outro personagem que poderia ser intepretado por qualquer um e que também deveria ter sido melhor explorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christopher Mintz-Plasse é o único que chega perto de ter um personagem com o qual poderíamos nos importar mas o fato dele sempre interpretar o mesmo tipo em todos os filmes está ficando cansativo. Fora que ele está ficando estereotipado e corre o risco de cair no esquecimento como tantos outros atores que cometeram o mesmo erro no passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único que chega a se destacar é David Tennant como Peter Vincent. Apesar de no filme original o personagem ser uma referência aos atores Peter Cushing, Vincent Price e também Larry Vincent (que realmente apresentou um programa de TV chamado &lt;i&gt;Fright Night&lt;/i&gt;) aqui ele é somente uma paródia ao ilusionista Criss Angel. Só que Tennant, com sua performance cheia de pequenos maneirismos, traz vida ao personagem mesmo que ele seja usado aqui mais como instrumento de exposição e sofra terrivelmente pela falta de uma introdução inadequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia comentar os vários furos do roteiro mas ficar reclamando ou analisando tudo demandaria tempo e esforço demais (sim, tem muitos furos). A verdade é que não vale a pena. Assim como não vale a pena ver este filme. Se quiser, assista ao original que, apesar de estar bem datado, pelo menos foi adequado à época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta nova versão é somente uma comédia sem graça onde o horror não assusta e o suspensa apenas irrita. Passe longe, muito longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que praticamente mostra o filme todo):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/txgGhyjPZGg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5329264864106495651?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5329264864106495651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/fright-night-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5329264864106495651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5329264864106495651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/fright-night-2011.html' title='Fright Night (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-q1wAOH0B2Yk/TtIqAIx1D5I/AAAAAAAAAqo/6x3Fn-1eo3Y/s72-c/poster-frightnight2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6880570743817970210</id><published>2011-11-21T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-12-03T09:58:52.866-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Bellflower (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EV7peK1SQTY/Tsj7q73vBQI/AAAAAAAAAqg/5yFaQQ3vToM/s1600/poster-bellflower.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-EV7peK1SQTY/Tsj7q73vBQI/AAAAAAAAAqg/5yFaQQ3vToM/s1600/poster-bellflower.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bellflower&lt;/i&gt; é um filme norte-americano independente que foi feito com orçamento baixíssimo. Vem ganhando notoriedade e, apesar de não ser tão arrebatador quanto a campanha de marketing ou a imprensa quer fazer acreditar, é realmente muito interessante e impactante. Ainda mais levando-se em conta que é praticamente um filme caseiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente parece uma história de romance que transforma-se num road movie que então progride para o drama e chega quase a ser horror. Mas tentar resumir a trama aqui seria inútil e provavelmente haveria spoilers. Veja &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=j3KX2IPTbjE"&gt;o trailer&lt;/a&gt; e, se gostar, assista ao filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores destaques é a fotografia que embora em muitas partes seja bem saturada e estilizada mesmo assim traz um certo grau de realismo. A câmera quase sempre no ombro também é fundamental para essa sensação. Além disso, eles até criaram uma câmera especial para atingir um visual específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição é muito interessante apesar de algumas transições e passagens de tempo estarem estranhas. Com isso, o ritmo muitas vezes sofre e sequências que poderiam ser mais contemplativas estão rápidas demais enquanto outras que deveriam ser curtas estão monótonas demais. Mas nada que atrapalhe o filme como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens todos parecem muito genuínos apesar de a maioria das falas soar um tanto artificial (como um adulto tentando falar que nem adolescentes). Mas os atores são convincentes e foram bem escolhidos para os papéis. O importante é você acreditar que está observando pessoas e não personagens. Mais uma vez, tudo é voltado à sensação de realidade. Se não parecesse verdadeiro e sincero, não funcionaria nesta história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quer algo um pouco diferente dos filmes comerciais e que ao mesmo tempo tenha um grande impacto emocional, assista a &lt;i&gt;Bellflower&lt;/i&gt;. Vale, no mínimo, pela curiosidade em descobrir o que é possível fazer de forma independente hoje em dia. Apenas esteja avisado de que há cenas de violência, nudez e sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui provavelmente há spoilers! Não leia adiante se ainda não assistiu ao filme.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato do romance progredir rapidamente e acabar quando ainda não estamos nem no meio do filme indica que muita coisa ainda acontecerá. É aqui que tudo vai ficando progressivamente mais bizarro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A referência a Mad Max acaba sendo incidental pois queriam apenas mencionar algo que fosse memorável e pós-apocalíptico. O Apocalipse é tratado como metáfora ao fim traumático de um relacionamento. O carro Medusa simboliza a auto-estima do protagonista que o amigo ajuda a modificar ou, de certa maneira, reconstruir. Após o "Apocalipse" ele percebe que nada realmente muda, mesmo após o "fim do mundo". Todas estas metáforas são interessantes porque não estão muito óbvias e era algo que eu realmente não esperava. Assim como a sobriedade e maturidade em lidar com relacionamentos afetivos mesmo mostrando personagens com atitudes extremamente imaturas na maior parte do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu imaginei que tudo a partir da cena do acidente fosse alucinação/imaginação/sonho mas estava errado. Porém, não completamente errado. Não foi difícil imaginar que a parte do devaneio não era a realidade pois foi ficando cada vez mais bizarra ao mesmo tempo em que as atitudes e falas foram ficando menos reais. Mesmo não sendo uma grande surpresa foi uma tentativa interessante de mexer com as expectativas do público. Mas seria mais impactante se terminasse antes da reviravolta, se tudo aquilo fosse&amp;nbsp;mesmo&amp;nbsp;a realidade e o filme terminasse com o protagonista gritando no meio da rua. Aí ele literalmente seria o único sobrevivente e a sensação de Apocalipse seria mais completa. Mas, mais uma vez, o caminho escolhido foi o da realidade e a mensagem do filme tornou-se completamente diferente. Não ruim ou pior, apenas diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todos os pesares, &lt;i&gt;Bellflower&lt;/i&gt; tem suas qualidades e vale a pena ser visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/j3KX2IPTbjE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação para o Sundance Film Festival:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/YjgwdJqbKXQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Evan Glodell e Tyler Dawson:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5fw2PXAZrJ8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um passeio na Medusa - parte 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/52pIv5qwcsQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um passeio na Medusa - parte 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/5DcpGfdwf1U" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a produção do filme, Sean Combs (P. Diddy ou seja lá qual for o nome que ele está usando nesta semana) deu US$1000 para Evan Glodell:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/veYOvfmmkSI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6880570743817970210?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6880570743817970210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/bellflower-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6880570743817970210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6880570743817970210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/bellflower-2011.html' title='Bellflower (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-EV7peK1SQTY/Tsj7q73vBQI/AAAAAAAAAqg/5yFaQQ3vToM/s72-c/poster-bellflower.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8927224405207259220</id><published>2011-11-14T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-14T09:00:07.256-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Rise of the Planet of the Apes (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rTibBoGmgOg/Tr_iFBhV3LI/AAAAAAAAAqI/5XiEQ-bgw3E/s1600/poster-riseoftheplanetoftheapes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-rTibBoGmgOg/Tr_iFBhV3LI/AAAAAAAAAqI/5XiEQ-bgw3E/s1600/poster-riseoftheplanetoftheapes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Rise of the Planet of the Apes&lt;/i&gt; é o mais novo filme da saga &lt;i&gt;Planet of the Apes&lt;/i&gt; que fez sucesso nos anos 60 e 70 (e posteriormente, claro). Mas este prequel não fica restrito ao material original e conta uma história própria, com temas próprios que mesmo assim ecoam aqueles dos outros filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o verdadeiro começo de tudo, o cenário é a época atual (ou melhor, um futuro muito próximo). Há os mesmos questionamentos éticos e morais que permeiam toda a saga e também a questão recorrente sobre o tratamento que damos aos animais. Esta última é ainda mais proeminente pois aqui há testes e experimentos feitos com cobaias e o modo como confinamos criaturas selvagens em zoológicos que nada mais são do que prisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, este pode ser visto como um filme de prisão com a mesma dinâmica e elementos típicos: a chegada a um ambiente hostil, o confrontamento com a liderança local, alianças que se formam, guardas que maltratam, até rebeliões e tentativas de fuga. É quando fica claro que o protagonista é o macaco Caesar, não o cientista Will (James Franco).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Will tem uma boa motivação para a pesquisa que faz (o pai sofre do mal de Alzheimer). Ele é um típico doutor Frankenstein e divide alguns dos principais temas com a clássica história de Mary Shelley como as consequências de querer brincar de Deus ao tentar deturpar as leis da Natureza, um verdadeiro arquétipo de Prometeu. Mas tudo o que ele faz é apenas um catalisador para a jornada de Caesar que, como o slogan do filme diz, transforma a evolução em revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem ética sobre a maneira equivocada como tratamos os animais toma uma forma mais literal quando um deles chega ao ponto de liderar uma revolta. Talvez por isso até a &lt;a href="http://www.hollywoodreporter.com/news/peta-goes-bananas-rise-planet-218712"&gt;PETA apoiou o filme&lt;/a&gt;. Além, é claro, do fato de que nenhum animal de verdade foi usado na produção: todos os macacos são computação gráfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes efeitos visuais são fenomenais e a animação é impressionante. Em vários momentos você simplesmente esquece que é tudo CGI e apenas importa-se com o personagem Caesar. Claro que boa parte deste mérito cabe a Andy Serkis que trabalhou na captura de movimentos e interpretação do macaco principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo é muito bom, o filme é intrigante e interessante. Mas mesmo assim alguns furos na trama são um pouco difíceis de engolir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que uma chimpanzé fica grávida e dá à luz num ambiente controlado dentro de um laboratório sem ninguém perceber?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer empresa tem um certo nível de segurança e é muito difícil sair levando qualquer coisa. Ainda mais se é uma empresa que cria algo tão caro e que é passível de espionagem industrial. Sair com um chimpanzé ou com várias amostras de medicamento seria praticamente impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um chimpanzé tão inteligente nunca fugiu de casa durante três anos e de repente consegue por um motivo banal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Will manteve um animal selvagem em casa sem que ninguém notasse ou denunciasse?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a primatologista Caroline (Freida Pinto) trata Caesar sem ao menos perguntar como Will tem um chimpanzé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou longe de ser biólogo ou químico mas acredito que criar uma droga inalável não é muito viável. A não ser para o avanço da trama, óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a Gen-Sys não traz Caesar para o laboratório assim que libera testes em chimpanzés novamente? Deveria ter sido a primeira coisa a ser feita pois ele nasceu e cresceu sob o efeito do ALZ-112. Estudá-lo deveria ser a prioridade máxima, antes mesmo de testar o novo ALZ-113 nos outros espécimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que Will guarda (na geladeira de casa!) amostras de uma droga experimental? E como conseguiu sair de novo com estas amostras do laboratório mesmo depois de ter confessado que fez isso (roubou) no passado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, é preciso relevar tudo isto pois do contrário não haveria filme algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias referências aos outros filmes (principalmente o original de 1968). &lt;a href="http://herocomplex.latimes.com/2011/08/11/rise-of-the-planet-of-the-apes-21-nods-to-classic-apes/"&gt;Este artigo&lt;/a&gt; (em Inglês) lista vários. É muito interessante se está familiarizado com a saga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clímax da história é empolgante mas o filme termina meio sem final. Pode-se dizer que é porque ele na verdade é o começo da história, da saga do Planeta dos Macacos. Mas também é que o estúdio pretende que este seja o início de uma trilogia. Andy Serkis já fechou contrato para pelo menos mais uma sequência, ou seja, ainda há muito o que contar sobre o que aconteceu até chegarmos ao ponto do filme original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Rise of the Planet of the Apes&lt;/i&gt; é muito melhor do que esperávamos e é prova de que nem toda sequência ou prequel precisa ser ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/28Z_D9Grh18" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/EbCoDf44oCE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 3 (que revela coisas demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/o-syO1KdlPA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre a trama:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/eaIH0AIdAbI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre a computação gráfica:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4CgVfVhgXyQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro featurette sobre a computação gráfica:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-lEAyPFFiDc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Weta featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/gN9Mh-D7SjI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre o som:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://player.vimeo.com/video/27902186?byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com James Franco, Rupert Wyatt e Andy Serkis:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fM2fQX4GWqU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com James Franco, Andy Serkis, Freida Pinto e Joe Letterie:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/vXvzGgc7kaU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros links:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.slashfilm.com/rise-planet-apes-high-resolution-concept-art/"&gt;Aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://io9.com/5818262/planet-of-the-apes-concept-art-shows-the-brutal-weapons-of-the-ape-uprising/gallery/1"&gt;aqui&lt;/a&gt; há varias amostras da arte conceitual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final do filme era para ser ligeiramente diferente. &lt;a href="http://blogs.indiewire.com/theplaylist/last-minute_reshoots_saved_james_francos_character_from_death_in_rise_of_th"&gt;Leia aqui&lt;/a&gt; (em Inglês). Obviamente há spoilers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis um artigo da &lt;a href="http://blogs.scientificamerican.com/psi-vid/2011/08/12/a-few-notes-about-science-for-those-attending-rise-of-the-planet-of-the-apes/"&gt;Scientific American&lt;/a&gt; (em Inglês) sobre o lado científico do filme e as várias licenças poéticas tomadas. Mais uma vez, há spoilers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okay, isso é meio estúpido. Mas confesso que ri mais do que deveria quando vi pela primeira vez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4zvMDvzDQWU/Tr_j9tYe3iI/AAAAAAAAAqU/W6wZPN3n8RY/s1600/riseoftheplanetoftheapes-townsville.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-4zvMDvzDQWU/Tr_j9tYe3iI/AAAAAAAAAqU/W6wZPN3n8RY/s320/riseoftheplanetoftheapes-townsville.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/VWh5_U-ofzY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8927224405207259220?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8927224405207259220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/rise-of-planet-of-apes-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8927224405207259220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8927224405207259220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/rise-of-planet-of-apes-2011.html' title='Rise of the Planet of the Apes (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rTibBoGmgOg/Tr_iFBhV3LI/AAAAAAAAAqI/5XiEQ-bgw3E/s72-c/poster-riseoftheplanetoftheapes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2766319938697272079</id><published>2011-11-11T11:11:00.000-02:00</published><updated>2011-11-11T11:11:04.399-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>11-11-11 (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QuCeiMmlfBA/TrrlXqCsfII/AAAAAAAAApc/2Vao2TL7QuA/s1600/poster-11-11-11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-QuCeiMmlfBA/TrrlXqCsfII/AAAAAAAAApc/2Vao2TL7QuA/s1600/poster-11-11-11.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;11-11-11&lt;/i&gt; é um filme de horror que foi cercado de mistério e estranhos eventos durante a filmagem numa locação alegadamente assombrada de verdade (mais detalhes no &lt;a href="http://www.darrenlynnbousman.com/something-wicked-this-way-comes/"&gt;blog do diretor&lt;/a&gt; em Inglês). Não entrarei no mérito desta discussão pois isso fugiria do foco desta crítica que deve ser sobre o filme em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é bem genérica e não traz absolutamente nada de novo. Leva certo tempo até você entender quem é o personagem, o que ele faz e o que aconteceu com ele. Se fosse um romance não haveria problema algum em revelar as coisas aos poucos mas num filme isso é um pouco frustrante pois é nitidamente uma tentativa mal-sucedida em criar mistério ao não revelar informações prontamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilizar um diário como forma de narração também é outra técnica que funciona bem em livros mas não em filmes. Ainda mais quando a voz literária de quem escreve (alguém que deveria ser um escritor "famoso") é ruim e amadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suspense e os sustos são muito bobos. Tão bobos e forçados que chegam a ser cômicos como uma paródia a filmes de horror. Toda vez que havia um momento "assustador" com aquele típico efeito sonoro pra fazer você pular, eu começava a rir. De verdade. Não dava para levar a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso tem muitas outras coisas que simplesmente destroem qualquer suspensão de descrença. O padre faz sermão em Inglês na Espanha onde, aliás, todo mundo parece falar o idioma...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama não desenvolve-se com naturalidade e os acontecimentos são completamente aleatórios. Você passa o tempo todo esperando o filme realmente começar, algo acontecer, mas é em vão. É como se tivessem apenas a primeira versão do rascunho inicial do roteiro quando começaram a filmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece haver várias referências a filmes clássicos de horror como &lt;i&gt;The Shining&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The Exorcist&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The Omen&lt;/i&gt; e... &lt;i&gt;Signs&lt;/i&gt; (que não entra nesta categoria). Mas tudo beira mais a cópia do que a homenagem e, mais uma vez, é totalmente aleatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma reviravolta no final mas... estava tudo muito óbvio desde o começo. Só percebi que era pra ser uma reviravolta por causa da edição a la final de filme de Shyamalan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência de &lt;i&gt;11-11-11&lt;/i&gt; parece baseada somente no fato de que eles queriam lançá-lo no dia 11/11/2011 e nada mais além disso. O resultado é apenas mais um filme de horror que é simplesmente um filme horrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KRXKS1Evifw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2766319938697272079?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2766319938697272079/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/11-11-11-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2766319938697272079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2766319938697272079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/11-11-11-2011.html' title='11-11-11 (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-QuCeiMmlfBA/TrrlXqCsfII/AAAAAAAAApc/2Vao2TL7QuA/s72-c/poster-11-11-11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4797582978784650256</id><published>2011-11-07T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-07T09:00:11.470-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Conan the Barbarian (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Z8sNrgyYUcA/TraR_PCwnLI/AAAAAAAAApU/TeFw96NNcvA/s1600/poster-conanthebarbarian.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Z8sNrgyYUcA/TraR_PCwnLI/AAAAAAAAApU/TeFw96NNcvA/s1600/poster-conanthebarbarian.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter tido contato com várias histórias em quadrinhos de Conan (principalmente nos anos 90 do século XX) não li as histórias originais de Robert E. Howard. Mas, assim como a maioria das pessoas, minha lembrança mais vívida sobre o personagem é dos filmes dos anos 80 dirigidos por John Millius e protagonizados por Arnold Schwarzenegger. Principalmente o primeiro de 1982 (a sequência foi meio fraca).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já esta nova versão (dirigida por Marcus Nispel) deveria chamar-se &lt;i&gt;"Beardless Khal Drogo"&lt;/i&gt; pois o cimério é vivido pelo ator Jason Momoa (que interpretou o senhor dos Dothraki na adaptação de &lt;i&gt;Game of Thrones&lt;/i&gt;, baseada no livro de George R. R. Martin, na HBO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura/prólogo parece mais o início de &lt;i&gt;The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring&lt;/i&gt; (que, todos sabem, foi a adaptação do livro de J. R. R. Tolkien por Peter Jackson). Da mesma maneira, é mostrada a origem de um artefato do mal e de como ele foi destruído. O problema é que a narração aqui é feita por Morgan Freeman... Nada contra Freeman (que é um ator extraordinário e sempre faz ótimas narrações) mas sua voz simplesmente não combina com o tom da história, não tem nada a ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida há uma cena de batalha (que também lembra &lt;i&gt;Lord of the Rings&lt;/i&gt; só que com mais sangue) e, após o título do filme, aparece uma pacata vila. Nunca imaginei que a Ciméria fosse igual a Hobbiton (com o mesmo moinho no riacho e tudo!). Até a trilha sonora está um pouco semelhante demais... Chega a ser ridículo e a partir disso você já sabe o que esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principalmente no primeiro ato, há algumas cenas muito parecidas com as do filme original (a confecção da espada, a conversa com o pai, o ataque à vila) mas não possuem o mesmo lirismo, aquele tom quase operático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, Ron Pearlman como pai de Conan? Ótima idéia.&lt;br /&gt;Ron Pearlman como pai do Jason Momoa? Não.&lt;br /&gt;O tempo todo você só consegue pensar &lt;i&gt;"Ih, a mãe do Conan pulou a cerca"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jason Momoa como Conan consegue ser ainda mais inexpressivo do que Schwarzenegger. O governator pelo menos teve o personagem adaptado a si e praticamente não falava. Aqui Conan parece um Khal Drogo tentando rugir em Inglês com aquelas típicas frases de efeito de filmes de ação de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há desenvolvimento do personagem. Nesta versão tentaram dar mais importância ao pai mas simplesmente não funciona, você não se importa. Depois de uma sequência inútil com o pequeno Conan, ele simplesmente cresce. Não há o mesmo impacto do filme original. E as explicações para a força e habilidades de combate do bárbaro não têm o mesmo significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda: este Conan é justo, bondoso, liberta escravos, não mata vilões por matar (prefere eliminá-los indiretamente de maneira desnecessariamente elaborada), ou seja, não é nem um pouco divertido e nem parece fazer sentido no mundo em que existe. Fora isso, ele usa vários tipos de proteção e armadura o que, segundo minha opinião pessoal, é totalmente oposto ao conceito de bárbaro. Ah! Numa cena ele faz parkour... Não preciso dizer mais nada, ne?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vilão desta versão não é tão impressionante quanto Thulsa Doom. Khalar Zym é um antagonista genérico com objetivos genéricos e só faltou-lhe aquele bigode estilo Saldavor Dali para ser um vilão caricato. Claro que Stephen Lang também não é James Earl Jones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rose McGowan possui a personagem mais desnecessária do filme. Ela não contribui em nada para a trama e por isso nem sei por que foi incluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rachel Nichols é linda mas sua personagem é apenas uma donzela em perigo. Não chega nem aos pés de Valeria (interpretada por Sandahl Bergman no filme de 1982) que lutava com Conan de igual para igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O romance só não é mais forçado do que o desenvolvimento da trama que é apenas uma sucessão de cenas aleatórias que levam de uma cena de ação a outra. Cenas de ação que são longas, elaboradas demais, sem sentido e simplesmente monótonas. O sangue exagerado chega a ser cômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois tentar ser &lt;i&gt;Lord of the Rings&lt;/i&gt; e até &lt;i&gt;Prince of Persia&lt;/i&gt;, a coisa toda vira um &lt;i&gt;Pirates of the Caribbean&lt;/i&gt;, o que pra mim foi a gota d'água (trocadilho não intencional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conan the Barbarian&lt;/i&gt; parece apenas um filme genérico de fantasia, como se alguém que nunca viu o filme original de 1982 tivesse tentado recriá-lo apenas pela descrição feita por outro que assistiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passe longe desta atrocidade e prefira assistir mais uma vez ao filme de John Millius (com aquela inesquecível trilha sonora de Basil Poledouris). Você vai se divertir muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ptC_KlAP_Ko" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, compare com o filme de 1982:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/d1XmZ9_ckdw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até isso é mais divertido do que o novo filme:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OBGOQ7SsJrw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4797582978784650256?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4797582978784650256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/conan-barbarian-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4797582978784650256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4797582978784650256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/11/conan-barbarian-2011.html' title='Conan the Barbarian (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Z8sNrgyYUcA/TraR_PCwnLI/AAAAAAAAApU/TeFw96NNcvA/s72-c/poster-conanthebarbarian.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3636501458375124632</id><published>2011-10-31T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-11-17T11:04:55.523-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Submarine (2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hfL2Mc1pWic/Tq1mO-IRzUI/AAAAAAAAApM/DhHDiljmt5E/s1600/poster-submarine.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-hfL2Mc1pWic/Tq1mO-IRzUI/AAAAAAAAApM/DhHDiljmt5E/s1600/poster-submarine.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Submarine&lt;/i&gt; é uma comédia-drama (co-produzida por Reino Unido e EUA) que adapta o romance homônimo de Joe Dunthorne. Mas eu não sabia disso pois este foi mais um filme que procurei assistir sabendo o mínimo possível. Só descobri que era uma adaptação nos créditos finais. Mesmo assim não foi difícil desconfiar de suas origens pois a narração em primeira pessoa e a estrutura da trama separada em partes realmente lembram um livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma típica história de adolescência e amadurecimento mas a diferença está na maneira como ela é contada e na peculiaridade de seus personagens. Lembra um pouco os filmes do Wes Anderson na narrativa, edição e alguns ângulos mas há divergências o suficiente para ter personalidade própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os metacomentários e certo sarcasmo ao usar descaradamente alguns clichés da linguagem do cinema comercial (principalmente dos filmes ditos românticos) parecem ser apenas um recurso cômico mas na verdade servem mesmo ao drama. Não falarei muito para não estragar nenhuma surpresa mas é muito interessante a forma como o roteiro, a direção e a edição utilizam isso para brincar com as expectativas do público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tom meio sépia, a trilha sonora (muito boa, feita pelo Alex Turner dos Arctic Monkeys) e a presença de "antiguidades" como fitas cassette e VHS situam a história no passado. Isto tem um efeito quase subliminar relevante pois aumenta o clima de nostalgia que é importante para o impacto emocional da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metáfora sobre submarino (que dá título ao filme) é explicitamente explicada logo no primeiro terço do filme. Isso é um tanto incomum mas é mais uma prova de que o sarcasmo a respeito do cinema (ou do entretenimento popular em geral) embora não seja o foco principal é um tema recorrente aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há metáforas mais sutis que, quando analisadas, são bem profundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers! Se não quer saber absolutamente nada de antemão e prefere tirar suas próprias conclusões e interpretações, não leia adiante sem ter assistido ao filme.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oliver mora num lugar distante, de difícil acesso, isolado... assim como ele. Mas uma garota, por mais improvável que seja, dispõe-se a ir até lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando saem, eles sempre vão a lugares desolados. Em meio ao caos e abandono é onde se encontram. Não dizem nada, praticamente não conversam, mas pelo menos parecem estar juntos em meio a solidão e desolação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal metáfora é a água. Ela simboliza a depressão e a barreira emocional entre as pessoas. O pai sabe a profundidade do oceano (ou seja, o quanto esta barreira é intransponível e os efeitos da depressão) e depois o filho descobre também. Somente quando isto acontece é que ele finalmente amadurece de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, Jordana entra cada vez mais no mar para ver até onde Oliver irá segui-la. Ela dá um passo adiante, ele vai até ela. Mais um passo, ele segue. Isso simboliza que ele estará sempre com ela mesmo nos piores momentos, mesmo que a barreira emocional tente separá-los e a depressão tente afogá-los. Não importa o quanto estejam perdidos em meio a essas águas escuras, eles pelo menos estarão juntos no mesmo submarino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista até o último momento dos créditos finais pois há algo sutil mas muito interessante que no primeiro momento eu não entendi. O fundo é todo azul e nos últimos segundos vai ficando cada vez mais escuro até ficar completamente negro (como é comum em todos os filmes). É como se estivéssemos submergindo cada vez mais fundo no oceano! Ou é apenas paranóia minha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas posso dizer sem sombra de dúvidas que &lt;i&gt;Submarine&lt;/i&gt; entrou para a minha lista de filmes favoritos. Daqueles que você de novo e de novo e a cada vez percebe algo diferente. Agora preciso ler o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (cheio de spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4IVFfiv6wpY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro trailer (um pouco melhor mas que ainda tem spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/P-WCCdkVDr4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Richard Ayoade:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/KyInN7uHR7U" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista (meio ruim) com o diretor Richard Ayoade:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/Gqqch9AIC1c" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breves entrevistas no tapete vermelho da estréia:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/sAlRFRf5LGU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista (em várias partes) com Craig Roberts e Yasmin Page:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/28je2Ltb46I" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/WbYx1DbRafk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IZEs7w6uqQE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/di_ISaXbeUc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/g1U46URlXzg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este comercial da trilha sonora de Alex Turner na verdade é como um clip para a canção &lt;i&gt;"Piledriver Waltz"&lt;/i&gt; e parece-me que contém algumas pequenas cenas que não estão no filme (ou versões mais longas daquelas que estão). Assista ao vídeo e entenderá:&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/W-Bysb3ceR0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3636501458375124632?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3636501458375124632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/submarine-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3636501458375124632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3636501458375124632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/submarine-2010.html' title='Submarine (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hfL2Mc1pWic/Tq1mO-IRzUI/AAAAAAAAApM/DhHDiljmt5E/s72-c/poster-submarine.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3584682023113088010</id><published>2011-10-24T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T09:25:15.524-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Age of Heroes (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pnYf-3IA-vQ/TqSfFhmw2nI/AAAAAAAAAo4/FT5c6zm6Tuo/s1600/poster-ageofheroes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-pnYf-3IA-vQ/TqSfFhmw2nI/AAAAAAAAAo4/FT5c6zm6Tuo/s1600/poster-ageofheroes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Age of Heroes&lt;/i&gt; é um filme britânico baseado em fatos reais que trata da criação de uma equipe militar secreta de elite (30 Commando Assalt Unit) formada por Ian Flemming, que é mais conhecido como o escritor que criou James Bond. Mas o filme não tem nada a ver com o tom das aventuras de 007, principalmente aquelas do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, a presença de Flemming é praticamente negligenciável. Se ele não aparecesse, não teria feito diferença alguma pois seu personagem não acrescenta nada à trama. É simplesmente um sujeito que aparece para formar a equipe e fazer cara de preocupado em uma ou duas cenas. Não sei qual realmente era o propósito do diretor/roteirista Adrian Vitoria mas foram desperdiçadas várias oportunidades de referência a Flemming e sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme todo parece ter tido baixo orçamento. É como se fosse feito no quintal de alguém com roupas alugadas numa loja de fantasias. Tecnicamente, tudo é muito simples e genérico. Fotografia, edição, direção de arte... nada se destaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partes de ação poderiam ter sido mais empolgantes ou ao menos mais viscerais. Com enquadramentos muito convencionais (e por vezes muito longe) você não sente-se como parte integrante do que acontece. Não há nenhuma sensação de imediatismo ou mesmo perigo. É como se fosse um video game monótono, fácil demais. O cenário nevado até que é bonito mas, como mencionei anteriormente, os aspectos técnicos não ajudam a ressaltar nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ator mais conhecido é Sean Bean mas seu personagem é apenas um arquétipo muito simples de líder e nada mais. Tentaram dar certa profundidade emocional a outros personagens também, porém nenhum deles é complexo ou verdadeiro o suficiente para que alguém importe-se. Assim, a trama é inconsequente e completamente previsível. Desde o início dá para adivinhar o que vai acontecer com cada um dos personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa é interessante e as intenções foram boas mas o resultado, não. Parece apenas um filme feito para TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quer espionagem e aventura, reveja alguns dos filmes clássicos de 007 ou leia os romances de Ian Flemming. Mas fique longe de &lt;i&gt;Age of Heroes&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qoj9zhHmnTc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3584682023113088010?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3584682023113088010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/age-of-heroes-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3584682023113088010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3584682023113088010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/age-of-heroes-2011.html' title='Age of Heroes (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-pnYf-3IA-vQ/TqSfFhmw2nI/AAAAAAAAAo4/FT5c6zm6Tuo/s72-c/poster-ageofheroes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-9122880154983610474</id><published>2011-10-20T14:22:00.001-02:00</published><updated>2011-10-20T14:27:10.473-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Killing Bono (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Tjo2MhoDUG4/TqBJbTWw79I/AAAAAAAAAog/njoGrgik37Y/s1600/poster-killingbono.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-Tjo2MhoDUG4/TqBJbTWw79I/AAAAAAAAAog/njoGrgik37Y/s1600/poster-killingbono.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Killing Bono&lt;/i&gt; não é uma cinebiografia do vocalista do U2, é sobre uma banda que poderia ter sido o U2. Mais precisamente é a história de dois irmãos que foram colegas de escola de Paul Hewson (Bono Vox), David Evans (The Edge), Adam Clayton e Larry Mullen Jr e como isso afetou suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é baseado no livro homônimo de Neil McCormick (o protagonista) que traz suas memórias de uma juventude voltada à obsessão de obter sucesso e fama no mundo da música. O filme obviamente tem seus exageros e liberdades dramáticas (e o livro não?) mas é preciso ter em mente que não é um documentário ou cinebiografia. Todo esse cenário serve apenas como pano de fundo para uma história sobre ambição, orgulho, inveja, traição, confiança e amor fraternal. E, apesar de todo drama, trata-se basicamente de uma comédia que é bastante divertida sem ser idiota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quer saber absolutamente mais nada sobre o filme antes de assistí-lo, pare de ler e volte depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Lsx4vCWlAcw/TqBJsx3PARI/AAAAAAAAAoo/Nx-cJXHfKD8/s1600/IvanMcCormick-RobertSheehan-BenBarnes-NeilMcCormick.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-Lsx4vCWlAcw/TqBJsx3PARI/AAAAAAAAAoo/Nx-cJXHfKD8/s400/IvanMcCormick-RobertSheehan-BenBarnes-NeilMcCormick.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Ivan McCormick, Robert Sheehan, Ben Barnes, Neil McCormick&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do nome, não há praticamente nenhuma canção do U2 na trilha sonora (apenas uma). Mas isso foi bom porque do contrário poderia distrair e tirar a atenção da trama. Mesmo assim, a trilha incidental sempre tem certos ecos de U2, acordes que lembram se não exatamente canções específicas, pelo menos o seu estilo. O resto das músicas são novos arranjos e performances das criações originais do próprio Neil na época. São bem legais e a maioria têm forte influência do Pós-Punk, é possível imaginar o sucesso que fariam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não li o livro e por isso não sei das diferenças entre ele e o filme (e os fatos) mas algo curioso é que aparentemente Bono e Neil mantiveram contato ao longo do tempo. Bono dizia que eles eram dois lados da mesma moeda só que Neil é que acabou ficando com todo o azar. O rockstar dizia que se Neil quisesse sua vida de volta, teria que matá-lo. E foi ele próprio quem sugeriu que &lt;i&gt;Killing Bono&lt;/i&gt; era um título melhor do que &lt;i&gt;I Was Bono’s Doppelganger&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Neil nunca realmente quis (nem tentou) matar Bono. Em várias entrevistas e matérias ele revela o quanto as coisas na tela estão exageradas, deturpadas ou simplesmente foram inventadas. Mas ele não tem nada contra isso, é apenas a natureza de toda adaptação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neil McCormick tornou-se um escritor e crítico musical bem-sucedido. Ele ainda foi o &lt;i&gt;ghostwriter&lt;/i&gt; de &lt;i&gt;U2 by U2&lt;/i&gt;, a biografia autorizada da banda que foi o livro sobre música mais vendido de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6pmW-8MSzpM/TqBKGGBbW8I/AAAAAAAAAow/TgSBknDV4D4/s1600/NeilMcCormick-Bono.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://3.bp.blogspot.com/-6pmW-8MSzpM/TqBKGGBbW8I/AAAAAAAAAow/TgSBknDV4D4/s400/NeilMcCormick-Bono.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Neil McCormick e Bono (2003)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TGCOryLwgiY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bastidores:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/Ss0Wju_wfcY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Neil McCormick e o diretor Nick Hamm:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-s2Xw9viv18" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Neil e Ivan McCormick:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fZx8n8Jf_fI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Nick Hamm, Ben Barnes e Robert Sheehan:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/u3sqKYnSGdw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-9122880154983610474?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/9122880154983610474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/killing-bono-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/9122880154983610474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/9122880154983610474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/killing-bono-2011.html' title='Killing Bono (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Tjo2MhoDUG4/TqBJbTWw79I/AAAAAAAAAog/njoGrgik37Y/s72-c/poster-killingbono.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7680145363871338904</id><published>2011-10-17T09:00:00.000-02:00</published><updated>2011-10-17T09:00:09.601-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Midnight in Paris (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-fbGCOSIfI8I/TpsE8DXygZI/AAAAAAAAAoY/VhDR_Sx2zVg/s1600/poster-midnightinparis.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-fbGCOSIfI8I/TpsE8DXygZI/AAAAAAAAAoY/VhDR_Sx2zVg/s1600/poster-midnightinparis.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Algo que sempre me incomoda um pouco nos filmes de Woody Allen é que sua presença é inegável mesmo quando ele não aparece em cena. Principalmente nas falas e até no maneirismo dos personagens (em geral do protagonista). Nada contra ele, muito pelo contrário, mas acho que isso distrai um pouco. É como se todos estivessem num concurso de imitação de Woody Allen. Mas a verdade é que isso só vem salientar sua personalidade marcante e como ele consegue imprimir tanto de si em suas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Midnight in Paris&lt;/i&gt; é um filme que (além de falar de Woody Allen, claro) trata muito da nostalgia: sua definição, origem e propósito. O tom amarelado, quase sépia da direção de arte contribui para o clima nostálgico e deixa este tema bem claro desde o início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cena tem composição visual perfeita. Talvez perfeita até demais, quase artificial, como se fosse uma série de cartões postais. O que talvez até seja um comentário sobre a frigidez da época atual ou de como a maioria dos turistas veem uma cidade como Paris. Ou talvez não (talvez seja apenas como interpretei isso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gostaria de ter assistido ao filme sem saber absolutamente nada pois assim as surpresas teriam sido mais... surpreendentes. Se é este o seu caso também, pare de ler aqui e vá ver este belo trabalho de Woody Allen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama é uma metáfora ao relacionamento do casal. Ele vive no passado, convive com seus ídolos, perdido em sua fascinação pela arte. Ela não tem nada a ver com isso, é uma filistéia que não consegue entender ou acessar o mundo dele. E nem quer, na verdade. Aliás nem sei por que estão juntos e aos poucos eles mesmos começam a fazer a mesma pergunta para si mesmos. Ao menos ele faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais imaginei que fosse dizer isso mas Owen Wilson é o ator perfeito para emular Woody Allen. A mistura de seus aspectos cômico e trágico mais a sua fragilidade, ansiedade e insegurança resumem bem as neuroses do aclamado escritor/diretor/ator.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele contrasta bem com os personagens secundários extremamente antipáticos do presente. Eles realmente são insuportáveis e as cenas em que aparecem são quase dolorosas. Mas isso traduz bem o que o protagonista sente por eles e por esta época e seus valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os personagens do(s) passado(s) são interessantes e cheios de vida. Engraçado como alguns deles também são nostálgicos (mas a uma época anterior à deles) lembrando que isso talvez seja algo inerente à condição humana: sempre achamos que o passado era melhor. Não porque achamos que as épocas anteriores tinham algo especial mas porque isso revela o quanto almejamos uma volta ao nosso próprio passado pessoal. A forte nostalgia que vemos por aí (principalmente hoje com vários adultos-criança) mostra realmente o quanto gostaríamos que a vida voltasse a ser mais simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o filme não é tanto uma carta de amor ao Modernismo. Apenas usa-o (e às personalidades da época) como ferramenta para o protagonista estabelecer uma comunicação maior com si mesmo, com o que realmente importa, com quem ele realmente é e o que realmente quer. Se você não conhece pelo menos um pouco da arte e literatura dos idos de 1920 pode ser um pouco confuso ou, no mínimo, não terá o deleite de reconhecer as referências às várias personalidades. E elas é que são o destaque do elenco:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Yves Heck como Cole Porter&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alison Pill como Zelda Fitzgerald&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tom Hiddleston como F. Scott Fitzgerald&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Corey Stoll como Ernest Hemingway&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Kathy Bates como Gertrude Stein&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Marcial Di Fonzo Bo como Pablo Picasso&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sonia Rolland como Josephine Baker&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Daniel Lundh como Juan Belmonte&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Emmanuelle Uzan como Djuna Barnes&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Adrien Brody como Salvador Dalí&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tom Cordier como Man Ray&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Adrien de Van como Luis Buñuel&lt;/li&gt;&lt;li&gt;David Lowe como T.S. Eliot&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Yves-Antoine Spoto como Henri Matisse&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Laurent Claret como Leo Stein&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Vincent Menjou Cortes como Henri de Toulouse-Lautrec&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Olivier Rabourdin como Paul Gauguin&lt;/li&gt;&lt;li&gt;François Rostain como Edgar Degas&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Marion Cotillard como Adriana está simplesmente magnífica. É uma personagem sem muita profundidade e serve mais como elemento catalisador para o protagonista (fazendo com que entenda mais sobre si mesmo) mas sua presença é extasiante e é fácil entender por que todos os artistas se apaixonam por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os artistas, Adrien Brody como Salvador Dalí talvez tenha sido a escolha mais perfeita de todos os tempos! Okay, pode ser exagero da minha parte, mas pelo menos para mim parecia que haviam ressuscitado o surrealista espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo na época atual o elenco não estava ruim. A insuportável (para mim) Rachel McAdams é a perfeita noiva chata e ninguém poderia fazer um melhor &lt;i&gt;douchebag&lt;/i&gt; pretensioso do que Michael Sheen. Até Carla Bruni não estava tão ruim (se bem que, convenhamos, não teve que fazer muita coisa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos únicos defeitos do filme é ser curto demais, assim não há tempo para aprofundar-se nos conflitos do protagonista nem apreciar tudo com mais calma. Isso é estranho ou até irônico num filme que parecer ser propenso à uma sensibilidade mais européia do que estadunidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama é simples e completamente previsível. Mas isso não importa porque, neste caso, a jornada é muito mais importante do que o destino. E o verdadeiro deleite está em apreciar tudo sem analisar demais ou ficar neurótico (o que também é irônico por tratar-se de um filme de Woody Allen).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pxTWWLy56Fs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7680145363871338904?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7680145363871338904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/midnight-in-paris-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7680145363871338904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7680145363871338904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/midnight-in-paris-2011.html' title='Midnight in Paris (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-fbGCOSIfI8I/TpsE8DXygZI/AAAAAAAAAoY/VhDR_Sx2zVg/s72-c/poster-midnightinparis.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-165818659069984904</id><published>2011-10-14T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-14T09:26:38.408-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Batman: Year One (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rU4VrCeES2c/TpgiVX_zd2I/AAAAAAAAAm0/5hgZCosKX0c/s1600/poster-batmanyearone.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-rU4VrCeES2c/TpgiVX_zd2I/AAAAAAAAAm0/5hgZCosKX0c/s1600/poster-batmanyearone.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;[Esta é uma crítica do filme animado mas contém imagens e opiniões sobre a série homônima em quadrinhos também.]&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Batman: Year One&lt;/i&gt; é uma das melhores se não a melhor história em quadrinhos de Batman. Escrita por Frank Miller e com arte de David Mazzucchelli ela redefiniu não somente a origem do personagem mas também deu-lhe uma abordagem mais realista e séria, mais urbana do que fantástica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LaXgIy_bj1A/Tpgijf2r-7I/AAAAAAAAAm8/d1KFA80S7d8/s1600/batmanyearone-01.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-LaXgIy_bj1A/Tpgijf2r-7I/AAAAAAAAAm8/d1KFA80S7d8/s320/batmanyearone-01.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente foi uma grande influência nos filmes de Batman de Christopher Nolan. Tanto que é possível identificar nos quadrinhos (e nesta adaptação) vários momentos que ele utilizou e alguns que ainda provavelmente vai utilizar (em &lt;i&gt;The Dark Knight Rises&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SrTObfzqKfk/TpgiuBmBycI/AAAAAAAAAnE/5O3xaddfdH0/s1600/batmanyearone-02.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-SrTObfzqKfk/TpgiuBmBycI/AAAAAAAAAnE/5O3xaddfdH0/s320/batmanyearone-02.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não é exatamente uma história de super-herói. Assim como os filmes de Nolan (principalmente &lt;i&gt;The Dark Knight&lt;/i&gt;), este é basicamente um drama policial em que um dos personagens principais por acaso veste-se de morcego. Também não é para crianças. Há muita violência, referências a drogas, sexo, prostituição e, como mencionei anteriormente, uma abordagem mais séria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JUqBPx41f2E/TpgiyuMirJI/AAAAAAAAAnM/p1aXcw2aod0/s1600/batmanyearone-03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="283" src="http://2.bp.blogspot.com/-JUqBPx41f2E/TpgiyuMirJI/AAAAAAAAAnM/p1aXcw2aod0/s320/batmanyearone-03.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar do nome, esta na verdade é uma história de James Gordon. Conhecemos a cidade de Gotham e seu lado sórdido através de seus olhos. Dele é o drama de enfrentar a corrupção enquanto precisa lidar com os próprios sentimentos de culpa e dever. Vemos como ele quase sucumbe a tudo isso mas encontra esperança num aliado improvável que parece ter surgido do nada: Batman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UM3kOIC9cL4/Tpgi1wvIFoI/AAAAAAAAAnU/JrImnuL8B1k/s1600/batmanyearone-04.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-UM3kOIC9cL4/Tpgi1wvIFoI/AAAAAAAAAnU/JrImnuL8B1k/s320/batmanyearone-04.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esta animação é uma ótima adaptação que mantém o mesmo tom da história original e reproduz com fidelidade várias de suas cenas icônicas. Parece tudo um pouco apressado mas esta é a natureza de toda adaptação. As partes em computação gráfica (principalmente os veículos) são horríveis e distoam muito mas as partes em animação tradicional estão muito boas. Principalmente as cenas de luta têm uma fluidez impressionante. A arte faz o melhor possível para emular o estilo de Mazzucchelli e a paleta menos saturada ajudou muito nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XY1c3r0coqE/Tpgi58zQwII/AAAAAAAAAnc/o0I1ezsHXm4/s1600/batmanyearone-05.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="159" src="http://3.bp.blogspot.com/-XY1c3r0coqE/Tpgi58zQwII/AAAAAAAAAnc/o0I1ezsHXm4/s320/batmanyearone-05.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Quem faz a voz de Gordon é Bryan Cranston e foi uma excelente escolha. Ele transmite toda a frustração, cansaço e determinação do personagem e contribui ainda mais para o clima noir da história. Ele praticamente carrega o filme nas costas e dá-lhe a devida autenticidade e alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-reprW3y0-Q4/Tpgi-OMuvzI/AAAAAAAAAnk/rfE6o_TItPU/s1600/batmanyearone-06.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="276" src="http://4.bp.blogspot.com/-reprW3y0-Q4/Tpgi-OMuvzI/AAAAAAAAAnk/rfE6o_TItPU/s320/batmanyearone-06.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Já a voz de Batman/Wayne não convence muito. Ben McKenzie parece o tempo todo entediado. Poderíamos supor que talvez ele estivesse tentando interpretar um Bruce Wayne que não dorme bem e está adaptando-se à vida notívaga mas... acredito que não. Mas pelo menos ele não tentou fazer uma "voz de Batman" como Christian Bale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oHCEXgf-hEM/TpgjCZmxBvI/AAAAAAAAAns/X6KLlYQFD9g/s1600/batmanyearone-07.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://1.bp.blogspot.com/-oHCEXgf-hEM/TpgjCZmxBvI/AAAAAAAAAns/X6KLlYQFD9g/s320/batmanyearone-07.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Catwoman é dublada por Eliza Dushku. Ela faz um bom trabalho mas acho que a voz dela não combina bem com esta versão da personagem. Esta é uma Selina Kyle mais durona, não tão feminina. Mas nada disso importa tanto porque a personagem aparece muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QiDM1pvbHFY/TpgjglOY8dI/AAAAAAAAAn8/xblrTntxRvo/s1600/batmanyearone-08.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-QiDM1pvbHFY/TpgjglOY8dI/AAAAAAAAAn8/xblrTntxRvo/s320/batmanyearone-08.jpg" width="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para quem leu a série, esta é uma adaptação fiel que trará boas lembranças com várias referências e homenagens ao trabalho de Miller e Mazzucchelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-e7WsRt-SvDs/TpgjlHz9-fI/AAAAAAAAAoE/uZ2bSdl9Y3A/s1600/batmanyearone-09.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-e7WsRt-SvDs/TpgjlHz9-fI/AAAAAAAAAoE/uZ2bSdl9Y3A/s320/batmanyearone-09.jpg" width="185" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Para quem não leu, esta é uma história essencial de Batman. Se gosta do personagem, precisa ler &lt;i&gt;Batman: Year One&lt;/i&gt;. Assim também terá uma apreciação ainda maior por este filme animado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fUvwJqol5vQ/TpgjpOSR2ZI/AAAAAAAAAoM/WsM_51ENA10/s1600/batmanyearone-10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-fUvwJqol5vQ/TpgjpOSR2ZI/AAAAAAAAAoM/WsM_51ENA10/s320/batmanyearone-10.jpg" width="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/xdMtMU91u0U" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cena:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/WkBnqHQ9Obs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena do curta de &lt;i&gt;Catwoman&lt;/i&gt;:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/kajV7ohIwjo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o produtor Bruce Timm:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/CdJ228A61es" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com o produtor Bruce Timm:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qw7AKLapIVw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com a co-diretora Lauren Montgomery:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/fnepLYgNuV4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o co-diretor Sam Liu:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/oYgrnBCDZA4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Ben McKenzie:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/xNZTSvsxKgs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Katee Sackhoff:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/OI0Z--_So4M" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Eliza Dushku:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/ykoe_FABhT0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-165818659069984904?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/165818659069984904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/batman-year-one-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/165818659069984904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/165818659069984904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/batman-year-one-2011.html' title='Batman: Year One (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rU4VrCeES2c/TpgiVX_zd2I/AAAAAAAAAm0/5hgZCosKX0c/s72-c/poster-batmanyearone.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1099625462262038633</id><published>2011-10-10T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-12T22:09:11.876-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Bunraku (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fJeF7RJDc50/TpCy1F3JmFI/AAAAAAAAAmw/66a0JcQaPX8/s1600/poster-bunraku.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-fJeF7RJDc50/TpCy1F3JmFI/AAAAAAAAAmw/66a0JcQaPX8/s1600/poster-bunraku.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar do nome, &lt;i&gt;Bunraku&lt;/i&gt; não tem nada a ver com a antiga arte japonesa de teatro de fantoches (para isso, assista a &lt;i&gt;Dolls&lt;/i&gt; de Takeshi Kitano). Este filme, na verdade, é um noir-wushu-samurai-western com leves toques de Tim Burton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é todo filmado em estúdio, com cenários estilizados e sempre iluminado com uma ou duas cores bem saturadas (e também por sua narrativa) tudo parece muito teatral. Só que esta estilização passa uma sensação permamente de artificialidade. Você não consegue mergulhar nem acreditar naquele mundo que tentam criar. Além disso, a estrutura narrativa lembra mais um video game do que um filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A salada de gêneros e estilos não tem coesão e parece não ter propósito. É como se o diretor/roteirista Guy Moshe simplesmente tivesse juntado tudo o que gosta apenas porque gosta e nada mais. As referências aleatórias a filmes e games beiram mais a paródia do que a homenagem e por isso são totalmente desnecessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco é interessante (Josh Hartnett, Gackt, Woody Harrelson, Kevin McKidd, Ron Perlman, Demi Moore) mas os personagens são unidimensionais e caricatos. Você não se importa com nenhum deles e na maior parte do tempo eles não demonstram saber o que querem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há protagonista claro, não há história definida. A trama é sem propósito e totalmente aleatória, serve apenas para levar os personagens de uma luta a outra. E mesmo estas lutas não possuem drama nem contam uma história, são apenas uma espécie de dança. É tudo tão maçante que eu quase caí no sono mais de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bunraku&lt;/i&gt; é um filme que não sabe muito bem o que quer ser e mostra mais estilo do que personalidade. Nesse ponto, ele reflete bem seus próprios personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quer um bom filme de ação estilizada, procure outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: a tradução das partes em japonês é muito ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/8Js7-rSrHsw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1099625462262038633?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1099625462262038633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/bunraku-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1099625462262038633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1099625462262038633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/bunraku-2011.html' title='Bunraku (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-fJeF7RJDc50/TpCy1F3JmFI/AAAAAAAAAmw/66a0JcQaPX8/s72-c/poster-bunraku.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6645891261829436245</id><published>2011-10-07T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-07T09:22:59.942-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Melancholia (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dfH2ovsrClQ/To0GFOFNz2I/AAAAAAAAAms/zQU5npB5e4I/s1600/poster-melancholia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-dfH2ovsrClQ/To0GFOFNz2I/AAAAAAAAAms/zQU5npB5e4I/s1600/poster-melancholia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não sei você mas eu prefiro assistir aos filmes de Lars Von Trier sem saber muito. Ou melhor, sem saber praticamente nada, somente que trata-se de um filme dele. Porque geralmente qualquer informação revela demais ou dá uma noção errada sobre o que realmente é o filme. É muito difícil definir os trabalhos dele em poucas palavras e por isso nem tentarei. Assim como também é difícil dizer se são bons ou ruins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você interessa-se pelos filmes dele, assista a este. Possui temas interessantes e, como sempre, ele tem uma maneira poética de mostrar o grotesco ou uma maneira grotesca de mostrar o poético. Se bem que aqui tudo está mais sutil do que de costume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das únicas coisas que realmente não gosto em alguns de seus filmes é quando ele utiliza muita filmagem handheld. Aquela câmera tremendo começa a dar enjoo depois de algum tempo. Literalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco é surpreendente mas a maioria não tem tempo nem oportunidade para fazer muita coisa. Somente os atores principais mesmo têm chance de desenvolver seus personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O drama familiar e a cerimônia de casamento do início são muito maçantes e a coisa toda parece arrastar-se indefinidademente. Mas na verdade isso parece ter sido proposital pois aos poucos notamos que a protagonista Justine (vivida por Kirsten Dunst) sofre de depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Melancholia&lt;/i&gt; é um filme sobre a depressão. Ele foi inspirado pelo mal sofrido pelo próprio diretor e neste sentido é retratado com bastante fidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção popular de que depressão é igual a tristeza é ingênua e ignorante. Este é um distúrbio que, dependendo da gravidade, pode ser debilitante e atrapalhar vários aspectos da vida. O roteiro mostra isto muito bem (mesmo que de maneira às vezes sutil) nas atitudes e comportamento de Justine. Como um ensaio sobre a depressão, o filme é bem sucedido mas temo que só ficará evidente para quem já sofreu disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história, porém, tem uma segunda parte que é do ponto-de-vista de Claire (vivida por Charlotte Gainsbourg), irmã de Justine. E foi aqui que percebi certos temas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Justine personaliza a depressão, Claire é a ansiedade. E nada mais adequado do que as duas serem irmãs pois os dois distúrbios estão geralmente associados. Isso tudo fica mais claro na cena em que podemos ver no céu noturno de um lado a Lua (representando Claire) e de outro o planeta Melancholia (representando Justine).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que fica evidente é que o planeta Melancholia simboliza a morte. Ele surge quando menos se espera e não sabe-se quando ou como chegará. Mas está sempre ali, observando-nos. E no fundo todos sabemos que é impossível evitá-lo ou ignorá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Justine tenta atravessar a ponte, o cavalo recusa-se a avançar. Quando mais tarde Claire tenta fazer o mesmo com o carrinho de golfe, também não consegue. Ambas as situações demonstram tentativas inúteis de tentar fugir da morte. O tema é tão recorrente e evidente que o próprio filme começa com imagens referentes ao fim (do filme e do mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, o fim do mundo pode também ser visto como uma metáfora ao efeito debilitante da depressão. O depressivo não consegue mexer-se, não consegue fazer nada. Apenas sente o lento mas progressivo fim de tudo. Mas em meio a isso ele encontra certa calma. Pois, ao contrário dos outros, ele sempre esperou pelo pior em todas as situações. Então, quando o pior realmente chega, ele não é surpreendido. E sabe como lidar com o fim sem histeria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/wzD0U841LRM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curtas entrevistas com Kirsten Dunst e Stellan Skarsgard:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JWaYJnbgAHk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Kirsten Dunst:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Eef_TuvlnPI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Charlotte Gainsbourg:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Ki-HBTg06b8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Lars Von Trier:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/PWLWJWysoU4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6645891261829436245?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6645891261829436245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/melancholia-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6645891261829436245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6645891261829436245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/melancholia-2011.html' title='Melancholia (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dfH2ovsrClQ/To0GFOFNz2I/AAAAAAAAAms/zQU5npB5e4I/s72-c/poster-melancholia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6849205242201780341</id><published>2011-10-05T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-05T09:00:01.000-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Troll Hunter [Trolljegeren] (2010)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aMAhmSIWDFQ/ToiRGpcI6YI/AAAAAAAAAmo/KyU1a6HOR50/s1600/poster-thetrollhunter.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-aMAhmSIWDFQ/ToiRGpcI6YI/AAAAAAAAAmo/KyU1a6HOR50/s1600/poster-thetrollhunter.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Troll Hunter&lt;/i&gt; é um falso documentário norueguês do tipo filmagem encontrada. A mais óbvia referência é &lt;i&gt;The Blair Witch Project&lt;/i&gt; mas as semelhanças param por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos países nórdicos, a crença em criaturas míticas (como elfos e trolls) ainda é um tanto forte e isso fornece um pano de fundo interessante. Mas neste filme a ênfase é mais na criptozoologia do que na mitologia. A decisão tira um pouco do encanto dos mitos mas retratar os trolls como animais selvagens dá mais verossimilhança a tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é mais difícil de acreditar é no caçador de troll. Não tanto a sua existência mas os motivos que o levam a aceitar que um grupo de estudantes acompanhe e filme tudo o que ele faz. Pior ainda é que ele trabalha para uma agência governamental oficial que, apesar de ser secreta, é cheia de burocracia (com formulários timbrados!). Mas se relevar isso e não buscar tratar tudo como fato, o filme até que é divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cenários naturais da Noruega são magníficos. As montanhas e florestas foram bem filmados apesar de tudo ter que parecer amador. Só a iluminação às vezes parece muito artificial, principalmente nas cenas noturnas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ter um grande orçamento de Hollywood, os efeitos visuais são relativamente bons e às vezes até espetaculares. O modo como o CGI combina-se tão naturalmente com a filmagem &lt;i&gt;handheld&lt;/i&gt; é surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito mais a dizer. &lt;i&gt;The Troll Hunter&lt;/i&gt; é um mockumentary que, apesar de não ser original, tem uma abordagem fresca. E mesmo não tendo grandes sustos e de pecar um pouco na autenticidade, é uma adição interessante a este subgênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A companhia de Chris Columbus (1942 Pictures) comprou os direitos para um remake hollywoodiano. Mas este é o tipo de filme que acho que não funciona bem fora de contexto (geográfico e cultural). Suspeito que será mais um na lista de remakes desnecessários. Até lá, assista ao original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/TLEo7H9tqSM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6849205242201780341?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6849205242201780341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/troll-hunter-trolljegeren-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6849205242201780341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6849205242201780341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/troll-hunter-trolljegeren-2010.html' title='The Troll Hunter [Trolljegeren] (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-aMAhmSIWDFQ/ToiRGpcI6YI/AAAAAAAAAmo/KyU1a6HOR50/s72-c/poster-thetrollhunter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8731995985038362814</id><published>2011-10-03T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-03T09:00:15.727-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Hesher (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-3iiLdaN5uBo/TnP255NmLeI/AAAAAAAAAmQ/ZV0Htw0lBvM/poster-hesher.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hesher&lt;/i&gt; é vendido como uma comédia mas é um drama. Tem seus momentos cômicos (hilários mesmo) mas seu é um humor mais sombrio e nem é tão predominante assim. Não sei por que o marketing escolheu esta direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E apesar de todos os dramas o filme não é sentimentalóide pois as emoções mostradas nunca são simples e talvez por isso mesmo pareçam tão verdadeiras. As coisas não são imbecilizadas e nem explicadas com todas as palavras e este é um bom aspecto do roteiro (escrito pelo diretor Spencer Susser com David Michôd). Não é adotado um denominador comum que menospreza o espectador: tudo é mostrado com naturalidade, nada no roteiro parece forçado e seu ritmo e estrutura são extremamente gratificantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens são surpreendentemente complexos e intrigantes. O jovem Devin Brochu não tem muitas falas devido à natureza introspectiva do protagonista TJ mas sua atuação é convincente e é fácil criar empatia por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natalie Portman (que também foi co-produtora do filme) possui um papel relativamente pequeno mas muito importante. A fragilidade e sinceridade de sua personagem logo conquistam o espectador assim como conquistam TJ. Nicole é tão fascinante que poderiam ter feito um outro filme só sobre ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rainn Wilson parece estar cada vez mais tentando criar uma carreira séria. Ainda não conseguiu mas este foi definitivamente um bom passo nesta direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o show é mesmo de Joseph Gordon-Levitt. Sua transformação no personagem é surpreendente e ele interpreta-o sem inibição (como deveria ser). Em alguns momentos é fácil enganar-se e pensar que ele é o protagonista (como a campanha de marketing faz parecer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hesher&lt;/i&gt; é um filme bom como eu não via há algum tempo. Esta foi uma tremenda estréia de Spencer Susser na direção de longas metragens. Aguardo ansiosamente seus próximos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui estão as minhas interpretações pessoais sobre a trama e um dos personagens. Não são exatamente spoilers mas, se quiser tirar suas próprias conclusões, não leia adiante antes de assistir ao filme.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início achei que o personagem Hesher era tipo um Tyler Durden (&lt;i&gt;Fight Club&lt;/i&gt;) de TJ, um amigo imaginário fruto do seu subconsciente que faz tudo o que ele não tem coragem de fazer, fala tudo o que&amp;nbsp;ele&amp;nbsp;precisa ouvir etc. Por sorte não foi este o caso pois seria óbvio demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, Hesher é uma metáfora, um arquétipo. Ele é um profeta, um salvador. Sua aparência que lembra Jesus provavelmente não é mera coincidência e o desenho nos créditos finais (que parodia a última ceia e mostra suas mãos com chagas como as de Cristo) comprova isso. Ele até usa parábolas (pervertidas, sim, mas parábolas mesmo assim) para ensinar valiosas lições a todos os personagens e também realiza "batismos" (jogando TJ e Nicole na piscina).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hesher tem uma atitude meio zen em meio ao caos. Caos que parece criado por ele mas, se observar bem, verá que não é causador de nada. Ele é um catalisador: junta todos os elementos e provoca uma reação entre eles. E assim ele faz com que a trama e a vida de todos os personagens sigam em frente e saiam da letargia em que se encontravam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas várias perguntas sobre ele permaneceram sem respostas. Afinal, quem realmente é Hesher? O que ele faz? Por que (e de quem) estava fugindo? Talvez não importe. O que importa mais é o que ele fez na trama e as consequências nas vidas de todos. E esse mistério faz parte disso, torna-o uma figura quase mística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que parece uma comédia):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/4vR5cWjSaKM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer internacional (bem melhor):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/wRfiUfv9NWY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Joseph Gordon-Levitt:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/AzeSsDQnVkc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Joseph Gordon-Levitt:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/_RqNdVTEeUI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Spencer Susser:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/lpHoNH5RSf8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra (longa) entrevista com o diretor Spencer Susser:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/64Fq3zc1aPw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Rainn Wilson:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/97nRzvtUC8Y" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/1VTzbT13e5w" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canal do YouTube:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/user/HesherIAm"&gt;http://www.youtube.com/user/HesherIAm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso tenha curiosidade, eis um curta metragem que Spencer Susser dirigiu em 2008:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/gYxs7Y7ulrM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8731995985038362814?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8731995985038362814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/hesher-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8731995985038362814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8731995985038362814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/10/hesher-2010.html' title='Hesher (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-3iiLdaN5uBo/TnP255NmLeI/AAAAAAAAAmQ/ZV0Htw0lBvM/s72-c/poster-hesher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3673610096878645516</id><published>2011-09-30T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-30T09:09:18.070-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Star Wars: The Complete Saga (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-T5VfWALCIcE/ToTevG0BVmI/AAAAAAAAAmk/UQmyPtLkmCU/s1600/poster-starwarsthecompletesaga.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-T5VfWALCIcE/ToTevG0BVmI/AAAAAAAAAmk/UQmyPtLkmCU/s1600/poster-starwarsthecompletesaga.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma crítica apenas da nova versão dos filmes em si que, como todos sabem, são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode I - The Phantom Menace (1999)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode II - Attack of the Clones (2002)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode III - Revenge of the Sith (2005)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode IV - A New Hope (1977)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode V - The Empire Strikes Back (1980)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;i&gt;Episode VI - Return of the Jedi (1983)&lt;/i&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Muito se falou sobre as mais recentes alterações, de como elas são desnecessárias e até ultrajantes (segundo alguns fãs mais radicais). Mas já houveram tantas mudanças anteriormente que as pessoas deveriam estar acostumadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As alterações não vão te distrair a não ser que você seja um fã de longa data que já memorizou todos os filmes. Nesta caso, pra quê assistir tudo de novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque estes filmes nunca apresentaram tamanha qualidade visual como nesta versão. E este é o real motivo para comprar ou pelo menos assistir mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os filmes em si continuam tão bons ou tão ruins quanto você lembra. Mas ver tudo em alta definição é uma experiência nova e dá para descobrir pequenos detalhes antes imperceptíveis. Este é realmente o formato ideal para ver &lt;i&gt;Star Wars&lt;/i&gt; (fora do cinema).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que uma das desvantages de ter tamanha definição é que os filmes antigos ficam ainda mais datados. Não pela qualidade de imagem que mesmo nestes casos é soberba. Mas principalmente devido à maquiagem e efeitos visuais. Dá pra ver nitidamente o quão artificiais são alguns dos bonecos e máscaras, por exemplo. É possível notar os mínimos detalhes das texturas de látex e todas as imperfeições saltam imediatamente aos olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não tem jeito: o que mais se falou (e falará) é sobre as novas alterações. Eis algumas das principais mudanças:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Yoda em CGI no Episódio I&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma mudança bem-vinda. Nada contra Frank Oz que é um mestre no que se refere a fantoches. Mas, como os Episódios II e III apresentam um Yoda em computação gráfica, nada melhor do que deixar tudo homogêneo entre os filmes desta trilogia. Se tivessem mudado também o Yoda da trilogia original (Episódios IV, V e VI) aí sim seria desnecessário e causaria muito mais controvérsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ywoUBV_pOiI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Grito de Obi-Wan no Episódio IV&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Okay, isso ficou simplesmente ridículo. Não interfere na história nem nada mas ficou hilário. Parece que o Obi-Wan tá soltando as frangas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/J0EUjobdavw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A porta do palácio de Jabba&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia jurar que isso já tinha sido mudado numa versão anterior...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/0BoOsNnsfsk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Greedo atira primeiro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Esta eu tenho certeza que já foi mudada anteriormente porque causou bastante controvérsia na época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mKEX6QJ-zlQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ewoks piscam&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Que medonho... Ewoks já eram criaturas enervantes e bizarras. Isso é simplesmente... incompreensível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/RnLgh3dudSk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"Noooooo!"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se já não bastasse esse grito ter sido uma das coisas mais ridicularizadas do Episódio III, Lucas achou que seria uma boa idéia colocá-lo também no último filme da saga. Muita gente sentiu-se ultrajada porque a reação de Vader tira a dramaticidade que a cena tinha etc etc. Argumentos válidos ou não, mais uma vez ficou apenas hilário. Até entendo que ele quis criar um paralelo com o final da trilogia anterior (posterior?) mas era totalmente desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/27RVJJfny4I" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desnecessário, aliás, é a palavra da vez. Nenhuma das mudanças justificam-se em termos de melhorarem a trama ou os filmes em si em qualquer aspecto. Por isso muita gente ficou indignada (isso e a nostalgia, claro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas aqueles que esperavam que o produto fosse fracassar nas vendas para desencorajar futuras mudanças por parte de George Lucas tiveram uma tremenda decepção. A caixa quebrou recordes e tornou-se o Blu-ray mais vendido até agora. Não apenas isso mas, com um rendimento inicial de US$38 milhões (só nos EUA), este teria sido o campeão de bilheteria da semana caso tivesse sido lançado no cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ter certeza que, assim que um novo formato for criado e popularizado, George Lucas lançará outra versão da saga. Com novas mudanças, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teaser:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4-opsP6MWK0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cLhGocXP-Is" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurettes:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/xP2HUG8oZtk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/xbSp7L9nnps" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/NiJgjOBzU1U" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/W2OIDo0Bfb8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ak5KJ8XYPGU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4fq4CH3I7SU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cyYBc0RRjdQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/k2r7QzwCIGo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mGA7722VSQM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/hYQxZJrMk1I" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/MPPKEW02CXk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/lablSe_IXlg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deleted Scenes trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mCv6XZFf9tk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stand Up To Cancer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/UM0-A12MmVs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3673610096878645516?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3673610096878645516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/star-wars-complete-saga-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3673610096878645516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3673610096878645516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/star-wars-complete-saga-2011.html' title='Star Wars: The Complete Saga (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-T5VfWALCIcE/ToTevG0BVmI/AAAAAAAAAmk/UQmyPtLkmCU/s72-c/poster-starwarsthecompletesaga.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8120744044531347025</id><published>2011-09-28T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T09:00:10.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Transformers: Dark of the Moon (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tUGOVeh3i3o/Tn-RdZjpQCI/AAAAAAAAAmg/TlzyGXEWScw/s1600/poster-transformersdarkofthemoon.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-tUGOVeh3i3o/Tn-RdZjpQCI/AAAAAAAAAmg/TlzyGXEWScw/s1600/poster-transformersdarkofthemoon.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Transformers: Dark of the Moon&lt;/i&gt; é o terceiro (e provavelmente último) filme da série dirigido por Michael Bay. Bem ou mal, esta sempre foi uma franquia perfeita para este diretor que pôde exercer nela todos os seus "músculos criativos", seu "estilo" ou, melhor ainda, seus maneirismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que se perguntarem para mim &lt;i&gt;Qualé a diferença entre cada um dos filmes de Transformers?&lt;/i&gt; não saberei dizer. Parece que é sempre o cara comum que tenta salvar o mundo pela sua amizade com os robôs que, por sua vez, representam todos os bons valores da Humanidade (quer dizer, valores estadunidenses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso é sempre conseguido através de muito barulho, partes mecânicas se chocando e voando para tudo quanto é lado, explosões, demolições e várias cenas em slow motion. Porque slow motion é igual a drama, não? Pelo menos é isso que o Michael Bay parece pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos pesares preciso dizer que sou fascinado pelos filmes dele. São ruins, extremamente bregas e até ridículos mas alguma curiosidade mórbida sempre me atrai a eles. Eu não gosto mas "preciso" ver, sabe? Ninguém faz essa pornografia de destruição, esse festival de cacofonia e poluição visual como ele. Mas mesmo levando em conta tudo isso, uma coisa é inegável: a direção de fotografia dos filmes de Bay são impecáveis. Este não é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema, como sempre, são as tramas inverossímeis cheias de furos e o roteiro ruim. Este parece dois filmes diferentes: a parte dos Autobots vs Decepticons e a parte do Sam Witwicky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez ele arranjou uma namorada improvável com quem precisa resolver problemas amorosos em meio a uma guerra de robôs. Ah! E apesar dele ter salvado o mundo duas vezes e ser o principal "embaixador" junto aos Autobots o governo norte-americano não pôde sequer arranjar um emprego para ele. Esse seu desemprego parece muito forçado (assim como seu relacionamento com uma namorada daquelas). Nesta parte do filme também não faltam altas doses daquele humor juvenil e infantilóide que Bay parece gostar tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos robôs, novamente os Decepticons descobrem algo que pode destruir (ou conquistar) a Humanidade. E os Autobots, por algum motivo, parecem ter virado terráqueos e vão proteger o planeta e seus habitantes a todo custo. É como se eles fossem imigrantes que querem (muito) provar que são dignos de sua nova cidadania. As falas "patrióticas" e em nome da "liberdade" não ajudam muito também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muito segredo: se gostou dos outros filmes da série, este provavelmente é o melhor. Se não gostou, abandone as esperanças de que Michael Bay tenha mudado. Ele ainda é (e acredito que sempre será) Michael Bay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teaser:&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/3H8bnKdf654" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/kHRf01Gjosk" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8120744044531347025?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8120744044531347025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/transformers-dark-of-moon-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8120744044531347025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8120744044531347025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/transformers-dark-of-moon-2011.html' title='Transformers: Dark of the Moon (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tUGOVeh3i3o/Tn-RdZjpQCI/AAAAAAAAAmg/TlzyGXEWScw/s72-c/poster-transformersdarkofthemoon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2705908700103093621</id><published>2011-09-26T09:00:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T09:00:03.374-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Attack The Block (2011)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-J2LaR9v3saA/TnexETLTFJI/AAAAAAAAAmU/McD47zfyaFw/s1600/poster-attacktheblock.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-J2LaR9v3saA/TnexETLTFJI/AAAAAAAAAmU/McD47zfyaFw/s1600/poster-attacktheblock.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Apesar de &lt;i&gt;Attack The Block&lt;/i&gt; não ter sido dirigido por Edgar Wright (e sim por seu colaborador e amigo Joe Cornish) ele serviu como produtor e é possível sentir em cada detalhe a influência de seu estilo. Há até a presença de Nick Frost!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invasão alienígena é um tema recorrente e bastante abordado no cinema mas esta tem o diferencial de ser ambientada nos conjuntos habitacionais de Londres. Assim, as metáforas sociais (também comuns em histórias deste tipo) ganham um outro contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não conheço muito dos problemas sócio-econômicos britânicos mesmo depois deles ficarem mais evidentes na mídia mundial após os distúrbios ocorridos lá em Agosto deste ano. Mas o diretor cresceu no sul de Londres (onde o filme é ambientado) e passou um tempo entrevistando jovens da região e pesquisando seu modo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dos temas principais do roteiro parecem ser &lt;i&gt;"Ações têm consequências"&lt;/i&gt; e também &lt;i&gt;"Assuma a responsabilidade por seus atos"&lt;/i&gt;. Há vários pequenos comentários sociais por toda a história e, como toda boa ficção científica, esta fala sobre a atualidade. Ela usa elementos fantásticos para fazer comentários sobre o nosso mundo de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os alienígenas são metáforas a problemas que afetam a todos de maneira igual. Aos invasores não importa se a pessoa é rica, pobre, sua etnia, religião, idade... nada. Assim eles podem ser uma referência aos problemas econômicos que recentemente vêm afetando principalmente os EUA e os países do bloco do Euro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua voracidade é tão destrutiva quanto a má gestão. Eles possuem dentes que brilham no escuro pois é impossível negar seu apetite implacável como a ganância. Eles não possuem olhos porque assim é a ignorância e a indiferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, da mesma maneira que vários governos europeus, alguns personagens não conseguem enxergar a verdadeira proporção do problema que começa a surgir na sua própria vizinhança. Alguns até desdenham e menosprezam a ameaça até ser tarde demais para tomar alguma atitude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar destas alusões e subtexto, o filme possui um ritmo frenético e é extremamente divertido. Além de ser uma ficção científica há também inúmeros elementos de filmes de crime e de horror. Não tanto coisas nojentas mas mais no que diz respeito ao suspense e alguns clichés também (que não chegam a arruinar o resto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Attack The Block&lt;/i&gt; é um filme com personalidade inigualável. Direção, fotografia, edição e trilha sonora parecem frescos apesar das referências e influências de várias obras do passado e do presente. É algo que tem o potencial para agradar apreciadores de vários gêneros e, com sorte, vai abrir a mente do grande público para trabalhos de fora do eixo de Hollywood.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/cD0gm7dHKKc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette - Behind the Scenes:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BmKnfi_aQoA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Joe Cornish e o ator John Boyega:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/-S3SDvw_v-s" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Joe Cornish e alguns dos garotos:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/l4wB-Ir9bxw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Joe Cornish, John Boyega e Jodie Whittaker:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ZXkXH-IPswk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Jodie Whittaker - parte 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/MqCA3f5fzRs" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Jodie Whittaker - parte 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/3D-IcSb910A" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Jodie Whittaker - parte 3:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="410" src="http://www.youtube.com/embed/fkuc_Y6C0Y0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2705908700103093621?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2705908700103093621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/attack-block-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2705908700103093621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2705908700103093621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/attack-block-2011.html' title='Attack The Block (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-J2LaR9v3saA/TnexETLTFJI/AAAAAAAAAmU/McD47zfyaFw/s72-c/poster-attacktheblock.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5306255789135324122</id><published>2011-09-21T10:56:00.000-03:00</published><updated>2011-09-21T10:56:28.578-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Gainsbourg (Vie Héroïque) (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-F5B-IOLkRhM/Tm5wIsISkMI/AAAAAAAAAl0/3_JTJoWAhIM/poster-gainsbourg.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Gainsbourg (Vie Héroïque)&lt;/i&gt; conta a história da vida do cantor/compositor francês Serge Gainsbourg (pai da atriz/cantora Charlotte Gainsbourg). O filme é dirigido por Joann Sfar, um dos mais renomados cartunistas franceses, baseado num quadrinho dele mesmo e é sua estréia no cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--b0cV6WZtR4/Tm5wWH67p2I/AAAAAAAAAl4/fQ1luXcTfxE/s1600/gainsbourg1.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/--b0cV6WZtR4/Tm5wWH67p2I/AAAAAAAAAl4/fQ1luXcTfxE/s320/gainsbourg1.jpg" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não estava muito familiarizado com a biografia de Gainsbourg e interessei-me em assistir ao filme por causa de Sfar. E a arte dele está por toda a parte. Seus são os desenhos que Gainsbourg faz no filme e algumas outras ilustrações e designs. Mesmo os atores escolhidos todos têm rostos com traços interessantes, quase como se fossem desenhos de Sfar que ganharam vida. É incrível, por exemplo, como Doug Jones representa com seus gestos e movimento o ritmo das ilustrações do cartunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VO2JkzrG_z0/Tm5wkGqh_MI/AAAAAAAAAl8/nfTFTK6FoQI/s1600/gainsbourg2.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-VO2JkzrG_z0/Tm5wkGqh_MI/AAAAAAAAAl8/nfTFTK6FoQI/s320/gainsbourg2.jpg" width="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A fotografia é ótima mas o que sobressai mesmo é a direção de arte. Em cada momento sempre há um tom predominante de acordo com a emoção. Além disso, cada cena tem composição fenomenal provavelmente por causa da vocação principal de Sfar. Todas as tomadas, todos os ângulos são visualmente perfeitos e bem balanceados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PK2EBvFyiUY/Tm5ww_LreMI/AAAAAAAAAmA/YHMDcoKuf3Q/s1600/gainsbourg3.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-PK2EBvFyiUY/Tm5ww_LreMI/AAAAAAAAAmA/YHMDcoKuf3Q/s320/gainsbourg3.jpg" width="317" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A história, apesar de ser uma biografia, é praticamente um conto de fadas. Há bastante surrealismo só que nunca fica claro se são alucinações, imaginação, esquizofrenia ou embriaguez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1FNqM1QNhck/Tm5w36M9ONI/AAAAAAAAAmE/wELZxlLxUys/s1600/gainsbourg4.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="293" src="http://3.bp.blogspot.com/-1FNqM1QNhck/Tm5w36M9ONI/AAAAAAAAAmE/wELZxlLxUys/s320/gainsbourg4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Mas o roteiro em si não é muito bom. Além das falas não soarem muito naturais, o ritmo é meio truncado. É uma sucessão de cenas que ilustram fatos da vida de Gainsbourg mas sem criar uma narrativa coerente ou fácil de ser seguida. É basicamente como uma colagem de video clips.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TBvHrMVePVk/Tm5w-wBLUBI/AAAAAAAAAmI/f_K7I6x0k9k/s1600/gainsbourg5.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-TBvHrMVePVk/Tm5w-wBLUBI/AAAAAAAAAmI/f_K7I6x0k9k/s320/gainsbourg5.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A maioria das personagens não é apresentada, você precisa saber quem são para poder identificá-los com precisão. É como se o filme partisse do princípio de que todo o público está familiarizado com os detalhes da biografia de Gainsbourg e com a história da música popular francesa (o que não é verdade em nenhum dos casos, principalmente fora da França).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Gz4fn8-hdrc/Tm5xF_7i4mI/AAAAAAAAAmM/eNTeeN5mvWw/s1600/gainsbourg6.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Gz4fn8-hdrc/Tm5xF_7i4mI/AAAAAAAAAmM/eNTeeN5mvWw/s320/gainsbourg6.jpg" width="318" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se for fã de Gainsbourg e conhecer bastante da música (e cultura pop) francesa, provavelmente vai adorar pois identificará todas as referências. Se não, veja ao menos pela direção de arte e pela composição visual soberbas. Só por isso já vale a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (inglês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/FKn_LQLslwM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (francês):&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ih3qI6gVrm8"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Ih3qI6gVrm8&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Joann Sfar (áudio em francês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/O8bxnjlxfGI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com o diretor Joann Sfar (áudio em francês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/Mjxp7W_gKMc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma entrevista com o diretor Joann Sfar (áudio em inglês, legendas em grego):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/PxglXkNLmU0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma última mas extensa entrevista com o diretor Joann Sfar (áudio em francês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/mLJRcpGuqs8" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial do cartunista Joann Sfar:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.joann-sfar.com/"&gt;http://www.joann-sfar.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5306255789135324122?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5306255789135324122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/gainsbourg-vie-heroique-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5306255789135324122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5306255789135324122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/gainsbourg-vie-heroique-2010.html' title='Gainsbourg (Vie Héroïque) (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-F5B-IOLkRhM/Tm5wIsISkMI/AAAAAAAAAl0/3_JTJoWAhIM/s72-c/poster-gainsbourg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2683226235329960202</id><published>2011-09-19T09:50:00.001-03:00</published><updated>2011-10-06T10:08:46.055-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Bridesmaids (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-0YZoi6xDGLs/Tmv6YjkEMuI/AAAAAAAAAlw/jvVddH1vYPo/poster-bridesmaids.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Não é nenhuma novidade que não sou muito chegado a comédias mas resolvi assistir a &lt;i&gt;Bridesmaids&lt;/i&gt; principalmente porque gosto do trabalho que Kristen Wiig faz em Saturday Night Live (mesmo quando o programa não está lá essas coisas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, preciso admitir que o filme não foi feito para mim. Por isso, o fato de eu não ter gostado muito vem mais disso do que de sua qualidade em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O público feminino em geral, por exemplo, parece ter gostado bastante. Principalmente pela maneira mais coerente e verdadeira com que a história trata questões... femininas. Porque parece que em muitos filmes (principalmente comédias escritas por homens) as mulheres e seus problemas são retratados de maneira inadequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há coisas que só acontecem entre mulheres e é impossível, mesmo para qualquer homem com várias amigas (ou irmãs, parentes, esposa etc), saber como realmente funciona esta dinâmica. Por mais que ele tente só poderá escrever uma visão idealizada ou equivocada disso, uma visão de fora. Não é exatamente culpa dele, as coisas simplesmente funcionam assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu assisti com uma amiga que me garantiu que a maioria dos acontecimentos, relações e dilemas do filme são fiéis... guardadas as devidas proporções, claro. Mesmo assim, analisando mais friamente, há alguns pontos fracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena de abertura é engraçada mas logo depois o primeiro defeito fica evidente: as cenas são longas demais, ainda mais para uma comédia. O ritmo não é muito bom e os intervalos entre as partes mais hilárias parecem cada vez maiores com cenas intermináveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partes um pouco mais dramáticas ou românticas parecem muito artificiais e fora de contexto levando em conta o absurdo das cenas cômicas. Aliás, o humor em si é todo baseado na performance da protagonista. É realmente o Kristen Wiig Show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso há uma sucessão de momentos desconfortáveis. Aquelas coisas que você sabe que vão acontecer e sente-se encabulado pelo personagem, não quer nem ver. Se fosse TV eu mudaria de canal mas mesmo assim sobrevivi (inclusive às partes mais nojentas e totalmente desnecessárias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior, pelo menos para mim, é que a trama é extremamente previsível e tudo se resolve de maneira completamente arbitrária. Talvez porque é o primeiro roteiro de Kristen Wiig e sua amiga Annie Mumolo (que faz uma ponta no filme). Há muitos sinais do que vai acontecer e tudo o que eu previ concretizou-se na tela. Não espere surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única boa surpresa foi a trilha sonora. As canções "bonitinhas" são inofensivas ou até insossas porém adequadas ao filme. Mas só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos falaram que &lt;i&gt;Bridesmaids&lt;/i&gt; é uma espécie de &lt;i&gt;The Hangover&lt;/i&gt; para mulheres, que é a melhor comédia do ano ou uma revolução dos filmes femininos. Eu, particularmente, não gostei muito. Mas não é um filme ruim, apenas não é para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gosta de comédias e sente falta de um filme que trate o universo feminino de forma mais verdadeira, provavelmente vai adorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/FNppLrmdyug" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/LzsHQCb4Cqo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/pEJ93pRQ_8w" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Behind the Scenes:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/No4r7lfm_es" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena estendida:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/MfJcEziJcy4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra cena estendida:&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="467" src="http://www.funnyordie.com/embed/facde6f2c7" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-size: x-small; margin-top: 0; text-align: left; width: 560px;"&gt;&lt;a href="http://www.funnyordie.com/videos/facde6f2c7/bridesmaids-sex-tape" title="from Bridesmaids"&gt;Bridesmaids Sex Tape&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2683226235329960202?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2683226235329960202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/bridesmaids-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2683226235329960202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2683226235329960202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/bridesmaids-2011.html' title='Bridesmaids (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0YZoi6xDGLs/Tmv6YjkEMuI/AAAAAAAAAlw/jvVddH1vYPo/s72-c/poster-bridesmaids.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5576728296736873548</id><published>2011-09-12T09:18:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:19:33.775-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Red State (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-tfXJ5Y-By2s/TmN3bf-kTlI/AAAAAAAAAlQ/tVtRUiAEU4o/poster-redstate.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Kevin Smith foi um daqueles prodígios com início de carreira tão surpreendente que seu futuro sempre foi uma aposta. Fez um bom primeiro filme (&lt;i&gt;Clerks&lt;/i&gt;) que era mais sobre si, um interessante segundo filme (&lt;i&gt;Mallrats&lt;/i&gt;) sobre algo que ama (quadrinhos) e um terceiro filme (&lt;i&gt;Chasing Amy&lt;/i&gt;) que junta tudo isso a uma história mais madura. Até mesmo &lt;i&gt;Dogma&lt;/i&gt; foi do meu agrado pelas influências óbvias das noções e universo de &lt;i&gt;Sandman&lt;/i&gt; de Neil Gaiman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, depois disso, Smith fez &lt;i&gt;Jay and Silent Bob Strike Back&lt;/i&gt; e uma porcaria atrás da outra. Simplesmente perdi o interesse. Ele poderia ter feito &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-green-hornet-2011.html"&gt;&lt;i&gt;The Green Hornet&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; mas achou que seria demais para ele e desistiu. E não vou nem comentar o quanto &lt;i&gt;Clerks II&lt;/i&gt; foi desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando achava que a carreira dele tinha acabado, Smith surpreendeu ao anunciar um filme diferente: &lt;i&gt;Red State&lt;/i&gt;. Longe do usual humor juvenil, ele se propôs a tentar fazer um filme de horror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, há suspense, há tensão. Mas não chega a ser um thriller e muito menos horror. Começa como um filme de Kevin Smith com jovens idiotas falando e fazendo coisas idiotas em situações aparentemente corriqueiras. As coisas geralmente giram em torno de maconha e sexo; aqui não é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso é só um pretexto para uma história que tenta tratar de uma visão exagerada do radicalismo religioso e operações nefastas de governos. Só que o filme (relativamente curto) não se aprofunda muito em nenhuma destas questões. Também não se aprofunda muito em nenhum dos personagens apesar do bom elenco com boas performances.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme todo parece ter um longo primeiro ato e depois se perde no segundo (e parece não ter o terceiro). Não é ruim nem monótono. Apenas acho que esperava um pouco mais de substância ou, ao menos, controvérsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controvérsia mesmo veio da questão dos direitos de distribuição que Smith disse que venderia num leilão mas acabou ele mesmo comprando e distribuindo de forma independente. No início, pois agora há disponibilidade não apenas por &lt;i&gt;video on demand&lt;/i&gt; como também será lançado em &lt;i&gt;home video&lt;/i&gt; pela Lionsgate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Red State&lt;/i&gt; não é para todo mundo. Seus temas religiosos e a violência podem ofender ou incomodar muita gente. A tentativa de dar realismo e tensão ao carregar as câmeras na mão (mais algumas técnicas de filmagem e edição) ainda aumenta tudo isso ao ponto em que poderia mesmo ser difícil distribuir o filme por meios convencionais. Mas, como mencionei antes, eu esperava mais. Minha fé em Kevin Smith não foi restaurada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei que mesmo neste filme faltou a presença de Jay e Silent Bob. Mas parando para pensar melhor, talvez algumas atitudes deles tenham sido mencionadas indiretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gostou de alguns filmes de Kevin Smith, assista. Vale pela curiosidade de ver um artista tentar algo diferente. E o final é... interessante. Poderia ter sido soberbo mas termina mesmo como um filme de Kevin Smith. E, a esta altura, não acho que isto seja uma boa coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teaser (que me impressionou na época):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/GAOL1CNpnUQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que acho que mostra demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/uJ1v6oFHefc" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5576728296736873548?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5576728296736873548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/critica-red-state-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5576728296736873548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5576728296736873548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/critica-red-state-2011.html' title='Red State (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-tfXJ5Y-By2s/TmN3bf-kTlI/AAAAAAAAAlQ/tVtRUiAEU4o/s72-c/poster-redstate.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7016671896400782111</id><published>2011-09-05T09:03:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:20:32.836-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Marwencol (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-r2mhbSq5Kxs/TmN2fI5o1JI/AAAAAAAAAlM/TjXM0amSd40/poster-marwencol.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Este é um filme que esperei ansiosamente para ver mas acredito que pouca gente ouviu falar. Por isso acho que é meu dever ajudar a divulgá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Marwencol&lt;/i&gt; é um documentário intrigante sobre um homem que foi espancado na saída de um bar e as consequências físicas, emocionais e psiquiátricas disso. Só que não trata do evento em si mas sim de como ele resolveu lidar com isso tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mark Hogancamp perdeu praticamente toda memória do seu passado e teve que reconstruir todos os aspectos de sua vida. Mas isso passou a refletir-se de maneira inusitada através da arte (ou artes). Ele construiu um modelo em escala de 1/6 de um bar e começou a povoá-lo com bonecos de soldados da 2ª Guerra Mundial. Mais do que isso: os bonecos ganharam nomes, personalidades e ele passou a criar histórias e registrar tudo em fotos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero contar muito pois é interessante descobrir sobre Hogancamp e sua empreitada. Mas saiba que ele construiu mais edifícios e foi adicionando mais bonecos incluindo não apenas um que representa ele mesmo mas também outras pessoas que ele conhece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí que as coisas ficam ainda mais curiosas pois ele passou a representar nas histórias coisas que ele aparentemente não se lembrava da sua vida anterior ao ataque além também de seus anseios e frustrações. A cidade fictícia de Marwencol passou, então, a ser um reflexo do seu próprio subconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hogancamp fotografa obsessivamente, talvez porque as fotos de seu passado são tudo o que restou de sua vida anterior (já que não lembra de quase nada). Parece que ele teme perder a memória novamente e por isso registra tudo (a história de Marwencol) em fotografia. Fotos, aliás, muito boas e muito evocativas. A iluminação, os cenários e as poses dos bonecos passam uma sensação de realidade e emoções genuínas. Não parece alguém "criando arte" para ser admirado ou algo assim, você percebe claramente que ele faz para si, ele faz porque precisa fazer. É uma maneira dele explorar a si mesmo, descobrir-se. E isso acaba virando uma metáfora à vida de todo artista: sempre buscando sua própria identidade, a essência de quem realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você exerce alguma atividade criativa vai se assustar com a facilidade de identificar-se com isso. Mesmo que não tenha, é uma história fascinante sobre a mente humana e sua capacidade em lidar com a dor e a perda. Mesmo que seja a perda de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/pMWFhplFSEQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site oficial:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.marwencol.com/"&gt;http://www.marwencol.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7016671896400782111?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7016671896400782111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/critica-marwencol-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7016671896400782111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7016671896400782111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/09/critica-marwencol-2010.html' title='Marwencol (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-r2mhbSq5Kxs/TmN2fI5o1JI/AAAAAAAAAlM/TjXM0amSd40/s72-c/poster-marwencol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8026569171726346900</id><published>2011-08-29T10:31:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:20:44.005-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Hanna (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-HXp44cfYA1I/TlmLZJ6F1LI/AAAAAAAAAgs/WHEMDpVmVu0/poster-hanna.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Desde que ouvi falar em &lt;i&gt;Hanna&lt;/i&gt; achei que seria um filme interessante. Por ser dirigido por Joe Wright, estrelado por Saoirse Ronan (com Eric Bana e Cate Blanchett) e por parecer uma versão adolescente de Jason Bourne. Poderia ser apenas mais um filme de ação protagonizado por uma garota como tantos outros mas a direção de Joe Wright fez toda a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua sensibilidade e lirismo torna os momentos mais calmos mais intimistas e mais significativos ao invés de serem apenas intervalos entre as cenas de ação. Aliás, foi uma surpresa ver como Wright dirigiu bem as sequências mais movimentadas usando recursos interessantes para mudar o ritmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas de ação possuem cortes ágeis e a câmera sempre em movimento. Seja aproximando-se do personagem ou afastando-se mas, em geral, muitos movimentos circulares (principalmente ao redor, como se fosse um carrossel). Nas cenas de maior intensidade dramática Wright ainda usou o plano sequência com grande eficiência. A ausência de cortes e o constante movimento da câmera torna tudo mais intenso enquanto a perspectiva dinâmica causa inquietação. Você fica na ponta da poltrona, sente como se estivesse lá assistindo a tudo ao vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema de carrossel também reflete-se um pouco na excelente trilha sonora dos Chemical Brothers que mistura ritmos árabes, temas infantis e, obviamente, batidas eletrônicas. Mas a música deles não é só um complemento supérfluo, ela ajuda a contar a história. Os momentos singelos (que lembram brinquedos de bebê ou caixas de música) possuem um pesado riff de guitarra que interfere sutilmente mostrando que há perigo em meio à inocência.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é uma metáfora à adolescência e para isso usa várias referências aos contos de fadas. Não diretas mas à sua estrutura, arquétipos e convenções. Este foi o elemento que mais me surpreendeu porque eu não esperava esse subtexto. Apesar de ser uma máquina de combate, a protagonista é como uma criança protegida que sai e começa a descobrir o mundo, que ele não é exatamente ou somente o que seus pais diziam que é. Que, por mais que tenha sido preparada, sempre há coisas que precisará descobrir e lidar sozinha. Principalmente a verdade sobre quem é e o que isso significa para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hanna&lt;/i&gt; não é somente um thriller ou um filme de ação. O drama e o aspecto familiar não são aleatórios mas sim parte integrante da trama. É uma história sobre amadurecimento, sobre a auto-aceitação e sobre aceitar e lidar com os fatos bons e ruins da vida. Que ambos fazem parte dela e que a vida é apenas isso: sobreviver e viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;[A partir daqui há &lt;b&gt;spoilers&lt;/b&gt;! Não leia se ainda não assistiu ao filme!]&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cervo que ela caça, erra o coração e depois precisa sacrificar simboliza a sua vida. É uma metáfora ao seu treinamento e seu cotidiano na floresta e tudo aquilo que ela abdicou (mesmo que involuntariamente) para preparar-se para o objetivo de sua vida: concluir o objetivo de seu pai. E não é assim que todo filho sente-se? Tentando realizar o sonho dos pais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nisso ela descobre que o sonho do seu pai não é exatamente o sonho dela. Assim, para descobrir seu próprio objetivo, antes ela precisa descobrir quem é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mãe dela morreu e ela vive sozinha com o pai na floresta. O pai é o Caçador mas também o doutor Frankenstein.&amp;nbsp;Assim como o famoso monstro de Mary Shelley, Hanna enfrenta a intolerância, o medo e a incompreensão e precisa fugir. Escondida, ela também aprende com uma família comum os valores que lhe foram negados no início da vida. Ao mesmo tempo em que ela tenta reencontrar seu criador para obter um motivo para viver em paz ela é perseguida por aqueles que acham que sua mera existência representa todos os pecados deles e assim precisam destruí-la para, simbolica ou literalmente, apagarem seu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marissa representa a Madrasta, a Rainha Má. A descoberta da garota que julgava estar morta põe em risco todo o seu "reino". Ela, então, manda Isaacs (o Capitão da Guarda) e seus capangas fazerem o serviço que ela mesma não pode (ou não quer) fazer: eliminar a criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Knepfler, o homem que toma conta da casa de Wilhelm Grimm (dos Irmãos Grimm, que coletaram e publicaram alguns dos mais famosos contos de fadas) representa a figura do Bobo da Corte. Mas, infelizmente, ele não pôde fazer mais do que passar à protagonista algumas informações básicas para o andamento da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O parque decadente simboliza a ruína e o fim da inocência. É a metáfora perfeita à condição atual da vida de Hanna. Sua ida à casa de Wilhelm Grimm é na verdade uma tentativa de voltar à essa inocência. Mas isso não é mais possível, a realidade do mundo adulto alcançou-a. A casa do conto de fadas tornou-se a casa do pesadelo e da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso só resta a ela outro cliché dos contos de fada: ir para a casa da vovozinha. Mas lá também a violência já chegou e destruiu qualquer sonho que pudesse haver. Por isso ela precisa ir e enfrenta o desafio derradeiro: o Lobo Mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marissa por fim encarna esse desafio (ao aparecer saindo da boca do túnel em forma da cabeça do Lobo Mau). Após um breve confronto, Hanna ferida entra no túnel atrás de Marissa. Ela vai ao submundo rumo ao subconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá Hanna encontra um cervo, ou seja, reencontra sua vida que até então ela sacrificava (como mostrado no início da história). Mas o que ela sacrifica ao final é Marissa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela completa sua missão, ou melhor, a missão de seu pai. Agora Hanna tem a própria vida pela frente e precisa buscar sua própria missão: descobrir não o que é (de onde veio fisicamente) mas quem é (aquilo que torna-a única e especial).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente foi colocada uma deixa para sequências e tudo foi feito como o início de uma franquia. Mas prefiro pensar neste filme como uma história fechada com começo, meio e fim pois assim todos os temas se encaixam perfeitamente e possuem mais significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1 (acho que mostra demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/DO7a2WGCJOM" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2 (também acho que mostra demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/Tjtv8tVtVRw" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/annR20vACDE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Saoirse Ronan:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/CwEm13EBe_g" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Saoirse Ronan:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/2h-Kgq4mkKA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Saoirse Ronan e Eric Bana:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/afdQwbMuvMU" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cenas de bastidores:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/8ol6hNjdr8g" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais cenas de bastidores:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/dEMbU17A6nA" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros links relacionados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://focusfeatures.com/slideshow/the_chemical_brothers_sound_vision"&gt;The Chemical Brothers: Sound + Vision&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://focusfeatures.com/article/behind_the_scenes_of_hanna__making_an_action_heroine_for_the_2"&gt;Hanna - Production Notes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://focusfeatures.com/slideshow/joe_wrights_five_films_behind_hanna"&gt;Joe Wright's Five Films Behind &lt;i&gt;Hanna&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4twenty.co.uk/movies/hanna-2/hanna-poster-1/"&gt;Ilustrações de Jock&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8026569171726346900?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8026569171726346900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-hanna-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8026569171726346900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8026569171726346900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-hanna-2011.html' title='Hanna (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HXp44cfYA1I/TlmLZJ6F1LI/AAAAAAAAAgs/WHEMDpVmVu0/s72-c/poster-hanna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6801068506468327411</id><published>2011-08-22T08:54:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:20:57.669-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Super (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-oBtLXWpkSFo/TlJBzFQZshI/AAAAAAAAAgo/XsVQLpZEtKQ/s1600/poster-super.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A primeira impressão que se tem (principalmente pelo trailer) é de que &lt;i&gt;Super&lt;/i&gt; é uma mistura de &lt;i&gt;Kick-Ass&lt;/i&gt; com &lt;i&gt;Juno&lt;/i&gt; numa comédia idiota parodiando super-heróis. Há um certo aspecto de paródia a vigilantes mascarados mas logo você descobre que o filme é muito mais do que isso. Bem, na verdade demora um pouco para ficar evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o primeiro trabalho mais significativo de James Gunn como diretor e ele também foi roteirista nesta e em outras produções menos significativas. À primeira vista, o trabalho dele em ambas as funções deixou-me com uma má impressão mas ao analisar com mais atenção mudei de opinião (discutirei isto mais adiante).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também é o primeiro trabalho de maior destaque de Rainn Wilson (mais conhecido pela versão estadunidense de &lt;i&gt;The Office&lt;/i&gt;). Aqui a performance dele é adequada mas nada que surpreenda. Na verdade é meio difícil criar empatia com este protagonista mas também é preciso lembrar que Wilson estava limitado ao material que lhe foi proporcionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor performance e personagem do filme é mesmo de Ellen Page. Ela interpreta uma garota maluca, neurótica e psicótica. Em alguns momentos parece que ela exagera um pouco na performance ou que está interpretando uma Juno um pouco mais velha. Mas é muito divertido ver o que ela acaba conseguindo fazer e os pequenos detalhes (um olhar, uma risada) que transmitem tanta insanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura do roteiro parece muito ruim. Fatos relevantes são contados fora de ordem o que resulta em vários flashbacks que quebram qualquer ritmo que a narrativa poderia ter. O tempo volta para contar algum detalhe que é importante para o momento e assim tudo parece arbitrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maneira como Frank tem a inspiração para tornar-se um super-herói é ridícula. Seria mais aceitável se ele fosse um geek obcecado por quadrinhos mas... levando-se em conta que esta é (pelo menos em parte) uma paródia a histórias de super-heróis até que faz sentido. Mas o humor é sutil demais, talvez na tentativa de ser irônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois primeiros atos são meio entediantes e você não sabe bem que tipo de filme está assistindo ou o que esperar. Aí vem o terceiro ato e redime quaisquer defeitos que possam ter havido até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí o filme começa a ter mais personalidade, utilizando recursos gráficos e de edição diferentes. Há também várias surpresas (tanto de enredo quanto emocionais) e talvez tudo pareça ainda mais intenso justamente porque os dois primeiros atos foram meio "chatos". Especialmente o final é muito interessante e mudou completamente minha opinião sobre o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parando para analisar melhor, o filme parece ser chato, sem saber exatamente o que quer ser (paródia a super-heróis, comédia sarcástica, drama indie etc). Esta estranheza talvez venha do fato de que os atores parecem trabalhar como se estivessem numa comédia mas a direção e edição tratam tudo com mais seriedade ou ironia, é algo quase esquizofrênico e... Ei! Talvez esta tenha sido a intenção. Porque assim o espectador tem pelo menos uma fração da experiência do protagonista (que claramente tem uma visão deturpada do mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe-se enganar pelo trailer. Se você se interessa por super-heróis precisa ver este filme porque ele não é simplesmente uma paródia ao gênero. Em meio a uma narrativa mal estruturada e com um humor dúbio há questões interessantes a respeito do que leva alguém a querer ser um super-herói na vida real e as consequências disso. Assim há uma conexão (involuntária) com &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-superheroes-2011.html"&gt;&lt;i&gt;Superheroes&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na minha opinião, algumas questões ficaram pendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui há &lt;b&gt;spoilers&lt;/b&gt;! Não leia se ainda não assistiu ao filme.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o policial realmente fez Frank assinar? Porque pensei que não era nada daquilo que ele falou. Achei que isso seria um subplot mas não levou a nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um policial foi morto e a polícia não fez nada a respeito? Não houve nenhuma repercussão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Frank fez com o corpo de Libby?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Sarah ainda manteria contato com Frank (como manteve) por que deixou uma carta ao ir embora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o coelho (metaforicamente)? O que ele simboliza na história?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a personagem de Linda Cardellini (a funcionária do pet shop) não apareceu mais? Eu achei que o Frank voltaria lá ao final (para comprar o coelho) e talvez deixassem implícito que haveria algo entre eles no futuro. Mas... nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, talvez seja melhor relevar tudo isso e apreciar a história pelo que ela apresenta sem analisar demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/ctcURFb7XE4?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Rainn Wilson:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/SFtYK4eh1Y0?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Ellen Page:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/6xKMzjMOhqE?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Liv Tyler:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/9-PusV-YDXk?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6801068506468327411?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6801068506468327411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-super-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6801068506468327411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6801068506468327411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-super-2010.html' title='Super (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oBtLXWpkSFo/TlJBzFQZshI/AAAAAAAAAgo/XsVQLpZEtKQ/s72-c/poster-super.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-874903181720076485</id><published>2011-08-15T09:01:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:21:10.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Superheroes (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-WwVWY22qJ1U/TkcZk4ZWPeI/AAAAAAAAAgg/dz_aUtoCciM/poster-superheroes.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Superheroes&lt;/i&gt; é um documentário da HBO sobre "super-heróis da vida real", pessoas que vestem fantasias e uniformes para combater o crime, fazer justiça ou ajudar ao próximo de alguma maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é bem aquele princípio ideológico comentado por Grant Morrison de que em breve os super-heróis passarão do plano das idéias para o mundo material. A semelhança maior é com &lt;i&gt;Kick-Ass&lt;/i&gt;, quadrinhos de Mark Millar e John Romita Jr que também virou um filme de Matthew Vaughn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documentário começa mostrando a "história de origem" de alguns desses heróis, onde eles atuam, quais são seus "poderes", equipamentos e procedimentos. É muito fácil achar graça ou até sentir pena do que parece ser apenas um bando de adultos emocionalmente imaturos que deixaram-se dominar por fantasias infantilóides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas em meio à "origem" muitos deles relatam passados marcados por abuso e violência contra pessoas próximas ou até eles mesmos. Vemos então aspectos mundanos de suas vidas, dificuldades bem reais e também como eles têm sonhos comuns a todos nós. São pessoas como outras quaisquer. Mas em comum têm a sensação de impotência frente à apatia da sociedade e do poder público perante a injustiça em todas as suas formas. Assim eles buscam colocar seus ideais em prática e partem para a ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a visão deles sobre "justiça" ou o real valor (e consequência) de seus atos de bondade é um tanto quanto ingênuo. Mas o documentário é eficiente ao não apenas salientar o lado humano desses personagens mas também suas boas intenções (mesmo que pueris) que podem fazer diferença ao inspirar atitudes mais positivas e construtivas em meio à sociedade em que atuam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, afinal, não é para isso que servem os heróis? Suas pequenas ações não têm real impacto sócio-econômico ou influência direta e significativa na estatística do crime. Mas o herói não precisa ser apenas aquele que salva com atos de bravura mas sim quem inspira coragem e bondade em cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos em que os super-heróis da ficção viraram somente franquias de grandes corporações que buscam apenas entreter (visando o lucro), talvez o mundo precise de mais heróis como os deste documentário. Ou, pelo menos, de atitudes similares de cada vez mais pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que o documentário esqueceu de mencionar algo que também não deve ter passado pela cabeça desses personagens: a partir do momento em que há super-heróis, abre-se a possibilidade para a existência de super-vilões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo que você não se interesse pelo tema, assista a esse filme pois ele fala mesmo é sobre como cada pessoa age perante à injustiça, como o indivíduo pode inspirar (e mudar) a sociedade e, até certo ponto, de como estamos prontos a julgar o próximo baseados na aparência ou atitude superficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um bom documentário com ação, suspense, drama e humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não há previsão de quando estreará na HBO Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/5zxCLbPncGk?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Michael Barnett e o super-herói Zimmer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2gdpp_WLhMI?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links relacionados:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://superheroesthemovie.com/"&gt;Site Oficial&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.hbo.com/documentaries/superheroes/index.html"&gt;Site da HBO&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-874903181720076485?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/874903181720076485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-superheroes-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/874903181720076485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/874903181720076485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-superheroes-2011.html' title='Superheroes (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WwVWY22qJ1U/TkcZk4ZWPeI/AAAAAAAAAgg/dz_aUtoCciM/s72-c/poster-superheroes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2807231776364922192</id><published>2011-08-08T14:07:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:21:21.982-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Super 8 (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-5ThsDCSRLQ4/TkAXLzZ4wmI/AAAAAAAAAgE/FByLDFnsF1s/poster-super8.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Super 8&lt;/i&gt; é uma ficção científica produzida por Steven Spielberg e dirigida/escrita por J. J. Abrams. Apesar de todo o mistério e segredo com que foi produzido, o primeiro trailer revelou que o filme é uma grande homenagem aos filmes de Spielberg dos anos 80. Principalmente &lt;i&gt;E.T.: The Extra-Terrestrial&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Close Encounters Of The Third Kind&lt;/i&gt; (que na verdade é de 1977) e &lt;i&gt;The Goonies&lt;/i&gt; (produzido por Spielberg e dirigido por Richard Donner). Há algumas similaridades também com &lt;i&gt;Cloverfield&lt;/i&gt; (produzido por Abrams e dirigido por Matt Reeves). Particularmente, achei que o grupo de garotos geeks que lidam com o amadurecimento lembra também Stand By Me (filme de 1986 dirigido por Rob Reiner baseado numa história de Stephen King) e Freaks And Geeks (série de tv de 1999 de Judd Apatow).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme parece ser uma celebração e homenagem a tudo isso, a não apenas uma época mas um mundo (ou uma visão de mundo) que não existe mais. É um caleidoscópio feito de pura nostalgia e deve ser apreciado como tal. Não há nada terrivelmente novo. Mas, tudo bem, não precisa ter. Se o filme funcionar, você terá pelo menos uma fração da sensação de quando assistiu a essas coisas na época ou, pelo menos, de como era descobrir novos filmes num período em que uma história podia moldar e influenciar toda a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é outro filme que é mais interessante se você souber o menos possível. Não darei nenhum spoiler específico mas se não quiser saber absolutamente nada antes, não leia adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história começa com um drama familiar: o garoto protagonista precisa lidar não só com o início da adolescência mas principalmente com a perda da mãe e a falta de conexão emocional com o pai. Seu refúgio é a arte (ele gosta de montar e pintar modelos de trens, monstros etc) e o pequeno filme amador que está tentando fazer com os amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo aparece a possibilidade de um romance juvenil que mesmo antes de começar logo toma ares de Romeu e Julieta. O estreante Joel Courtney (com seu olhar terrivelmente triste e vulnerável) e Elle Fanning (cada vez mais demonstrando talento dramático) conseguem convencer e, mais importante ainda, cativar. Suas interpretações não ganharão nenhum prêmio mas, numa produção com tantos atores jovens, nenhum deles chegou a atrapalhar ou destruir o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os personagens principais têm arcos emocionais simples e previsíveis mas isso tem um efeito positivo inesperado: acaba implementando a sensação de nostalgia. Se o filme fosse apenas sobre isto já estaria ótimo e seria interessante por si só. Mas ainda há o elemento de ficção científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma criatura misteriosa à solta, conspirações militares nefastas, crianças investigando e descobrindo a verdade enquanto os adultos estão ocupados com seus próprios dramas... Coisas que já vimos em várias outras histórias, em vários outros filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Super 8&lt;/i&gt; não é um filme original nem inovador mas não há nada de errado nisso. Esta é simplesmente uma carta de amor à ficção científica dos anos 80 e uma lembrança de como vários dos grandes diretores de hoje começaram suas carreiras: fazendo pequenos filmes caseiros rodados em Super 8mm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: a obsessão de J.J. Abrams por lens flare já está começando a irritar e a distrair demais (quase tanto quanto em &lt;i&gt;Star Trek&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/vpzUCA5i6zY?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/tCRQQCKS7go?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Steven Spielberg:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/sjO7jADDUGQ?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com J. J. Abrams:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/nTtc-gjLmR0?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Joel Courtney:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NJObJZGzxAg?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com os garotos:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/smylfYKH7Ss?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Elle Fanning:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/u87d6gKlw-o?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre &lt;i&gt;The Case&lt;/i&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:662381/cp%7Eseries%3D1543%26id%3D1665485%26vid%3D662381%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A662381" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vídeo "secreto" revela o mistério da criatura (spoilers!):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/4U0hgGJRxCM?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma matéria (em Inglês) lista alguns dos easter eggs e homenagens do filme:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.slashfilm.com/super-8-easter-eggs/"&gt;Super 8 Easter Eggs&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2807231776364922192?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2807231776364922192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-super-8-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2807231776364922192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2807231776364922192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-super-8-2011.html' title='Super 8 (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5ThsDCSRLQ4/TkAXLzZ4wmI/AAAAAAAAAgE/FByLDFnsF1s/s72-c/poster-super8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8079406436698792618</id><published>2011-08-01T09:45:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:21:41.220-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Captain America: The First Avenger (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-pItBDB_Gyys/TjWgKpnm1yI/AAAAAAAAAfw/l7THczJRgKY/poster-captainamericathefirstavenger.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Captain America: The First Avenger&lt;/i&gt; adapta para o cinema mais um dos quadrinhos da Marvel. Se você conhece o personagem e boa parte de sua trajetória não haverá muitas surpresas quanto ao enredo que é bem fiel ao material original (pelo menos nos pontos básicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Edp5jwA0PxY?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das únicas coisas que me surpreenderam foi como incorporaram os quadrinhos e séries dos anos 40 dentro da própria história e também a presença de várias versões do uniforme (e escudo) do herói. Esta foi uma ótima maneira de prestar homenagem a todo o legado do personagem, uma pequena prova de como se importaram com os fãs de longa data.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo uma história de origem, a primeira coisa que precisavam fazer era justamente estabelecer o protagonista: Steve Rogers. Apesar dos efeitos especiais meio estranhos (não funcionaram bem o tempo todo) boa parte do início é devotada a isso com bons resultados. Coincidência ou não, o primeiro ato do filme é muito parecido com o primeiro &lt;i&gt;Spider-Man&lt;/i&gt; de Sam Raimi: jovem fraco mas de bom coração (e que não leva jeito com as mulheres) é atormentado por valentões até que algo acontece e ele torna-se um super-herói. Há também a apresentação de um uniforme "falso" e até a cena trágica com a figura paterna seguida por uma perseguição nas ruas de New York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este talvez seja o mais infantil dos filmes da Marvel. Não no sentido de ser simplório ou imbecilizado, apenas há uma grande sensação de inocência e nostalgia. Talvez pela época (2ª Guerra Mundial) em que apesar de haver grandes tragédias e perdas humanas o mundo era realmente mais simples. Os bandidos eram maus, os mocinhos eram corajosos e sempre estava claro quem eram seus inimigos e seus aliados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isso (cenário+nostalgia), uma parte do filme lembra a série &lt;i&gt;Indiana Jones&lt;/i&gt; que se passa na mesma época e tem um grande espírito de aventura. Outra influência clara é &lt;i&gt;Star Wars&lt;/i&gt;. Os soldados da HYDRA lembram muito o Império (até usam uniformes e capacetes como os Stormtroopers) e o próprio Red Skull lembra Darth Vader em seu modo frio, maléfico e implacável de agir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não ter muito tempo de tela nem oportunidade para dar grande profundidade ao personagem, Hugo Weaving tem uma interpretação marcante e forte presença (como sempre). Dessa vez ele parece ter usado uma voz que lembra muito a de Arnold Schwarzenegger. Pode ser apenas impressão minha mas a entonação pareceu-me bastante similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chris Evans também não ganhará nenhum Oscar mas conseguiu dar certa humanidade ao super-soldado, algo sem o qual o filme não funcionaria. Encontrar (e mostrar) Steve Rogers sempre foi mais importante do que ter alguém que pareça o Capitão América.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hayley Atwell é outra que não teve muito com o que trabalhar nem muito tempo de tela. Mas algo nela me incomodou o tempo todo. Não sei se era a maquiagem ou a cara dela mesmo... Bem, tentaram demonstrar o quanto Peggy Carter não é uma donzela em apuros, que ela tem coragem e capacidade para ser um soldado mas mesmo assim a personagem é movida por emoções e fraquezas frequentemente relacionadas ao sexo feminino. Esse pseudo-feminismo parece ter saído pela culatra mas na verdade nem importa muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei que Bucky Barnes (interpretado por Sebastian Stan) fosse ter mais destaque mas as deixas para o Winter Soldier foram plantadas de maneira inegável e é bem provável que explorem isso em outras sequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dominic Cooper como Howard Starck estava lá mais para traçar um paralelo com &lt;i&gt;Iron Man&lt;/i&gt;. Poderiam ter traçado mais paralelos mas não havia tempo para isso e talvez pudesse desviar a atenção da jornada de Steve Rogers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que deixou um pouco a desejar foram os Howling Commandos. Não fazem muita coisa, só aparecem em poucas cenas e o mais estranho foi a ausência de Nick Fury (ou de &lt;b&gt;um&lt;/b&gt; Nick Fury) entre eles. Era uma chance de aprofundar mais a mitologia cinematográfica da Marvel ao apresentar um Nick Fury da 2ª Guerra Mundial e assim estabelecer que este não é exatamente um nome mas mais como um cargo ou um legado. Ou então fazer como os quadrinhos e ter o mesmo Nick Fury que manteve-se vivo e ativo ao usar a Infinity Formula. Teria sido interessante (mas talvez um filme muito mais longo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande destaque fica para os excelentes atores em papéis secundários: principalmente Tommy Lee Jones e Stanley Tucci. Não há muito o que dizer: eles aparecem pouco mas, quando aparecem, convencem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos técnicos do filme não chegam a surpreender mas são eficazes. O tom quase sépia em boa parte do filme ajuda a realçar a sensação de nostalgia e a trilha sonora (que lembra mais games de guerra do que filmes de guerra) combina bem com o clima de aventura. Fora isso, nada se destaca muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos temas sobre o potencial humano, da responsabilidade no uso da força, da coragem, lealdade e determinação frente às adversidades etc, &lt;i&gt;Captain America&lt;/i&gt; é um filme "fast food": divertido mas sem muita substância. Se o que você espera é isso, pode assistir sem medo. Mas há também diversas referências aos quadrinhos da Marvel (o Cosmic Cube, o pai de Tony Stark, HYDRA, possíveis futuros vilões e até um dos primeiros heróis da Marvel da Era de Ouro que aparece rapidamente). Diversão despretensiosa para todos os públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/JerVrbLldXw?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/W4DlMggBPvc?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre o escudo&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2x8kkR4EsIY?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre a recriação da época&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/iBWsgDFs4wo?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette sobre o Red Skull&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/uKjqwOqpSOo?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns vídeos divertidos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Captain America Dunkin Donuts commercial (Extended Cut)&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/ilp6MggkpwU?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hi, I'm a Marvel...and I'm a DC: Captain America and Green Lantern&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/r-i7WzCm4YI?rel=0" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kids React To Captain America Trailer&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wSdX9-_3vEA?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros links interessantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mtv.com/videos/movies/672689/chris-evans-introduces-mtv-first-captain-america.jhtml#id=1667230"&gt;Entrevista com Chris Evans para a MTV&lt;/a&gt;. Tem algumas coisas interessantes mas são muitos vídeos para eu colocar aqui. Mais fácil assistir no próprio site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://splashpage.mtv.com/2011/07/25/captain-america-the-first-avenger-comics-guide/"&gt;Captain America 101: The Comics Behind The Movie&lt;/a&gt;. Matéria (em Inglês). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hcDTuinqk2Q"&gt;THE AVENGERS Teaser Footage&lt;/a&gt;. É um teaser do teaser que aparece após a cena final depois dos créditos. Cuidado, tremendo &lt;b&gt;spoiler&lt;/b&gt; sobre o final de &lt;i&gt;Captain America&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marvel.com/games/play/59/captain_america_shield_of_justice"&gt;Captain America: Shield of Justice&lt;/a&gt; (flash game)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8079406436698792618?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8079406436698792618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-captain-america-first-avenger.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8079406436698792618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8079406436698792618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/08/critica-captain-america-first-avenger.html' title='Captain America: The First Avenger (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-pItBDB_Gyys/TjWgKpnm1yI/AAAAAAAAAfw/l7THczJRgKY/s72-c/poster-captainamericathefirstavenger.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1592813517705911061</id><published>2011-07-25T10:28:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:22:24.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Rango (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-UZUgJtPFfGc/TixXUQifYLI/AAAAAAAAAfk/a2Dj3Tb0k1A/poster-rango.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Odeio desenhos infantilóides com bichinhos fofinhos cantando e dançando alegremente (ainda mais se forem em computação gráfica). Por isso fiquei longe de &lt;i&gt;Rango&lt;/i&gt;, animação em longa metragem dirigida por Gore Verbinski com dublagem de Johnny Depp e outros. Mas quando uma pessoa de confiança me garantiu que esse filme não é nada do que eu temia, resolvi conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O humor típico dos desenhos hollywoodianos em que há muita comédia física está presente. Assim como um roteiro simples com lições de moral, aprendizado, perseverança e a constante tentativa de dar ao espectador a idéia de que ele é único e especial que, junto com uma educação inadequada e falta de reais parâmetros comportamentais mais a distorção de valores e banalização da cultura, tem causado uma epidemia de narcisismo e desilusão em toda uma geração e... Okay, voltemos à crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história não é lá essas coisas mas não chega a ser um desastre. É uma típica Jornada do Herói (que busca a auto-identidade ou a individualização junguiana) e também uma mistura de paródia e homenagem ao western com todas as convenções do gênero. Este último aspecto é interessante porque há referências a todos os elementos típicos dos faroestes (inclusive a vários filmes específicos) assim como todos os seus tipos de personagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra influência parece ter sido o jornalista/escritor Hunter S. Thompson. Mais precisamente seu romance &lt;i&gt;Fear and Loathing in Las Vegas&lt;/i&gt; e o filme homônimo. Mas as referências são mais visuais e uma ou outra sequência mais psicodélica, apenas isso. Mas, convenhamos, realmente não é algo infantil (ainda bem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-D8-x7oR21uY/TixXe37HNnI/AAAAAAAAAfo/U3SUTaz5Wsw/rango-fearandloathing.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(Comparação dos cartazes)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-cA66W9GVUXU/TixXkk0m-SI/AAAAAAAAAfs/wRhLZSP5qbE/rango-raoulduke-drgonzo.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(Rango encontra com Raoul Duke e Dr. Gonzo)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O diferencial deste filme animado talvez seja a maneira como ele foi produzido. O diretor reuniu-se com o elenco para filmarem todo o roteiro como se fosse um ensaio de uma peça de teatro (com poucos cenários, poucos acessórios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette com cenas das filmagens:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/CDyYGBL0HKw?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais cenas das filmagens:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/LB62pvZrwqk?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é bem diferente do que geralmente se faz em animações hollywoodianas em que os dubladores apenas gravam suas falas sozinhos numa cabine de som. Da maneira como fizeram, &lt;i&gt;Rango&lt;/i&gt; passa uma sensação mais orgânica, mais natural. Não parece somente um amontoado de falas gravadas uma depois da outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o grande destaque é a animação (feita pela Industrial Light &amp;amp; Magic), mais precisamente os cenários, os objetos e a "iluminação". Tudo parece tão real que fica difícil de acreditar que não é de verdade. Já os personagens não estão tão bem animados. Não chega a ser aquela coisa neurótica e enervante dos desenhos da Dreamworks mas comparados a todo o resto eles parecem um pouco fora de contexto. Talvez por terem um design mais estilizado se comparado ao cenário tão realista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gosta de animações hollywoodianas (e tudo que elas representam) provavelmente vai gostar desta também. Se é fã de western, gostará mais ainda. Mas se (como eu) não é muito chegado a nenhuma dessas coisas, mesmo assim experimente assistir. Talvez consiga se divertir um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/k-OOfW6wWyQ?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1592813517705911061?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1592813517705911061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-rango-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1592813517705911061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1592813517705911061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-rango-2011.html' title='Rango (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-UZUgJtPFfGc/TixXUQifYLI/AAAAAAAAAfk/a2Dj3Tb0k1A/s72-c/poster-rango.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7367650871916597230</id><published>2011-07-18T09:27:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:22:39.401-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Source Code (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-a93nugqPGTs/TiNA843OrBI/AAAAAAAAAfg/lW2-sWxTz-k/poster-sourcecode.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Source Code&lt;/i&gt; é uma mistura de thriller e ficção científica dirigida por Duncan Jones que já havia demonstrado grande talento em sua estréia em longas com &lt;i&gt;Moon&lt;/i&gt;. Aqui em seu segundo filme ele aborda alguns temas similares mas de maneira bem diferente e numa escala bem maior (tanto em termos técnicos quanto narrativos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é mais um daqueles filmes em que é melhor assistir sabendo o mínimo possível. Se quer ter pelo menos uma noção do que se trata (pra ver se te interessa) pode assistir ao &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NkTrG-gpIzE"&gt;trailer&lt;/a&gt; mas mesmo ele acho que revela um pouco demais. Uma solução melhor seria assistir aos primeiros minutos do filme:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/QxDY6QNg7nQ?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui há spoilers! Esteja avisado.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espectador começa o filme sabendo tanto quanto o protagonista: quase nada. Isso é bom porque você descobre tudo junto com ele e também aumenta o clima de mistério. Por outro lado, é um pouco mais difícil criar empatia pelo personagem e o foco é imediatamente voltado à trama: o que está acontecendo, qualé o problema principal e como solucioná-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há nada de errado nisso, apenas fica (inicialmente) a sensação de que qualquer arco emocional é menosprezado em detrimento de um quebra-cabeça. Aliás, dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso há dois quebra-cabeças: o que aconteceu no mundo "virtual" e o que está acontecendo no mundo real. Mesmo assim não há tanta exposição quanto eu esperava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não tem noção alguma de Física Quântica a coisa pode ficar um pouco complicada. É necessário um certo nível de abstração para lidar com universos paralelos e várias realidades. Mas mesmo assim o roteiro até que apresenta tudo de maneira acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ciência por trás da tecnologia do filme não é abordada com muita ênfase mas não tem importância. Tudo não passa de algo que ao mesmo tempo proporciona oportunidade para a história acontecer e também impõe limites. E não há problema algum nisso contanto que você simplesmente aceite os fatos e concentre-se na trama em si. Se for analisar e criticar aspectos científicos e tecnológicos estará abordando o filme de maneira equivocada. Qualquer filme, aliás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da atenção estar nos quebra-cabeças e os arcos emocionais parecerem supérfluos as resoluções emocionais foram surpreendentemente satisfatórias. Eu achei que não me importaria com o que o protagonista tinha a conversar com o pai ou por que era importante ele salvar a garota mas quando ele disse que queria voltar mais uma vez e salvar a todos (e atar todos os nós da trama) o filme tomou outro rumo. Foi quando ele tornou-se um personagem mais complexo e completo. Porque até então ele queria apenas solucionar o(s) enigma(s), era a sua única motivação. Mas depois que isso foi feito parece que o verdadeiro personagem surgiu. Sua motivação apesar de ser repentina pareceu sincera e tudo aquilo que havia sido eclipsado por investigações tornou-se importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reviravolta no meio (o fato de que o protagonista estava morto desde o início) não chegou a surpreender. Mas pelo menos a trama não se resume a isso que é apenas mais um fator. O fato de terem colocado isso no meio foi um alívio porque se o filme tivesse se apoiado nisso como o grande trunfo teria sido frustrante. Não há outras grandes reviravoltas ou coisas bizarras mas, como falei, o filme não é sobre isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez devesse haver algo que diferenciasse as realidades. Ao final, por exemplo, muita gente talvez não entenda qual dessas realidades está sendo mostrada. A partir do momento em que Colter morre (e o tempo "para" e depois volta) toda a narrativa volta-se à realidade que ele criou ao salvar o trem. A Goodwin que recebe a sua mensagem é a deste universo paralelo onde também há um Colter Stevens pronto para entrar no Source Code. Não há ambiguidade nem dúvidas. Levando em consideração a Física Quântica, então tudo o que aconteceu (em todas as realidades) realmente aconteceu só que em universos diferentes e este que vemos ao final é apenas um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas há algumas questões não respondidas nesta nova realidade que o final mostra: Como os acontecimentos de uma realidade puderam atravessar e influenciar outra? Como é que a consciência de Colter pôde permanecer no corpo de Sean Fentress? O que aconteceu com a consciência de Sean Fentress? E como é que Christina, que aparentemente já era apaixonada por Sean Fentress, não percebe que este não é o mesmo homem que ela conhece?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okay, agora eu é que estou analisando demais. O fato é que o filme é muito interessante e realizado de maneira magistral por Duncan Jones. Sua sensibilidade e tendência a fazer com que o espectador reflita (a nível emocional e filosófico) permanecem assim como sua abordagem mais tradicional (quase retrô) ao fazer filmes de ficção científica que poderiam acabar sendo apenas mais um amontoado de efeitos especiais nas mãos de outro diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento não há notícias concretas sobre o que ele fará a seguir mas esperarei com ansiedade para ver o desdobramento da carreira deste promissor cineasta que vem criando uma ótima reputação para si. Ninguém mais pode dizer que ele é apenas o filho do David Bowie ou que ele teve "sorte" com o primeiro trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com spoilers demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NkTrG-gpIzE?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Duncan Jones:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/jD0pxTA-0sQ?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Jake Gyllenhaal:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/oqN_44Hd_jQ?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Vera Farmiga:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/RaxzAa1GMPw?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Michelle Monaghan:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/VaHy_HfMCjY?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette onde o físico teórico Michio Kaku faz pequenas explicações sobre Física Quântica:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/NE_ep3n4mhU?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7367650871916597230?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7367650871916597230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-source-code-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7367650871916597230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7367650871916597230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-source-code-2011.html' title='Source Code (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-a93nugqPGTs/TiNA843OrBI/AAAAAAAAAfg/lW2-sWxTz-k/s72-c/poster-sourcecode.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7041918782532426000</id><published>2011-07-11T16:32:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:23:02.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>To Kill A Mockingbird (1962)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-14xwryggMBk/Tftomg5AjfI/AAAAAAAAAcg/OBZBGO5hoIc/tokillamockingbird-book.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Livro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou religioso nem supersticioso mas duas coisas nas quais acredito são sincronicidade e intuição. Não sei exatamente o que são ou como funcionam mas muitas vezes "o Universo" parece tentar me dizer algo e, ao longo do tempo, aprendi que é melhor ouvir. Okay, "O Universo" soa meio esotérico, na verdade é mais como se meu próprio subconsciente estivesse tentando fazer com que eu entenda alguma coisa específica, apenas isso. Às vezes é sobre algo importante mas geralmente resume-se a coisas corriqueiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas semanas passei a deparar-me com o livro &lt;i&gt;To Kill A Mockingbird&lt;/i&gt; (de Harper Lee) sendo mencionado em vários lugares. Muitas vezes. Tantas que cheguei à conclusão de que era mais um caso de sincronicidade e, mesmo sem ter muito interesse inicialmente, resolvi ler o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não sabe, ele basicamente retrata a vida de uma pequena cidade do Alabama na década de 1930 com todos os problemas sociais, raciais, morais e econômicos que a época sugere. A diferença é que tudo é mostrado através da perspectiva de uma criança: Jean Louise "Scout" Finch. Uma breve pesquisa revela que Nelle Harper Lee nasceu e cresceu numa pequena cidade (Monroeville) do Alabama e que muitos aspectos do livro são autobiográficos. Não uma transcrição literal mas mais como uma forte inspiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Scout Finch (de seis anos) tem um irmão quatro anos mais velho assim como Harper Lee. Seu pai também fora advogado assim como o personagem Atticus Finch e ela também tinha forte amizade com um garoto que passava os verões com a tia na casa do outro lado da rua. Esse garoto (Dill Harris no livro) é inspirado em seu amigo de longa data, o renomado escritor Truman Capote (autor de &lt;i&gt;Breakfast at Tiffany's&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;In Cold Blood&lt;/i&gt; que faleceu em 1984).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem levar em conta os aspectos autobiográficos, o livro é fascinante. Não apenas sua história, seus personagens, seu cenário mas também sua estrutura, linguagem, descrições, diálogos. Tudo logo torna-se real, íntimo e vívido para o leitor. É como se você se tornasse mais um morador da pequena cidade de Maycomb, Alabama. Se não leu o livro, leia pois vale a pena. Não darei spoilers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas digo que, ao final, entendi perfeitamente por que precisava lê-lo. Não vou transcrever aqui pois não fará sentido para ninguém além de mim. Mas... mensagem recebida, meu caro subconsciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Harper Lee nunca mais escreveu nenhum outro romance. E, depois do sucesso de seu livro (incluindo o prêmio Pullitzer de 1961), ela parou de dar entrevistas e tornou-se praticamente reclusa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é certo que os temas de &lt;i&gt;To Kill A Mockingbird&lt;/i&gt; continuam atuais e sua mágica nostalgia fascina a todos até hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez Harper Lee já tenha dito tudo o que queria dizer através de seu único livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-zTGgvsaDkRo/Tfto3kzDAKI/AAAAAAAAAck/M_IoXNaL458/poster-tokillamockingbird.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O Filme&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme de 1962 (que no Brasil foi chamado de &lt;i&gt;O Sol É Para Todos&lt;/i&gt;) é dirigido por Robert Mulligan e conta com Mary Badham como Scout e Gregory Peck como Atticus Finch. Este último ganhou o Oscar de Melhor Ator pelo papel (merecidamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim que Peck aparece na tela (e mesmo instantes antes de surgir) você realmente sente que Atticus Finch veio à vida. Sua performance é perfeita e extremamente fiel. Ele até chegou a encontrar-se com o pai de Harper Lee antes das filmagens iniciarem e tornou-se grande amigo da escritora (um dos netos dele até chama-se Harper em homenagem a ela).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o filme tenha suas divergências e pareça mais um breve resumo do livro, ele até que está fiel. Várias cenas e praticamente todas as falas vêm direto do livro. É uma pena que várias coisas ficaram de fora ou estão modificadas mas isso acontece com qualquer tipo de adaptação. E apesar de tudo ainda é emocionante ver algumas das mais icônicas passagens ganharem vida na tela. É como reencontrar um velho amigo e ver que ele não mudou muito ao longo do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico curioso em saber a reação das pessoas que nunca leram o livro ao verem o filme. Isso porque as omissões possivelmente tornam alguns acontecimentos dúbios e confusos. Ou, no mínimo, não têm o mesmo impacto emocional pois não tiveram o mesmo tempo para serem desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a atenção aos detalhes na produção é impressionante. Se tiver acabado de ler o livro ou se lembra de muita coisa é possível identificar a arquitetura, móveis, figurino, objetos, expressões faciais, gestos etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É dito que a própria Harper Lee ficou contente com a adaptação. E isso diz muito sobre a fidelidade e qualidade do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/FwJQPSw_otI?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7041918782532426000?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7041918782532426000/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-to-kill-mockingbird-1962.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7041918782532426000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7041918782532426000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-to-kill-mockingbird-1962.html' title='To Kill A Mockingbird (1962)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-14xwryggMBk/Tftomg5AjfI/AAAAAAAAAcg/OBZBGO5hoIc/s72-c/tokillamockingbird-book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6709116466707933411</id><published>2011-07-04T11:22:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:23:15.292-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Unknown (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-fPyFVtfgYes/ThEhSxBCdXI/AAAAAAAAAfc/zuRz46K9IAs/poster-unknown.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se você está lendo esta crítica porque se interessou por &lt;i&gt;Unknown&lt;/i&gt; e pensa em assistir, desista. O filme é monótono e uma grande perda de tempo. Pensei que Liam Neeson fosse trazer alguma credibilidade à produção mas a presença de January Jones deveria ter me alertado. Neeson e Diane Kruger até tentam trabalhar bem (assim como Bruno Ganz) mas o material não ajuda em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa trata de um homem que após um acidente de carro e dias em coma descobre que outro assumiu sua identidade e que nem mesmo sua esposa parece reconhecê-lo. Obviamente o filme todo mostra o protagonista tentando não apenas recuperar sua identidade mas também descobrir a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema de filmes deste tipo (este em particular) é que, apesar de ser um quebra-cabeças, o roteiro nunca mostra todas as peças e assim o público fica impossibilitado de chegar à verdade. Pode-se dificultar as coisas e usar de artimanhas narrativas para distrair o espectador mas é precisa ser sincero com ele, oferecer-lhe a possibilidade de chegar à conclusão certa. Do contrário, a reviravolta não terá efeito algum. É claro que ninguém sabia do que realmente se tratava: não lhe contaram boa parte da história! Omissão de pistas não é uma técnica narrativa, é um truque barato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma desculpa seria: &lt;i&gt;"O espectador sabe tanto quanto o protagonista e vai descobrindo a trama junto com ele"&lt;/i&gt;. Sim, mas aí o espectador torna-se apenas um passageiro. Ele não sente que está participando de nada, não sente o que o protagonista sente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como criar empatia pelo protagonista porque ele está com amnésia - um recurso raramente usado com bom senso e credibilidade em qualquer história. Ele é uma tela em branco: não tem motivações (além de descobrir a identidade), não possui vínculos significativos com ninguém (o relacionamento com a esposa não foi desenvolvido) e não tem nada a perder (apenas a vida dele, que não nos importa). Portanto, a única coisa que te mantém assistindo é: o que diabos está realmente acontecendo, qualé a verdade? Só que como você está lá apenas de carona, quando tudo é revelado não faz diferença alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, vou poupar seu tempo e revelar a grande reviravolta. Preparado? Okay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[SPOILER!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final você descobre que este filme nada mais é do que um &lt;i&gt;Bourne Identity&lt;/i&gt; com um Jason Bourne de meia-idade. Um assassino que perdeu a memória e passou a acreditar que é uma de suas identidades falsas. Mas ele se redime e tenta deixar para trás seu passado criminoso junto com uma bela garota estrangeira que ajudou-o totalmente por acaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, claro, com muitas marmeladas e acontecimentos totalmente inacreditáveis. Se você analisar por este lado vai começar a revirar os olhos e não assistirá ao filme. Aliás, melhor não ver mesmo. Eu só não me arrependi porque você sempre aprende algo vendo histórias ruins e mal contadas. Aprende o que &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que, aliás, tem um baita spoiler):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/I-lDfKb2SBA?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6709116466707933411?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6709116466707933411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-unknown-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6709116466707933411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6709116466707933411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/07/critica-unknown-2011.html' title='Unknown (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fPyFVtfgYes/ThEhSxBCdXI/AAAAAAAAAfc/zuRz46K9IAs/s72-c/poster-unknown.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2722745404190075999</id><published>2011-06-27T11:33:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:23:26.078-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Adjustment Bureau (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-h7TNNOf0U7c/TgiS8341wDI/AAAAAAAAAcw/I0WPgCPiOI4/poster-theadjustmentbureau.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Adjustment Bureau&lt;/i&gt; é um filme baseado no conto &lt;i&gt;The Adjustment Team&lt;/i&gt; de Philip K. Dick que não li mas sei que sofreu várias alterações na adaptação. Não é um thriller, não é ficção científica, não é romance e nem fantasia com tons religiosos/filosóficos. Na verdade, o filme parece não saber bem o que quer ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os elementos de ficção científica levam tempo demais para serem introduzidos. Talvez quisessem que fosse uma surpresa (pois o começo dá uma impressão de ser um drama romântico) mas o filme é vendido pela sua premissa fantástica, então não há surpresa alguma. É só perda de tempo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E toda a exposição é feita de maneira improvável, com os "vilões" explicando tudo ao protagonista como se fosse uma aula. Tudo isso para depois dizerem &lt;i&gt;"Mas prometa que não fará nada a respeito nem contará nada a ninguém, tá?"&lt;/i&gt;. Fora que tudo acontece porque um desses agentes "infalíveis" dá uma cochilada em serviço! Será que o filme é uma comédia e ninguém me avisou?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que não tem graça alguma é o romance que é totalmente forçado e parece ter sido escrito por alguém que nunca teve real experiência no assunto. Os dois se encontram porque era o "destino" deles. Mas depois eles não aceitam que o "destino" quer mantê-los separados. Aliás, o "destino" também parece não saber bem o quer! Mas por que eles se amam (e assim tão instantaneamente)? Por que você deveria se importar? Parece não haver resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí entra a outra questão do filme: destino versus livre-arbítrio. Os elementos de ficção científica repentinamente ganham conotação religiosa/filosófica, o que não ajuda a explicar coisa alguma. A sutileza de não dizer abertamente quem são os agentes do bureau e, principalmente, quem é o seu chefe é ridícula. Tá na cara o que querem dizer mas mesmo assim o filme quer dar a impressão de deixar a critério do público. É uma ilusão de escolha de interpretação assim como os personagens parecem ter uma ilusão de livre-arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se dissessem que o filme é uma alusão aos roteiros formulescos de Hollywood, que os personagens estão na verdade lutando metaforicamente contra essas normas do cinema popular, que sua busca por livre-arbítrio é uma tentativa de fugir de clichês e que o final extremamente previsível é uma amostra de como isso é impossível dentro da indústria cinematográfica atual... seria extremamente interessante. Mas está claro que não é nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é simplesmente cansativo e frustrante. Um amontoado de clichês sem alma, sem propósito. Sua premissa é apresentada de maneira improvável e a exposição é feita de maneira inverossímel. Aliás, haja exposição. É sempre exposição, exposição, exposição e depois romance forçado e tentativas ingênuas de discutir livre-arbítrio. As coisas demoram muito a acontecer e quando acontecem são coisas que não importam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso, os agentes do bureau são parecidos demais com os Observers da série de tv &lt;i&gt;Fringe&lt;/i&gt;. Desde as roupas/chapéu, o modo de operar, alguns dos poderes e até mesmo os cadernos Moleskine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueça &lt;i&gt;The Adjustment Bureau&lt;/i&gt;. É melhor assistir a todas as temporadas de &lt;i&gt;Fringe&lt;/i&gt; novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/wZJ0TP4nTaE?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2722745404190075999?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2722745404190075999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-adjustment-bureau-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2722745404190075999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2722745404190075999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-adjustment-bureau-2011.html' title='The Adjustment Bureau (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-h7TNNOf0U7c/TgiS8341wDI/AAAAAAAAAcw/I0WPgCPiOI4/s72-c/poster-theadjustmentbureau.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1148661980780354170</id><published>2011-06-20T11:34:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:24:01.953-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Sucker Punch (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-7Lhg30S9O5c/Tf5r-YeI2fI/AAAAAAAAAco/ZPQqnc6sJxs/poster-suckerpunch.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sucker Punch&lt;/i&gt; parece uma tentativa do Zack Snyder de reafirmar sua heterossexualidade após &lt;i&gt;300&lt;/i&gt; (do qual muitos destacaram um possível conteúdo homoerótico). Mas essa reafirmação pública (e cara) é um pouco exagerada e forçada demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentarei não me aprofundar muito na questão do machismo/feminismo porque acaba sendo um pouco subjetivo (cada um enxerga o que quer e da maneira que quer). Mas o que provavelmente deveria ser uma celebração do "girl power" acaba parecendo mais uma apologia ao machismo ou pelo menos um pseudo-feminismo. Snyder tenta reunir todos os fetiches masculinos possíveis (pelo menos os mais esteriotipados) com elementos de fantasia e ficção científica que parecem saídos direto da mente de um garoto de 12 anos. Tudo poderia ser divertido mas a premissa opressiva (de homens abusando de mulheres) acaba tirando qualquer graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque as cenas de ação não têm propósito, são apenas explosões, rodopios, tiros e saltos aleatórios. Tudo parece mais um video game ruim (tem até vários estágios temáticos). Aliás, o filme parece apenas um longo vídeo clip.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okay, há um aspecto positivo: a fotografia. Apesar de muitos cenários virtuais e computação gráfica, as cenas mais convencionais têm uma fotografia interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a trama é fraca, nenhum personagem é desenvolvido o suficiente, as metáforas sutis demais ou caricatas demais. O problema de uma história que alterna entre várias "realidades" é quando uma delas quase não é mostrada, outra é extremamente monótona e a outra parece simplesmente aleatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente diz que apesar de tudo ainda é bom ver um filme que mostra garotas lutando e mostrando-se fortes. Só que isso tudo acontece apenas nos mundos de fantasia dentro do contexto dessa história e não em sua "realidade". Mas ainda creio que o machismo, feminismo ou qualquer outro ismo está apenas na mente de quem os enxerga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você tem curiosidade, se tem uma obsessão nada saudável por uma das atrizes ou se gosta de cenas de ação daquele tipo que usam pra testar/ajustar home theaters, assista e tire suas próprias conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-yEeuNYXTQlc/Tf5sDgY0D_I/AAAAAAAAAcs/xP9xYjWvLdk/suckerpunch-banners.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Esta é a sequência de abertura, os 5 minutos iniciais do filme):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/nSG-6xc-T4U?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui há SPOILERS! Se ainda não assistiu ao filme, pare de ler. Esteja avisado.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, é preciso notar quem é que está narrando o filme, a partir de que perspectiva esta história é contada. Aí é que está a verdadeira questão para entender tudo: a narradora é Sweet Pea, anos depois dos acontecimentos. Esta é a história não do que exatamente aconteceu mas de como ela se lembra de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários fatos para corroborar isso: no começo a narradora fala sobre "anjos da guarda" (uma referência ao fato de que no final Babydoll salva Sweet Pea ao se sacrificar), os nomes dos personagens são os apelidos que Sweet Pea usa para todos e o mais importante é que ela é a única que viu/conheceu o motorista de ônibus (que no mundo de fantasia é o comandante que dá instruções às garotas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fantasia tem dois níveis: o bordel e o mundo sci-fi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bordel é como Sweet Pea via a situação das garotas no hospício: elas eram escravas; usadas e abusadas pelo "proprietário" Blue Jones. A "dança" é uma clara metáfora ao sexo ou, nesse caso específico, abuso sexual. O fato de que o prefeito (não exatamente o prefeito da cidade provavelmente mas uma figura de poder político) e outros homens visitavam o "bordel" e pagavam muito dinheiro pelas "danças" mostra que Blue realmente agia como uma espécie de cafetão (assim como ele é mostrado nesta realidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo sci-fi é uma extrapolação da tentativa das garotas de coletar os itens necessários à sua fuga. O modo como elas se vestem, a função de cada uma dentro da "missão", as armas que usam e o que fazem são metáforas a tudo o que acontece na fantasia do bordel mas também no mundo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é preciso lembrar que são três níveis de realidade, um dentro do outro. Isso é que deve ter causado um pouco de confusão para alguns espectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de que tudo estava claro até demais. Não há, por exemplo, surpresa alguma quando revela-se que tudo o que aconteceu nos mundos de fantasia aconteceu também na realidade do hospício (guardadas as devidas proporções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não ficou muito claro foi quem estava contando a história, quando e por que. Poderiam ter deixado mais evidente também o que cada um dos mundos de fantasia representava (metáforas a o quê). Apesar de todas essas respostas estarem lá, faltou ênfase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As intenções foram boas mas deixaram algumas coisas evidentes demais enquanto outras ficaram obscuras demais. Assim, o que a maioria do público viu e se concentrou foram apenas os elementos visuais e a questão do machismo/feminismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei como Zack Snyder vai lidar com o novo filme de Superman mas espero que não tenha tanta computação gráfica, cenários virtuais e nem câmeras rodopiando em cenas de ação em slow motion. Isso já cansou. Há muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/G68fHZig9nA?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/KrIiYSdEe4E?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/EVr6N7NPJsY?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animated Short "Feudal Warriors":&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/U7ROVr-Eios?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animated Short "Trenches":&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/UIgBoHr18-I?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Animated Short "Dragon":&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/3tClvCc8m_g?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emily Browning e Jena Malone tentam explicar o filme:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/eq9zoCFuKJ8?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas (não muito boas):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/laLtYuWm2co?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1148661980780354170?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1148661980780354170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-sucker-punch-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1148661980780354170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1148661980780354170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-sucker-punch-2011.html' title='Sucker Punch (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7Lhg30S9O5c/Tf5r-YeI2fI/AAAAAAAAAco/ZPQqnc6sJxs/s72-c/poster-suckerpunch.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-115000711575299489</id><published>2011-06-13T11:53:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:24:16.712-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Paul (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-4hz5QQK9Eog/TfLU8PWwx_I/AAAAAAAAAbI/gnJjZcMYom8/poster-paul.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em geral, não sou muito chegado a comédias a não ser que seja algo como os filmes de Edgar Wright, por exemplo, e foi por isso que me interessei por &lt;i&gt;Paul&lt;/i&gt;. Apesar de não ser dele (é dirigido por Greg Mottola) conta com a participação de dois de seus frequentes colaboradores: Simon Pegg e Nick Frost (que também escreveram o roteiro). É estranho vê-los fora de um filme de Wright mas a temática de ficção científica mais cultura geek me atraiu assim como as participações de Kristen Wiig e Bill Hader (ambos de Saturday Night Live). Um dos pontos negativos poderia ser o personagem alienígena em computação gráfica (que no trailer parecia muito mal feito) dublado por Seth Rogen mas resolvi relevar isso e assistir ao filme de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos visuais realmente não estão muito bons e parecem ser de anos atrás. Mas por "sorte" você aos poucos deixa-se envolver pela história e pelos personagens e logo esquece disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simon Pegg e Nick Frost interpretam geeks de uma maneira muito genuína. Longe da afetação exagerada ou trejeitos e estereótipos perpetuados por gente que não sabe muito bem o que diz ou o que faz a esse respeito, o que eles mostram são simplesmente pessoas que têm uma paixão em comum: a ficção científica. Isso foi um grande alívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os outros atores estão todos muito bem e conseguem fazer boa comédia mesmo nos menores papéis. Nada extraordinário mas perfeitamente adequado. E há ainda algumas aparições surpresa (tanto do mundo do cinema quanto dos quadrinhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema de &lt;i&gt;Paul&lt;/i&gt; não é nada do filme em si mas sim da campanha de marketing. O trailer é horrendo e vende o filme como uma comédia idiota genérica cheia de humor pastelão. Sim, há um certo humor juvenil mas não chega a ser idiota ou irritante. São apenas os tipos de coisas que dois amigos imaginariam em meio a uma conversa informal, possivelmente no meio da madrugada enquanto comem junk food e assistem a velhos filmes de ficção científica (principalmente aqueles que adoram desde crianças).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que, além disso, o roteiro possui coração e, apesar de alguns clichês, o clima de amizade parece sincero. Simon Pegg e Nick Frost fizeram uma verdadeira viagem pela América antes de escreverem o roteiro e usaram muito do que vivenciaram para criar a história. E é essa sinceridade que faz com que não seja apenas mais uma comédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este na verdade é um filme de Edgar Wright sem Edgar Wright. Assim como &lt;i&gt;Hot Fuzz&lt;/i&gt; é uma homenagem aos filmes de ação, &lt;i&gt;Paul&lt;/i&gt; é uma carta de amor à ficção científica. Principalmente àquela dos anos 80 mas também de toda a cultura geek em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alegria de estar numa convenção em meio aos seus pares, a ansiedade por encontrar seus ídolos, sentir-se à vontade com um amigo para poder referências à tudo o que você gosta, compartilhar com alguém aquilo que as outras pessoas acham idiota mas que para você é tudo... Se isso soa familiar, há grande chance de você gostar do filme. E, se é fanático por ficção científica (e quadrinhos), há várias referências que serão imediatamente identificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Paul&lt;/i&gt; é um filme divertido. Mas se tivesse sido dirigido por Edgar Wright seria genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se puder assistir junto com alguém que compartilha as mesmas paixões que você, terá uma experiência melhor ainda. Podem até se abraçar no fim do filme, juro que não contarei a ninguém. Afinal, amigo é pra essas coisas (também).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (idiota e com muitos spoilers):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/hljxH-QJq1g?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-115000711575299489?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/115000711575299489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-paul-2011.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/115000711575299489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/115000711575299489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-paul-2011.html' title='Paul (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4hz5QQK9Eog/TfLU8PWwx_I/AAAAAAAAAbI/gnJjZcMYom8/s72-c/poster-paul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1675375913750703365</id><published>2011-06-06T11:06:00.002-03:00</published><updated>2011-09-19T18:25:03.033-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>X-Men: First Class (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-R92f7BpYuZY/TewSlQlbCfI/AAAAAAAAAaY/wW4WZyHN-qo/poster-xmenfirstclass.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Aviso: os nomes dos personagens nesta crítica são os originais em Inglês. Como não li os quadrinhos em Português, não faço idéia de como são chamados por aqui).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter o mesmo título, &lt;i&gt;X-Men: First Class&lt;/i&gt; &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; é uma adaptação da série em quadrinhos homônima escrita por Jeff Parker com arte de &lt;a href="http://rogercruzbr.blogspot.com/"&gt;Roger Cruz&lt;/a&gt; (mais &lt;a href="http://juliabax.blogspot.com/"&gt;Julia Bax&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://amilcar-pinna.blogspot.com/"&gt;Amilcar Pinna&lt;/a&gt; e outros). A trama é inspirada em e faz alusão a várias histórias dos mutantes na Marvel mas não trata de nenhuma em específico e até inventa muitos situações. Assim mostra-se coisas de formas diferentes, equipes que nunca existiram e personagens um pouco alterados ou fora da ordem cronologia original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é um prequel não é necessário conhecimento prévio. Mas se assistiu aos outros filmes e, principalmente, se leu os quadrinhos há várias surpresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é divertido mas quem acompanha notícias sobre quadrinhos e cinema sabe que ele foi feito às pressas (só foi oficialmente finalizado há duas semanas, acredite ou não). E o resultado disso pode ser visto em vários aspectos como uma certa falta de coesão na trama. Há vários elementos (divertidos e bacanas) mas muitas vezes parece mais uma colcha de retalhos, como se tentassem na edição juntar tudo isso num todo coerente. Não há nada horrível ou extremamente ruim, é mais uma impressão mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro ato é um pouco longo com exposição demais e as coisas demoram um pouco a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo ato, ao contrário, as coisas parecem acontecer rápido demais. Introdução de muitos personagens, mais exposição. As cenas de treinamento foram algumas das melhores partes e a edição deu-lhes um bom ritmo mas ainda assim tudo parece apressado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O terceiro ato é um pouco confuso. Com tantos navios e mutantes pra lá e pra cá muitas vezes é difícil saber quem está onde fazendo o que com quem (isso sem contar as frotas navais). Mas as tramas principais têm uma resolução satisfatória e você sente que deixaram soltas as pontas certas para os filmes que já foram feitos e outros que poderão ser realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção de Matthew Vaughn foi acertada e temos que bater palmas pelo que ele conseguiu em tão pouco tempo e com tanta pressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há certa controvérsia sobre quem realmente escreveu o roteiro (ou parte dele) mas ao espectador isso nem interessa tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breve entrevista com o diretor Matthew Vaughn:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/2vaIxCtomNg?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos quadrinhos, a equipe original era formada por Cyclops, Jean Grey, Angel, Beast, e Iceman comandados pelo Professor X. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Arte de Roger Cruz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kjFiaqVB9UE/TewUrjBqSSI/AAAAAAAAAaw/JX4a0YVwci8/s1600/xmenfirstclass-RogerCruz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="147" src="http://3.bp.blogspot.com/-kjFiaqVB9UE/TewUrjBqSSI/AAAAAAAAAaw/JX4a0YVwci8/s400/xmenfirstclass-RogerCruz.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;(clique para ampliar)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No filme temos Professor X, Magneto, Mystique, Moira MacTaggert, Beast, Angel (Salvadore), Banshee, Havok e Darwin. E os vilões Sebastian Shaw, Emma Frost, Azazel e Riptide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O elenco apresenta os personagens:&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:659196/cp%7Evid%3D659196%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A659196" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Charles Xavier, neste ponto, é um homem bem diferente daquilo que esperamos do Professor X. Mulherengo, beberrão, egoísta. Além disso, James McAvoy fez muito bem em não fazer uma imitação de Patrick Stewart. Ele mostra com uma ótima performance um personagem que cresce, amadurece e que aos poucos adquire a determinação, seriedade e ideologia que todos conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o verdadeiro protagonista parece ser Magneto. Esta é a história de como Erik Lehnsherr tornou-se um dos mais poderosos e carismáticos mutantes, um líder controverso mas com fortes convicções. Fora isso, em boa parte do primeiro ato ele é praticamente James Bond (ainda mais se levarmos em conta que temos os anos 60 como cenário). Ele interroga, invade, nada, luta e mata para conseguir informações e alcançar seu objetivo: eliminar um alvo específico. Michael Fassbender interpretou incrivelmente bem todas as nuances deste personagem que não é um herói, nem um vilão e nem mesmo um anti-herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Fassbender fala sobre o aspecto 007:&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:657563/cp%7Evid%3D657563%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A657563" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como sempre, &lt;i&gt;X-Men&lt;/i&gt; usa os mutantes como metáfora para várias coisas que têm a ver com preconceito (de vários tipos) e aceitação. Mas, fora isso, aqui há nitidamente uma conotação homossexual na relação entre Xavier e Erik.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem sutil e, como falei, metafórica mas não pode ser ignorada. É a história de duas pessoas que achavam estar sozinhas e que encontram um par a altura na hora em que mais precisavam. E de como seus ideais divergentes e a maneira como cada um lida com a dor acaba levando-os a caminhos distintos. Assim, o filme todo fala sobre essa relação e, por consequência, de qualquer relacionamento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale notar que o primeiro encontro deles no filme é bem diferente dos quadrinhos onde Xavier conhece Erik como um voluntário na clínica de Gabrielle Haller (outra sobrevivenete do Holocausto assim como Magneto). Mas, obviamente, tiveram que fazer algo mais dramático para o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-5fYTs6DGgnQ/TewU_7IlwFI/AAAAAAAAAa0/U6MpEXndgHw/xmenfirstclass-xaviererik.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mystique até que tem um certo arco emocional. Nada muito profundo mas pelo menos deram algo para a Jennifer Lawrence fazer (além de andar pelada coberta com tinta azul da cabeça aos pés). Poderiam ter explorado ou pelo menos ter introduzido a futura relação de Mystique com Azazel que, como os fãs sabem, resultará no nascimento de outro mutante notório: Nightcrawler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jennifer Lawrence (de cabelos escuros para &lt;i&gt;The Hunger Games&lt;/i&gt;) fala sobre sua decisão em aceitar o papel de Mystique:&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:655682/cp%7Evid%3D655682%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A655682" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Jennifer Lawrence (com cara de bebê e um decote generoso):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Zkb2JidW-vk?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moira MacTaggert, nos quadrinhos, era uma cientista (escocesa) especializada em mutação genética que estudou junto com Xavier e desde então eles tiveram um relacionamento complicado (principalmente porque ela ainda estava oficialmente casada com Joseph MacTaggert). Esse negócio dela ser (norte-americana e) agente da CIA no filme me pareceu um pouco aleatório e uma maneira um tanto preguiçosa de fazer a trama andar. Mas poderia ter sido pior e Rose Byrne não é uma atriz ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rose Byrne fala sobre Moira MacTaggert:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/H0P5bE4kmVE?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastian Shaw originalmente não tem nada a ver com os nazistas (pelo que me lembro). Nos quadrinhos ele simplesmente era um milionário que tornou-se um bilionário com influência na indústria armamentista estadunidense (principalmente uma companhia que depois viria a criar os Sentinels). Mas Kevin Bacon, apesar de muitas vezes parecer apenas um vilão daqueles que torce o bigode, até que se saiu bem porque... ele é o Kevin Bacon. E o Hellfire Club deveria ser um grupo dentro de um grupo com objetivos nefastos, não apenas um nightclub que serve como fachada. Oportunidade desperdiçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin Bacon sobre Sebastian Shaw e seus planos:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/qZo191kIDBw?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emma Frost (interpretada por January Jones) foi um dos poucos erros realmente lamentáveis do filme. Por mais irônico que possa parecer (por causa de suas roupas), a personagem deveria se destacar pela sua presença e personalidade, coisas que faltam a Jones. Tá certo que não deram muito material para ela trabalhar (suas cenas e falas não são, digamos, muito profundas) mas mesmo assim não foi uma escolha acertada. Ela fica o tempo todo com cara de &lt;i&gt;"Tô de lingerie e já falei o que me pediu, agora dá meu cheque que eu vou embora"&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-e1KGqKLX9Gs/TewVh-ewGtI/AAAAAAAAAa4/aha_KL_P1eM/xmenfirstclass-emmafrost.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;January Jones fala sobre os poderes de Emma Frost:&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:620322/cp%7Evid%3D620322%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A620322" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Os outros personagens mal falam (os vilões praticamente não dizem sequer uma palavra) e estão lá mais para fazerem volume e para o filme ter mais cenas de ação. Fica claro em várias lutas individuais que foram escolhidos especificamente para isso mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os uniformes (que podem ser vistos nos trailers) não são idênticos aos dos quadrinhos mas fazem alusão àqueles que a (verdadeira) equipe original vestia. Foi uma homenagem singela mas bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei que poderiam ter usado mais elementos dos anos 60 (visuais, design, figurino, músicas etc). Se escolheram esse cenário em específico, por que não aproveitar? Sim, fazem alusão à guerra fria, mas não muito sobre as tensões sociais e todos os aspectos culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, o filme é realmente divertido (para todos os públicos) e seus defeitos não chegam a atrapalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Não há nenhuma cena após os créditos finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailers:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/0Yq7Za1JnZg?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/kyQKi5-k0UU?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rápida entrevista com o produtor Bryan Singer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Ar_RDXeCBqA?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o elenco:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/xdken1WRzrc?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevistas (alguns trechos repetidos) e cenas de bastidores:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/uAWn5Zpfj4s?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais cenas de bastidores (a introdução em Alemão é curta):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/Y2VQwSRpCvI?rel=0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Atenção! A partir daqui há &lt;b&gt;SPOILERS&lt;/b&gt;! Não leia adiante se ainda não assistiu ao filme. Esteja avisado.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver Magneto com o uniforme mais fiel aos quadrinhos (mesmo que tenha sido só uma cena bem no final) quase valeu o preço do ingresso. Mas essa honra vai para a participação breve mas especial de Hugh Jackman como Wolverine numa cena hilária. E Rebecca Romijn como Mystique (por um instante) também foi uma boa (ótima!) surpresa. Fico feliz por ter evitado spoilers e ser surpreendido com essas aparições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Charles Xavier está usando o protótipo de Cerebro para procurar mutantes aparecem vários outros, a maioria ainda criança. Não consegui ver ou identificar todos mas acho que vi Ororo Munroe (Storm) e Scott Summers (Cyclops).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é impressão minha ou William Stryker Jr também aparece no filme? Ou imaginei coisas? Bom, o pai dele é certeza que aparece (e o filho é pelo menos mencionado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O potencial para sequências é óbvio. Mas como esta "primeira turma" não é exatamente aquela original dos quadrinhos, o que poderão fazer em seguida? Continuar com esta equipe de mutantes, sim, mas como a turma original das HQs poderá ser introduzida? Como os New Mutants? Seria uma saída. Mas aí o que aconteceria com os New Mutants dos quadrinhos? Serão os New New Mutants? Aliás, qual das encarnações da equipe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oh não... parece que os filmes da Marvel estão começando a sofrer do mesmo mal dos quadrinhos: o peso de uma continuidade cada vez mais complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será esse o sinal do começo do fim dos filmes de super-heróis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não perca a próxima "edição", &lt;i&gt;true believer&lt;/i&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Alguns dos atores falam sobre o que esperam dos arcos de seus personagens em possíveis sequências):&lt;br /&gt;&lt;div style="background-color: black; width: 520px;"&gt;&lt;div style="padding: 4px;"&gt;&lt;embed allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" base="." flashvars="" height="288" src="http://media.mtvnservices.com/mgid:uma:video:mtv.com:657566/cp%7Evid%3D657566%26uri%3Dmgid%3Auma%3Avideo%3Amtv.com%3A657566" type="application/x-shockwave-flash" width="512"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1675375913750703365?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1675375913750703365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-x-men-first-class-2011.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1675375913750703365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1675375913750703365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/06/critica-x-men-first-class-2011.html' title='X-Men: First Class (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-R92f7BpYuZY/TewSlQlbCfI/AAAAAAAAAaY/wW4WZyHN-qo/s72-c/poster-xmenfirstclass.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3757705418409353022</id><published>2011-05-30T11:41:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:25:21.308-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Norwegian Wood (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-vBokWpfFdv4/TeBVu1d1iII/AAAAAAAAAaU/9h9HkU3HLmY/poster-norwegianwood.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Antes de mais nada, tenha em mente que esta não é uma crítica como tantas outras que tenho feito. Na verdade, esta é uma &lt;b&gt;não-crítica&lt;/b&gt; de um filme que &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; assisti. Calma, há uma explicação (ou pelo menos uma tentativa de justificar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haruki Murakami é um dos autores que por algum motivo nunca tive oportunidade de ler. Sempre ouvi falar, claro, mas alguma coisa ou outra surgia e assim sempre acabei deixando para depois. O mais estranho é que algumas pessoas perguntavam se ele não era meu escritor favorito pois parecia que eu tinha muita influência dele. Não que eu (ou qualquer outra pessoa) queira me comparar a ele, isso seria ridículo. Apenas parece (diziam) que eu li muito seus livros e buscava o mesmo tipo de sensibilidade ou até uma voz parecida naquilo que escrevo. Claro que isso sempre me intrigou mas o mistério para mim só foi solucionado quando resolvi ler &lt;i&gt;Norwegian Wood&lt;/i&gt; antes de assistir ao filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse livro ser diferente do seu estilo usual (que geralmente tem tons e elementos mais surrealistas, ouvi dizer) é mesmo inegável o talento dele em descrever coisas mundanas com lirismo, de representar todas as nuances de diferentes emoções, de elaborar os personagens de maneira tão real e profunda. Isso levando em conta que o livro todo é narrado em primeira pessoa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil identificar-se com o protagonista. Ele age e reage com naturalidade a tudo o que acontece com ele, não tem ações ou reações exageradas. Ele não sabe quem é, não sabe o que quer e, por isso, quando qualquer coisa acontece não sabe muito bem como agir. É apenas alguém procurando fazer o melhor, tentando ser o melhor possível mas errando muito ao longo do caminho. Ele aprende a duras penas que toda ação tem consequência e que suas decisões não afetam apenas a si mesmo. Em resumo, é um personagem que representa o amadurecimento, a transição de adolescente para adulto enquanto ele mesmo (como elemento na narrativa) cresce e se desenvolve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ao longo da história o autor começou a escrever sobre coisas que me assustaram. Não no sentido de medo mas coisas que me tocaram emocionalmente de uma maneira que eu não esperava. Ele descreve em detalhes situações que aconteceram comigo e que nunca contei a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos dizer que são apenas coisas genéricas e comuns a qualquer relacionamento ou contato humano, que é apenas o caso de um exímio escritor criando uma conexão sem precedentes com o leitor etc. Sim, mas as coincidências são grandes demais em algumas partes. Não é apenas &lt;i&gt;"parecido"&lt;/i&gt; ou algo que &lt;i&gt;"lembra"&lt;/i&gt; isso ou aquilo. Não, são descrições exatas de todos os detalhes desses acontecimentos (mais de um). Como se alguns momentos da minha vida fossem tentativas inconscientes de tentar encenar trechos deste livro. Por causa disso li em muitíssimo pouco tempo (para mim) e tudo pareceu extremamente vívido e real. É como se eu fosse Ebenezer Scrooge sendo visitado pelos fantasmas dos natais passados. Sim, no plural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma experiência massacrante e mágica ao mesmo tempo. E assim que descobri que Haruki Murakami sempre foi o meu autor favorito mesmo sem eu saber disso ou ter lido qualquer coisa dele antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após terminar de ler o livro tentei assistir ao filme e é aí que começou o problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que nenhum filme jamais será uma adaptação completamente fiel de um livro. São mídias/artes diferentes que utilizam ferramentas diferentes e com as quais interagimos de maneiras diferentes. Mas muitas vezes é possível manter um tom similar, reconhecer os personagens e pontos da trama. Quase como relembrar algo precioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o meu problema pessoal: ler o livro é que me deu essa sensação de relembrar algo precioso. O filme parece outra coisa completamente diferente. Como se eu tivesse contado uma história muito íntima a alguém e depois pedisse para a outra pessoa recontar tudo para mim da maneira como ela entendeu. Os detalhes estão diferentes, a ordem não está certa, alguns personagens estão completamente irreconhecíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consegui assistir ao filme inteiro. Tentei, mas depois de vários minutos tudo parecia tão... errado. Os atores não se parecem com a imagem mental que eu criei para cada personagem, não agem da mesma maneira, não falam da mesma maneira e em alguns casos têm personalidade totalmente oposta. A estrutura narrativa também foi completamente alterada e assim nada tem o mesmo impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa não é inteiramente do filme (nem de ninguém envolvido na sua produção) que é apenas a versão do diretor, a maneira como ele interpretou a história. Eu é que (por todos os motivos que mencionei acima) levei tudo para o lado pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das vantagens que o filme poderia ter sobre o livro seria no uso da trilha sonora. Realmente tocar as músicas que no livro foram apenas mencionadas poderia resultar em cenas belíssimas. Mas licenciar todas seria impossível (e caro demais) e, pelo que pude perceber, mesmo a canção dos Beatles não foi utilizada com o mesmo impacto que no livro (e muito menos vezes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a fotografia está muito boa e as locações oferecem belas paisagens. Pena que não se parecem em nada com os cenários que imaginei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, creio que tudo se resume a uma questão de opinião pessoal. Se você leu o livro (e gostou muito) vai perceber que o filme é bem diferente e isso pode te incomodar. Se nunca leu, talvez goste do filme e veja-o pelo que ele é e oferece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tentei mas creio que jamais poderei assistir ao filme. Para mim, será melhor ler o livro novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailers:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/tqiYXmpb41I" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/kYBgsyBwYso" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3757705418409353022?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3757705418409353022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-norwegian-wood-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3757705418409353022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3757705418409353022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-norwegian-wood-2010.html' title='Norwegian Wood (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vBokWpfFdv4/TeBVu1d1iII/AAAAAAAAAaU/9h9HkU3HLmY/s72-c/poster-norwegianwood.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8798041226010067848</id><published>2011-05-23T12:09:00.002-03:00</published><updated>2011-09-19T18:25:37.972-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Vanishing On 7th Street (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-iOS9n6vOMKk/Tdp3u2DBZrI/AAAAAAAAAaQ/zu3jRn5-wEQ/poster-vanishingon7thstreet.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Vanishing On 7th Street&lt;/i&gt;, filme de horror dirigido por Brad Anderson, brinca com um dos medos mais primordiais: o medo do escuro. Só que parece o tipo de filme que tinha uma premissa mas não uma resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ver o trailer vai perceber que trata-se de uma história com elementos pós-apocalípticos em que, aparentemente, quase todas as pessoas sumiram consumidas pelas sombras e a escuridão. E é só. Não vai muito além disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas similaridades com filmes clássicos de zumbis (pequeno grupo de sobreviventes esconde-se num local confinado enquanto tentam coletar suprimentos). Mas nesses filmes geralmente não importa a origem dos acontecimentos ou o que realmente está acontecendo porque tudo é uma desculpa para a trama falar de temas sócio-econômicos ou morais de maneira metafórica. Mas aqui não há nada disso e, portanto, a única coisa que importa é exatamente: o que está acontecendo? Mas a resposta nunca vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda: não há resposta para absolutamente nada. Nem o que era aquilo, por que aconteceu, por que ficou mais forte, por que ficou mais fraco, por que parou, por que voltou. Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido é mais parecido com &lt;i&gt;The Happening&lt;/i&gt; do Shyamalan do que com filmes de zumbis (com resultados igualmente frustrantes e hilários).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mínimo que poderiam ter feito era arcos decentes para cada um dos personagens. Que eles explicassem quem são, o que querem (até que tentaram mas não convenceram) e depois mostrar algo que ao menos os redimisse de alguma maneira ou oferecesse conclusão. Mas, não. Nenhum deles se desenvolve e não há resolução alguma de nada em termos dramáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os personagens principais são interpretados por Hayden Christensen, Thandie Newton e John Leguizamo. Destes, só Newton está mais convincente. Ela geralmente é uma boa atriz mas aqui atua com tanta intensidade que acaba distoando um pouco. E é melhor não falar mais nada sobre o elenco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o elemento principal são as sombras há, obviamente, referências ao &lt;i&gt;Nosfetaru&lt;/i&gt; de Murnau. Você sabe, aquela cena:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/mCUW4SwmfGc" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, uma cena icônica do cinema. Mas copiar isso e utilizar num filme todo, não dá. Uma cena atrás da outra apenas disso só pode resultar num filme monótono onde o único "medo" é de que as luzes vão se apagar. Aliás, a única maneira de tornar o filme interessante será se a energia elétrica acabar enquanto você estiver assistindo. Não porque ficará com medo mas sim porque vai se irritar de não descobrir logo que diabos está acontecendo ou o que é isso tudo. Pena que, mesmo se a energia retornar e você ver o filme até o fim, não obterá resposta alguma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama tem estrutura narrativa dúbia, muitos furos e coisas convenientes demais. O diretor tenta segurar tudo apenas com estilo e nada mais só que uma situação atrás da outra não formam, por si só, uma história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você odeia aqueles filmes em que as coisas falham nas piores horas ou quando os personagens sempre conseguem fazê-las funcionar de novo e escapar no último instante, não assista &lt;i&gt;Vanishing On 7th Street&lt;/i&gt; porque ele é assim do começo ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/uFbBIUcklt8" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8798041226010067848?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8798041226010067848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-vanishing-on-7th-street-2010.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8798041226010067848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8798041226010067848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-vanishing-on-7th-street-2010.html' title='Vanishing On 7th Street (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-iOS9n6vOMKk/Tdp3u2DBZrI/AAAAAAAAAaQ/zu3jRn5-wEQ/s72-c/poster-vanishingon7thstreet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8483507209580799495</id><published>2011-05-16T11:16:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:25:50.223-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>My Soul To Take (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-BtDDqVykfYE/TdEwJ4SYFtI/AAAAAAAAAaM/F9kDCDET7Vg/poster-mysoultotake.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;My Soul To Take&lt;/i&gt; é um filme de horror entediante feito por aquele que é considerado um dos grandes mestres do gênero: Wes Craven. Não sei por que ele fez esse filme. Às vezes dá a impressão de que seu ego chegou ao ponto dele achar que pode fazer qualquer porcaria que, se tiver seu nome, será um sucesso. Mas prefiro não acreditar nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente é porque todos à sua volta ficaram com medo de dar sugestões ou contrariá-lo. Quem são eles para dizerem que &lt;i&gt;o grande mestre&lt;/i&gt; está errado ou que seu trabalho precisa de algumas revisões? O resultado é um filme genérico e medíocre que mais parece algo feito por um fã sem talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exposição da premissa é feita em forma de uma lenda urbana sobre um assassino legendário que morreu de forma extraordinária e dizem que vai voltar para se vingar. Soa familiar? Não acha que parece um pouco demais com &lt;i&gt;A Nightmare on Elm Street&lt;/i&gt;? Não? Okay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há semelhanças a algumas outras franquias como &lt;i&gt;Scream&lt;/i&gt; (o assassino liga para uma vítima antes de atacá-la), &lt;i&gt;Friday the 13th&lt;/i&gt; (o assassino parece uma força da Natureza ou a vingança encarnada e usa uma máscara) e &lt;i&gt;Halloween&lt;/i&gt; (uma vítima esconde-se no armário numa cena idêntica ao filme de John Carpenter) mas essas "referências" não servem a propósito algum. Apenas distraem. Talvez quisessem dar algo extra aos fãs de filmes de horror mas a reação mais comum provavelmente será de frustração: &lt;i&gt;"Sério? Pra quê isso?"&lt;/i&gt;. O problema é que ele usa exatamente as mesmas regras que ele desconstruiu em &lt;i&gt;Scream&lt;/i&gt;. Não tem como fazer isso e levar-se a sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é terrível. A estrutura é tão óbvia e simplória que parece que não houve nenhum esforço em realmente tentar contar uma história. É como se simplesmente tivesse seguido uma velha fórmula de &lt;i&gt;"Como fazer um filme de horror"&lt;/i&gt;. E o pior é que logo mistura isso a um típico filme sobre adolescência estadunidense (com todos os clichês imagináveis jogados aleatoriamente). O que também não é muito original ou empolgante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As falas são muito mal escritas e os atores são terríveis. É impossível prestar atenção por muito tempo. Ainda mais que há exposição demais. A trama leva muito tempo tentando estabelecer personagens que não são nem um pouco interessantes e cada um deles é apenas um arquétipo de personagens de filmes de horror (e mais ainda de filmes do Wes Craven). Até os personagens secundários são esteriótipos. É praticamente uma paródia. Daquelas bem sem graça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda essa parte sobre adolescentes é desnecessária e parece escrita por alguém que não se lembra mais o que é ser um adolescente (ainda mais nos dias de hoje). Imagine um velho tentando parecer "bacana" mas que só consegue mesmo se humilhar na frente dos jovens. É mais ou menos por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algumas mortes bobas, óbvias e monótonas a segunda metade parece ser outro filme (que também não é nada bom). Há algumas reviravoltas e "surpresas" mas nada que não fosse previsível ou simplesmente ridículo demais. As revelações de quem é filho de quem que é irmão de quem etc parece coisa de paródia de novela mexicana. Nesse ponto você começa a pensar que houve algum erro de comunicação. Que o roteirista escreveu uma comédia e o diretor achou que era um filme de horror. Só que ambos são a mesma pessoa: Wes Craven. Então, não há desculpas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;My Soul To Take&lt;/i&gt; é um filme que parece incompleto. Tenta abordar vários gêneros com várias tramas e vários personagens mas não desenvolve nenhum desses aspectos. É como a primeira montagem de um filme feito a partir de um primeiro rascunho. O que provavelmente é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o que você quer é um típico filme de horror dirigido pelo Wes Craven mas que não oferece nada de novo, vá em frente. Ou então assista novamente a alguns de seus filmes favoritos feitos por ele no passado, talvez seja melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/RmByUgdi6wE?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Literal Trailer (é genial e mostra o quanto o filme e o trailer são ridículos):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Dg-Pa_A8FF4?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8483507209580799495?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8483507209580799495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-my-soul-to-take-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8483507209580799495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8483507209580799495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-my-soul-to-take-2010.html' title='My Soul To Take (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-BtDDqVykfYE/TdEwJ4SYFtI/AAAAAAAAAaM/F9kDCDET7Vg/s72-c/poster-mysoultotake.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8607495206307830469</id><published>2011-05-09T10:56:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:26:06.167-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Cold Prey 3 [Fritt Vilt III] (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-DtrFJO_RgJ4/Tcb1mC-n_pI/AAAAAAAAAaI/i3Vz-l0rOVs/poster-coldprey3.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Cold Prey 3&lt;/i&gt; (Fritt Vilt III) é um "slasher film" norueguês. Apesar de ser o terceiro da série, na verdade este é um prequel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-cold-prey-fritt-vilt-2006.html"&gt;&lt;i&gt;Cold Prey 1&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-cold-prey-2-fritt-vilt-ii-2008.html"&gt;&lt;i&gt;Cold Prey 2&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; são ótimos exemplos dentro de seu sub-gênero e eu não via motivo algum para fazerem um prequel. Tentar explicar a origem do "monstro" seria um erro pois (assim como em outras séries similares) ele funciona muito melhor quando envolto em mistério, quando é apresentado mais como uma força da Natureza, um mal implacável e impiedoso. Por um lado, não fizeram isso mas, por outro, não fizeram nada de interessante também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que você precisa saber sobre o "monstro" já é mostrado no primeiro filme. O que tem aqui é somente algo que tenta justificar sua existência mas é breve demais e simplório demais. O resto da trama é ainda mais desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tenta forçadamente estabelecer a época (anos 80) através da trilha sonora (que é bem genérica) e alguns eletrônicos. Ah! E um dos caras aparece vestindo uma camiseta dos Smiths (apesar de não tocar nenhuma música da banda no filme). Pra quê? Se a época não é um elemento importante na história, que fosse deixada de lado. Colocar coisas aleatoriamente dessa forma apenas distrai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior mesmo são os sustos bobos e o suspense forçado que fazem deste apenas um "slasher film" genérico com todos os clichês imagináveis. Os personagens abrangem todos os estereótipos e mais nada além disso. Eles são estúpidos e vão àquele lugar por um motivo estúpido. Aliás, nem parece haver outro motivo além de &lt;i&gt;"Ouvi dizer que algo macabro aconteceu lá há muito tempo, vamos dar uma olhada"&lt;/i&gt;. Depois disso o filme simplesmente desanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava fazendo uma lista das coisas ridículas e absurdas que acontecem na trama mas acabou ficando longa demais. Porque &lt;b&gt;tudo&lt;/b&gt; o que acontece é ridículo e absurdo! Além dos clichês do sub-gênero (como mencionei) eles ainda vão além e parece que tentam propositalmente superar a si mesmos com um roteiro cada vez mais idiota. Chega a ser cômico e frustrante ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de filmes como &lt;i&gt;"Scream"&lt;/i&gt;, que desconstruíram o gênero do horror, não tem como usar estas "regras"/clichês e levar-se a sério. Alguns podem dizer que este filme é assim por ser &lt;i&gt;"um comentário ou homenagem aos filmes típicos da época"&lt;/i&gt;. Mas não é esta a impressão que passa. É simplesmente um filme ruim. Não um filme de horror mas sim um filme horroroso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final é particularmente inacreditável. Depois de tantas coisas ridículas, terminar daquela maneira... Eu comecei a rir (talvez como válvula de escape para o acúmulo de frustração e incredulidade). Você também vai rir... se conseguir assistir até o final. Não sei como &lt;b&gt;eu&lt;/b&gt; consegui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria melhor se &lt;i&gt;Cold Prey 3&lt;/i&gt; tivesse continuado a história a partir de onde parou o segundo filme. Do jeito que está, é totalmente desnecessário. Melhor assistir a &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-cold-prey-fritt-vilt-2006.html"&gt;&lt;i&gt;Cold Prey 1&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-cold-prey-2-fritt-vilt-ii-2008.html"&gt;&lt;i&gt;Cold Prey 2&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; novamente. Pelo menos eles têm a atriz Ingrid Bolsø Berdal (e são melhores)!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/CymhkcuwZOo?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8607495206307830469?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8607495206307830469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-cold-prey-3-fritt-vilt-iii-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8607495206307830469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8607495206307830469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-cold-prey-3-fritt-vilt-iii-2010.html' title='Cold Prey 3 [Fritt Vilt III] (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DtrFJO_RgJ4/Tcb1mC-n_pI/AAAAAAAAAaI/i3Vz-l0rOVs/s72-c/poster-coldprey3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2397079641542772755</id><published>2011-05-02T10:47:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:26:42.855-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Thor (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-6hW8lM2vHiE/Tb3Ka3EY9KI/AAAAAAAAAZ4/bQnjY4N2Lso/poster-thor.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt;, dirigido por Kenneth Branagh, é um drama familiar de proporções épicas disfarçado de filme de ação/aventura que adapta mais um personagem dos quadrinhos do universo Marvel para o cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de introduzir os personagens humanos, o filme começa com Odin explicando o que é Asgard. Na hora achei um pouco estranho porque parecia que ele estava falando diretamente ao espectador. Mas depois percebi que na verdade ele estava dizendo tudo a Thor e Loki quando ainda eram crianças. É uma maneira breve e eficaz de resumir o que é Asgard e quem são e o que fazem os Asgardianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também serve para racionalizar a mitologia dando-lhe um certo ar de ficção científica. Não sou muito a favor da racionalização ou da tentativa de "explicar" mitologias pois elas perdem muito do seu encanto e significado. Mas dentro do contexto do universo Marvel (ou de seus filmes) era necessário para estabelecer um paralelo com outros personagens mais mundanos e voltados à ciência como Iron Man (ou Homem de Ferro, como queira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O flashback da batalha épica entre os Asgardianos e os Gigantes de Gelo parece mais alguma cena de &lt;i&gt;The Lord of the Rings&lt;/i&gt; (não que isso seja uma coisa ruim). A outra batalha (protagonizada por Thor e seus amigos) é menor em escala mas pelo menos para mim foi a cena mais espetacular de todas. Aliás, o filme seria mais divertido se fosse exatamente isso: as aventuras de Thor e seus amigos nos Nove Reinos. Mas, no caso, era preciso estabelecer uma relação com a Terra para que fosse dada a deixa para &lt;i&gt;The Avengers&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um mal que tem permeado os filmes da Marvel. Claro que é muito bacana eles tentarem estabelecer no cinema algo que já existe nos quadrinhos: um universo compartilhado que abrange vários títulos. Mas com isso também vêm os aspectos negativos: carga da continuidade, problemas com acontecimentos paralelos, referências em demasia, fatos/acontecimentos/personagens que só serão utilizados plenamente em outra história etc. E o pior de tudo é quando estes aspectos são implementados em detrimento da trama, da história principal do filme. Com isso sempre temos a impressão de que estamos assistindo não a um filme mas a uma série de prévias para um filme de verdade que ainda está por vir (neste caso, &lt;i&gt;The Avengers&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/GvL4iJy2PPw?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as sequências épicas do começo foram apenas para estabelecer a personalidade de Thor para depois mostrar as consequências de seus atos impetuosos. Coincidência ou não, a premissa lembra muito a história de um outro deus do trovão: Susano-o (do shintoismo, a religião nativa do Japão). Na verdade, Susano-o era o deus da tempestade. Mas ele também era impetuoso e por desrespeitar sua irmã Amaterasu (deusa do sol) foi banido para a Terra onde realizou atos de bravura e assim conseguiu encontrar meios de reconciliar-se com ela posteriormente. Não vi em nenhum lugar alguém dizer oficialmente que esta foi a inspiração para o filme mas as similaridades são inegáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Susano-o enfrentando o Yamata no Orochi (a serpente gigante de oito cabeças):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-J_lx5ve2uG8/Tb3Kn5xDUSI/AAAAAAAAAZ8/0a94gMvXxQU/Thor-Kuniteru_Gozu_dragon.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A parte terrena parece outro filme. Os personagens humanos (assim como os amigos Asgardianos de Thor) simplesmente são apresentados e... só. Sim, cada um deles tem uma função específica (interesse romântico, humor, exposição etc) mas não são desenvolvidos ao longo da trama. Você não tem uma boa idéia de quem são e do que querem de verdade; são apenas elementos num roteiro. Assim, o romance (por exemplo) não é interessante, crível ou relevante. Simplesmente está lá como "motivação" mas você não sabe (nem sente) muito bem por quê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jane Foster (interpretada por Natalie Portman) não é uma enfermeira como nos quadrinhos originais. Aqui ela é uma cientísta (astrofísica) que por algum motivo dedicou a vida a estudar fenômenos que (mesmo ela não sabendo) têm a ver com o Bifröst (Ponte do Arco-Íris) etc mas... por quê? Ela "precisa" ajudar Thor... por quê? Eles se apaixonam... por quê? Alguns podem dizer &lt;i&gt;"Não é preciso ter motivo para se apaixonar"&lt;/i&gt; e é verdade. A não ser que seja um elemento fictício num roteiro, aí precisa. É necessário ter um motivo para o espectador se importar ou então não haverá uma conexão emocional e nada do que acontece importa. Eu não me importei com Jane Foster a não ser pelo fato de que era interpretada por Natalie Portman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Natalie Portman fala (em Inglês) sobre Jane Foster:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/zMS3Xgf2Q5E?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O humor foi algo que delineou claramente a mudança no tom da história (do primeiro para o segundo ato) e, pelo menos para mim, de uma maneira negativa. Darcy Lewis (interpretada por Kat Dennings) é o típico "comic relief" de filmes de Hollywood. O mesmo tipo de atitude irritante, soltando piadas sem graça em momentos inoportunos, fazendo referências a coisas "modernas" aleatoriamente (iPod, Facebook etc) numa tentativa de envolver o público mais jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso teve o elemento "peixe fora d'água" que eu absolutamente abomino. Igual a quando alguém do passado viaja no tempo, vem para a época contemporânea, vê uma tv e diz coisas do tipo &lt;i&gt;"Pessoas aprisionadas dentro de uma caixa? Que magia nefasta é essa?"&lt;/i&gt;. Odeio esse tipo de coisa. Por sorte, isso (mais a Darcy e a comédia pastelão) não teve tanto destaque quanto imaginei que teria. Mas está lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Har har har:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/ZwoAhQvVzZw?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, o segundo ato de &lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt; é um pouco comprido demais. A impressão que dá é que o filme todo parece um grande e interminável segundo ato. Você fica esperando por um terceiro ato com algo ainda mais grandioso do que o primeiro e o segundo mas... nada acontece. Parece que o terceiro ato de verdade (tanto de &lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt; quanto &lt;i&gt;Captain America&lt;/i&gt;) será mesmo &lt;i&gt;The Avengers&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/TkINcovFxaY?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A extensão do poder de Thor e principalmente de Mjölnir está muito bem representada no filme. Os efeitos visuais e sonoros conseguem transmitir todo o peso e força das marteladas (algo que é um pouco mais difícil numa mídia estática e muda como os quadrinhos). Já a fotografia, ângulos e enquadramentos ajudam a distinguir os cenários e estabelecer onde os personagens estão mas nem precisava. Mesmo assim, a grandiosidade de Asgard é bem-vinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A direção de Branagh em &lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt; é eficaz. Só que em nenhum momento você pensa &lt;i&gt;"Ah! Este realmente é um filme do Kenneth Branagh!"&lt;/i&gt;. Faltou um pouco da dramaticidade exagerada (quase operática) que ele deu a alguns de seus filmes como &lt;i&gt;Mary Shelley's Frankenstein&lt;/i&gt; ou, principalmente, &lt;i&gt;Henry V&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Hamlet&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, &lt;i&gt;Thor&lt;/i&gt; é um filme divertido. Apenas não espere um drama shakespeariano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: assim como em outros filmes da Marvel, este possui uma cena após os créditos finais. Por isso, não saia correndo da sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/JOddp-nlNvQ?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/uHBnrJowBZE?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Featurette - Filming on location:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/XXrU3fCcjuU?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Little Thor:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/EPNjWWQqWCA?rel=0" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2397079641542772755?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2397079641542772755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-thor-2011.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2397079641542772755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2397079641542772755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/05/critica-thor-2011.html' title='Thor (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-6hW8lM2vHiE/Tb3Ka3EY9KI/AAAAAAAAAZ4/bQnjY4N2Lso/s72-c/poster-thor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5858465420225064849</id><published>2011-04-25T11:34:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:26:55.770-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Way Back (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-k4p5CncrFp8/TbWFvmESOnI/AAAAAAAAAZ0/qugUxhY67_A/poster-thewayback.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Way Back&lt;/i&gt; é um filme de Peter Weir inspirado pelo livro &lt;i&gt;The Long Walk: The True Story of a Trek to Freedom&lt;/i&gt; de Slawomir Rawicz, tenente do exército polonês que fugiu de um dos campos soviéticos de prisioneiros em 1941. Depois de algum tempo descobriu-se que nem todos os fatos narrados sobre a sua jornada condiziam com a verdade mas mesmo assim o livro vendeu bem no mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme de Weir pode parecer um pouco cansativo mas, como trata de sobrevivência em territórios inóspitos, tinha que ser assim. É uma maneira de tentar recriar em pouco mais de duas horas a sensação de estar em condições tão difíceis a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As locações são belíssimas (e bem filmadas) e também servem como metáforas aos obstáculos emocionais dos personagens. Digo "obstáculos" porque não parece haver grandes conflitos. Nem internos nem entre eles. Cada um tem objetivos e motivos claros para continuar e o principal é a sobrevivência. Mesmo assim fica a impressão de que poderiam ter explorado mais o passado e personalidade de cada personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos temas recorrentes parece ser confiança. Tanto em si mesmo (nas próprias convicções) quanto nos outros. Quando uma única decisão afeta a possibilidade de sobrevivência de todo um grupo, é preciso ter essa(s) confiança(s).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As personagens de várias nacionalidades parecem ter sido escolhidas para criar uma sensação de diversidade e para tentar não recriminar nenhuma das partes políticas envolvidas nos eventos globais da época. Uma forma de tentar não vilanizar ninguém hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que pode distrair ou incomodar é que eles falam Inglês com sotaques para indicar suas origens. Mas como a maioria dos atores têm uma boa performance você quase esquece disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Way Back&lt;/i&gt; não é divertido e nem deveria ser. É um filme que (verídico ou não) busca celebrar o espírito/instinto de sobrevivência do ser humano. Há algumas partes melodramáticas porém nem tantas quanto imaginei que teriam. As sequências de abertura e final poderiam ter sido mais trabalhadas mas não deixa de ser um filme interessante que busca fugir um pouco dos vários clichês de outros similares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (cheio de spoilers e editado para parecer que este é um filme de ação; não é):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/87kezJTpyMI?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5858465420225064849?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5858465420225064849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-way-back-2010.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5858465420225064849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5858465420225064849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-way-back-2010.html' title='The Way Back (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-k4p5CncrFp8/TbWFvmESOnI/AAAAAAAAAZ0/qugUxhY67_A/s72-c/poster-thewayback.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-8521628793810695358</id><published>2011-04-18T10:23:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:27:11.689-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Rite (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-rHNTm4MgCMI/TateGpNaJNI/AAAAAAAAAZw/ne-sEehC97c/poster-therite.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Rite&lt;/i&gt;, dirigido por Mikael Håfström, é baseado no livro (de não-ficção) &lt;i&gt;The Rite: The Making of a Modern Exorcist&lt;/i&gt; do jornalista Matt Baglio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li apenas alguns trechos deste livro que pareceu-me bem ponderado e interessante. Baglio busca desmistificar o exorcismo e mostrar sua realidade no contexto atual longe dos exageros da ficção. Descreve os detalhes sobre o curso (ministrado em Italiano), fala sobre algumas sessões que testemunhou e como os clichés mostrados por Hollywood apenas ajudam a fomentar a imagem equivocada que se tem deste ritual. Por isso é estranho que o filme de Håfström faça exatamente o oposto e utilize todos estes mesmos clichés de maneira melodramática, exagerada e quase cômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema provavelmente vem do fato de que começaram a produção cedo demais. Baglio ainda estava pesquisando quando os produtores compraram os direitos de adaptação. E ele estava escrevendo o livro ao mesmo tempo em que Michael Petroni trabalhava no roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme possui uma tentativa de um arco emocional do protagonista mas tudo parece conveniente demais. Pode-se dizer que as coisas que acontecem são "sinais" ou destino ou algo assim mas a sensação é de roteiro preguiçoso mesmo. Faltou trabalhar mais um pouco nele e desenvolver os temas e idéias propostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partes relativas ao exorcismo são ainda piores. Como falei, utilizam tudo aquilo que o livro abomina: os contorcionismos, as faces "demoníacas", as alucinações, as "pragas" (ou animais malignos)... tudo aquilo que Baglio critica em seu livro está presente no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda são os sustos típicos de horror ruim: extremamente irritantes e não servem a propósito algum. A única sensação de suspense ou medo vem do temor de que você está perdendo seu tempo com algo tão ridículo e mal feito. E respondendo à sua pergunta: não, nem Anthony Hopkins salva este filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Rite&lt;/i&gt; tinha muito potencial e poderia ser algo importante só que preferiu apelar para a obviedade e transformar-se num horror medíocre. Outro filme que aborda os mesmos temas de maneira muito mais satisfatória e envolvente é &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-exorcism-of-emily-rose-2005.html"&gt;&lt;i&gt;The Exorcism of Emily Rose&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; que, aliás, é dos mesmos produtores (vá entender!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/_hG3ktopqv8?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-8521628793810695358?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/8521628793810695358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-rite-2011.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8521628793810695358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/8521628793810695358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-rite-2011.html' title='The Rite (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rHNTm4MgCMI/TateGpNaJNI/AAAAAAAAAZw/ne-sEehC97c/s72-c/poster-therite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5637748817787516801</id><published>2011-04-11T10:59:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:27:31.731-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Green Hornet (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-ko651Y66AlA/TZoL-oX_ODI/AAAAAAAAAZo/PX3f94v0vEI/poster-thegreenhornet.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A produção do filme teve uma longa trajetória com vários diretores (Michel Gondry, Kevin Smith, Stephen Chow) e atores (George Clooney, Greg Kinnear, Mark Wahlberg, Jake Gyllenhaal para Britt Reid e Jason Scott Lee, Jet Li, Stephen Chow para Kato) que por um motivo ou outro abandonaram o projeto. No final, o filme se concretizou com Michel Gondry (que voltou) na direção, Seth Rogen estrelando e co-escrevendo o roteiro, Jay Chou (cantor pop de Taiwan) como Kato e Christoph Waltz como o vilão (após a saída repentina de Nicholas Cage). Ah! E a Cameron Diaz num papel desnecessário e unidimensional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é mais parecido com &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=bYg2EJLJids"&gt;&lt;i&gt;Pineapple Express&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; (também escrito por Seth Rogen e Evan Goldberg) do que uma franquia de super-herói. A história é basicamente &lt;i&gt;"E se Seth Rogen (ou qualquer um de seus personagens) decidisse que quer ser o Batman?"&lt;/i&gt;. Só faltou umas piadas sobre maconha. Bem, a arma de gás que faz dormir pode ter sido uma referência sutil (aquela fumacinha é suspeita). E, se pensar bem, o Besouro Verde é... verde. E há coisas verdes pra tudo quanto é lado durante o filme inteiro. Okay, talvez seja paranóia da minha parte, mas deu pra entender o que eu quis dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semelhança com &lt;i&gt;Pineapple Express&lt;/i&gt; é fundamental para tentar entender esse filme. Os temas são similares, os arcos emocionais dos personagens são muito parecidos e, aliás, até os próprios personagens são praticamente idênticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seth Rogen sempre faz as mesmas coisas em todos os filmes, ne? Aqui não é diferente. Mas não sei se isso foi bom ou ruim porque, por outro lado, se ele tivesse levado tudo a sério demais seria terrível. Aí sim é que as pessoas começariam a rir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Jay Chou, coitado, nem tem como criticar muito. Ele mal sabe falar Inglês (a Cameron Diaz é quem ensinava o básico pra ele entre uma cena e outra!) e por isso ele nem teve como demonstrar as emoções correspondentes ao que estava dizendo. Porque ele nem sabia o que estava dizendo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Christoph Waltz teve pouco tempo de tela mas mesmo assim conseguiu dar uma certa profundidade ao personagem que poderia ter sido extremamente superficial. Ainda é caricato mas pelo menos ele conseguiu dar-lhe certa humanidade. Um desperdício de talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ironicamente, o "personagem" que parece ter ganhado mais atenção no filme foi... Black Beauty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/VBFH2tzFbW4?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vários momentos você pensa por que deturparam tanto o conceito e legado do Besouro Verde? Aliás, por que ele sempre foi traduzido como "Besouro Verde" se "hornet" na verdade é "vespa"? Mas isso já é outro departamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é que o conceito do milionário autruísta que torna-se um vigilante não funcionaria num contexto pós-contemporâneo (à exceção de Batman que funciona por motivos completamente diferentes). Mas transformar tudo em compensações afetivas relacionadas a um pai negligente não ajudaram muito. Mais um pouco e pareceria um filme do Tim Burton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o legado do personagem parece ter sido deixado de lado mesmo. À exceção de algumas breves referências a Bruce Lee (e o carro Black Beauty) não há praticamente nenhuma homenagem às versões anteriores do Green Hornet em diversas mídias. A única exceção é a cena final mas pouca gente vai perceber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cena aleatória da série de TV de 1966:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/81k_34ouQhM?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo a abertura (e o tema musical) da série de TV que é tão emblemática só foi usada no filme de forma arbitrária e muito breve. Aliás, vale notar que o filme &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; possui créditos de abertura (simplesmente aparece o nome do filme na tela numa fonte bem simples). Se tivesse, o diretor poderia ter prestado uma homenagem à série de TV ou pelo menos ter feito algo criativo e marcante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abertura da série de TV de 1966:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/wIwsqFjfKPs?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto muito do Michel Gondry e acho que ele é um dos diretores mais geniais atualmente só que neste filme ele não teve muitas oportunidades de demonstrar isso. Poucas cenas usam (desnecessariamente) algumas de suas técnicas de edição e a única coisa realmente inovadora foi a "Kato-Vision".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/WNYOBYxoCs4?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas acho que ficou um pouco confuso como isso realmente funciona. Parece que ele tem a percepção de tempo alterada pela adrenalina (até aí, tudo bem) e o contorno vermelho mostra... o seu foco? A sensação é que trata-se de algo mais próximo de um video game. Numa &lt;a href="http://splashpage.mtv.com/2010/05/06/michel-gondry-explains-kato-vision-in-green-hornet/"&gt;entrevista (em Inglês)&lt;/a&gt; Gondry explicou a "Kato-Vision" e é basicamente o que imaginei mesmo (até a referência a video games). Seria bem bacana numa mídia interativa mas em algo passivo como um filme não faz muito sentido. Até porque essa técnica é usada em pouquíssimas cenas e sua execução não é tão espetacular como parece que era a intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez &lt;i&gt;Green Hornet&lt;/i&gt; seja mais divertido se você estiver sob a influência de alguma substância. Tipo... açúcar. Cafeína, não. Aí seria pegar pesado demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se quer algo mais próximo das outras encarnações do herói ou pelo menos uma versão mais séria, há várias séries em quadrinhos sendo publicadas (em Inglês) pela &lt;a href="http://www.dynamiteentertainment.com/"&gt;Dynamite Entertainmet&lt;/a&gt;. Inclusive uma escrita por Kevin Smith baseada no filme que ele não fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/PMA-taGtfXs?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Particularmente, acho que Michel Gondry dirigindo Jimmy Kimmel Live foi mais divertido do que este filme (e muito mais próximo de seu estilo pessoal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/fcibJ7pgQKs?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/tktUAmsoTac?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/zzM0vqPl_do?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.P.S.: Este é o vídeo do teste de Bruce Lee para o papel de Kato na série de TV de 1966.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/FOUzvSWv71A?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5637748817787516801?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5637748817787516801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-green-hornet-2011.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5637748817787516801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5637748817787516801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-green-hornet-2011.html' title='The Green Hornet (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ko651Y66AlA/TZoL-oX_ODI/AAAAAAAAAZo/PX3f94v0vEI/s72-c/poster-thegreenhornet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4370276943145211253</id><published>2011-04-04T11:19:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:27:53.411-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Illusionist [L'Illusionniste] (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-nCpPBYhUJRc/TZKTZVQN2QI/AAAAAAAAAZA/tmD1Ng0GsRU/poster-theillusionist.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Illusionist&lt;/i&gt; (L'Illusionniste) é uma animação francesa (que concorreu ao Oscar mas perdeu para &lt;i&gt;Toy Story 3&lt;/i&gt;) dirigida por Sylvain Chomet a partir de um roteiro do renomado ator e cineasta Jacques Tati.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou muito chegado a animações hollywoodianas, tenho pavor a "bichinhos bonitinhos" que falam/fazem piadas idiotas e sou alérgico a musicais. Mas algumas produções animadas (principalmente da França e do Japão) são diferentes e por isso interessei-me por &lt;i&gt;L'Illusionniste&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é praticamente um filme mudo e mesmo que você não entenda nenhum dos idiomas falados nele (Inglês, Francês e Gaélico) não fará praticamente nenhuma diferença. Felizmente a animação é de nível espetacular e a linguagem corporal e expressões faciais dos personagens já contam toda a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ilusionista do título pratica uma arte em decadência. Algo nobre e refinado mas que não atrai mais apreciadores como antes. Não sei se isso foi proposital mas pode muito bem ser encarado como uma metáfora à animação tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme mostra vários artistas (principalmente do vaudeville ou teatro de variedades) que não se encaixam num mundo que não precisa mais deles e que são cada vez mais suplantados por novos tipos de entretenimento (representados aqui pelo rock 'n' roll, a tv e o cinema). Assim eles precisam usar seus talentos para sobreviverem de outra maneira: em empregos mundanos. Só que esta vida sem magia não é muito bem aceita por vários deles e o enredo mostra como cada um lida com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das grandes doses de melancolia da história, talvez o filme em si mostre um ideal pelo menos no que diz respeito ao mundo da animação: ele é uma mistura perfeita de animação tradicional com computação gráfica, ambos se misturam de maneira indistinta. É possível co-existirem e o novo não precisa suplantar o velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há controvérsias acerca das motivações de Jacques Tati ao criar esse roteiro e sobre quem é a verdadeira inspiração (sua filha legítima ou a ilegítima). Mas o conhecimento disso não é necessário à apreciação do filme pois seus temas de responsabilidade versus afetividade, de integridade pessoal etc são universais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/mPdLrxxo4mg?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4370276943145211253?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4370276943145211253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-illusionist-lillusionniste-2010.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4370276943145211253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4370276943145211253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/04/critica-illusionist-lillusionniste-2010.html' title='The Illusionist [L&apos;Illusionniste] (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nCpPBYhUJRc/TZKTZVQN2QI/AAAAAAAAAZA/tmD1Ng0GsRU/s72-c/poster-theillusionist.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5283470853886142331</id><published>2011-03-28T11:49:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:28:15.609-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Season of the Witch (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-JesRjr2awH8/TYgLi25iQSI/AAAAAAAAAY8/fRffGhPg90k/poster-seasonofthewitch.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Season of the Witch&lt;/i&gt; (dirigido por Dominic Sena e estrelando Nicholas Cage e Ron Pearlman) é um filme que, pelo seu enredo, poderia ser comparado a &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-black-death-2010.html"&gt;&lt;i&gt;Black Death&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. Ambos mostram cavaleiros enviados pela Igreja tendo que lidar com uma pessoa que supostamente é a origem da Peste Negra na Inglaterra medieval. Mas dois filmes não poderiam ser mais diferentes em termos de realização e ênfase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é uma mistura de fantasia, ação e horror e parece que tenta incluir todos os clichês possíveis e imagináveis de todos estes gêneros. O roteiro com personagens caricatos e sem nenhum desenvolvimento ainda sofre dos males de filmes &lt;i&gt;blockbuster&lt;/i&gt; ruins de hollywood: não faltam cenas de ação aleatórias, lutas mal coreografadas em slow motion, amizades forçadas, suspense comicamente exagerado e também piadas sem graça e frases de efeito nas horas mais improváveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os níveis de produção são tão ruins que o tempo todo você acha que está assistindo a um filme feito diretamente para a televisão. Apesar de terem usado várias locações também abusaram da computação gráfica (ruim) e assim tudo parece extremamente artificial. Os efeitos visuais são tão mal feitos que chegam a distrair até quem conseguiu assistir à maior parte do filme sem rir ou revirar os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que ele nem chega a ser daquele tipo &lt;i&gt;"é tão ruim que acaba sendo divertido"&lt;/i&gt;. Não, não é divertido. Assista apenas se você for fã inveterado do Nicholas Cage ou de filmes de ação monótonos e descerebrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quer algo mais sério (e recente) sobre a Peste Negra, assista a &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-black-death-2010.html"&gt;&lt;i&gt;Black Death&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;. Por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/i6QY5LOa6MM?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5283470853886142331?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5283470853886142331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-season-of-witch-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5283470853886142331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5283470853886142331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-season-of-witch-2011.html' title='Season of the Witch (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-JesRjr2awH8/TYgLi25iQSI/AAAAAAAAAY8/fRffGhPg90k/s72-c/poster-seasonofthewitch.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2472088440823294478</id><published>2011-03-21T11:01:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:28:29.940-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Gojira (1954)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-rgIZDOduCcc/TYUaHQZD9qI/AAAAAAAAAY4/RTH2dlFA_ns/poster-gojira.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Após ler um &lt;a href="http://opinionator.blogs.nytimes.com/2011/03/14/japans-long-nuclear-disaster-film/"&gt;artigo (em Inglês) sobre a relação entre desastres nucleares e filmes japoneses de monstros desde os anos 50&lt;/a&gt;, lembrei que nunca havia assistido à versão original japonesa de Godzilla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é bem mais dramático e emocionante do que eu esperava. A devastação causada por Godzilla ecoa, obviamente, a destruição resultante de ataques nucleares num país que (à época) ainda tentava se recuperar dos bombardeios a Hiroshima e Nagasaki (em 1945). E a própria cena de abertura é uma referência a um acidente verdadeiro onde um barco pesqueiro foi atingido por um teste nuclear norte-americano (em 1954).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As cenas da cidade desolada são impressionantes mas o mais impactante mesmo é quando mostram os refugiados em abrigos sofrendo os efeitos da radiação. Se você já viu fotos e documentários sobre as vítimas das bombas nucleares na Segunda Guerra sabe o quanto esta retratação está fiel.  A fotografia sombria em preto-e-branco também ajuda bastante a aumentar o clima de tragédia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a edição e efeitos visuais do filme estão um pouco datados mas sua mensagem anti-nuclear tem uma ressonância especial (e quase profética) no contexto atual porque Godzilla é uma metáfora à natureza imprevisível da energia nuclear quando ela foge ao controle. E, principalmente, de como o Homem continua a cometer os mesmos erros apesar de todo o sofrimento e destruição que causa a si mesmo em nome do "progresso".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível notar como as coisas não mudaram tanto desde aquela época. O filme mostra um cientista mais preocupado com a ciência do que com a segurança pública (e da própria família), outro que teme que suas descobertas sejam usadas para fins nefastos (mas desenvolve estas tecnologias mesmo assim), políticos tentando esconder a verdade por motivos político-econômicos e, claro, um povo que não tem nada a ver com isso mas que é quem sofre todas as consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você assistir a &lt;i&gt;Gojira&lt;/i&gt; e traçar um paralelo disso tudo com o que está acontecendo hoje, descobrirá por que este filme é um clássico da ficção-científica e dos filmes de horror. Mas veja a versão original japonesa (não aquela versão norte-americana totalmente adulterada), por favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/QydyVXpM8Zk?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2472088440823294478?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2472088440823294478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-gojira-1954.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2472088440823294478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2472088440823294478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-gojira-1954.html' title='Gojira (1954)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-rgIZDOduCcc/TYUaHQZD9qI/AAAAAAAAAY4/RTH2dlFA_ns/s72-c/poster-gojira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5964021376013750018</id><published>2011-03-14T12:25:00.001-03:00</published><updated>2011-09-19T18:28:43.973-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Confessions [Kokuhaku] (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-vCtUd_RZKdU/TX2FMgSn5yI/AAAAAAAAAYM/cAgdMmon1yk/poster-confessions.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Confessions&lt;/i&gt; (Kokuhaku) é um filme japonês que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro neste ano mas não ganhou. É meio complicado falar sobre ele ou mesmo ler uma simples sinopse sem estragar alguns pontos da trama mas... tentarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro escrito pelo diretor Tetsuya Nakashima e por Kanae Minato é bem estruturado e, por ter muitos detalhes convergentes e muitas reviravoltas, deve ter sido um pesadelo construí-lo. Talvez por isso a impressão que se tem é de que é mais um quebra-cabeça do que uma obra emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, tudo é impulsionado pelas emoções fortes e profundas de seus personagens mas eles parecem um pouco caricatos. Todas as suas ações e motivações são justificadas (e muitas vezes até narradas e descritas) por eles próprios e isso não cria uma empatia muito grande. Você acaba se preocupando apenas em prestar atenção para saber quem fez o quê e por quê. Mas o pior é que mesmo isso é limitado pois várias informações são reveladas ao espectador apenas posteriormente e com isso você sente-se um pouco enganado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em parte, isso é culpa da narrativa fragmentada. A história não é contada linearmente mas sim através da narração a partir da perspectiva de vários personagens. E, como todo narrador, nenhum deles é totalmente confiável. Eles omitem informações ou motivações e depois voltam e contam o que realmente aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa provavelmente foi uma tentativa de causar surpresa mas reviravoltas assim são artificiais. Os personagens podem mentir uns aos outros mas a narrativa não pode buscar enganar o espectador. Ele vai tentar descobrir o que está acontecendo (senão nem assistiria ao filme) mas ao fazer isso o diretor trai essa confiança e você não se importa mais. Pra quê investir na história se sabe que depois aparecerá um fato novo que só agora o personagem resolveu revelar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, tenho que dar mérito ao roteiro por levantar algumas questões  pertinentes como a responsabilidade penal e a função da vingança como  forma de catarse. Só que tudo isso acaba ficando em segundo plano frente  ao "quebra-cabeça".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que salva o filme é seu estilo e narrativa visual. As belíssimas cenas em slow motion com ótima fotografia e trilha sonora bem interessante (e muitas vezes distoante do clima da cena) realmente impressionam. Mesmo assim, nada mais são do que "perfumaria", outra ferramenta para distrair e enganar o espectador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me entenda mal, o filme não é ruim. Apenas discordo da abordagem da narrativa e acho que os personagens poderiam ser mais completos, mais humanos. Mas, para compensar, os atores são muito bons e têm performances surpreendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas são apenas as minhas opiniões. Se ficou interessado, assista. Pode ser que você goste e não veja as coisas da mesma maneira que eu. Muita gente gostou. Tanto que o filme ficou entre os finalistas do Oscar (como mencionei no começo) e ganhou vários outros prêmios como Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro e Melhor Edição pela Academia Japonesa (considerado o Oscar do Japão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que pode ter spoilers mas pelo menos é meio maluco):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Vnws8ZymxME?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5964021376013750018?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5964021376013750018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-confessions-kokuhaku-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5964021376013750018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5964021376013750018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-confessions-kokuhaku-2010.html' title='Confessions [Kokuhaku] (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-vCtUd_RZKdU/TX2FMgSn5yI/AAAAAAAAAYM/cAgdMmon1yk/s72-c/poster-confessions.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5418266073736715224</id><published>2011-03-07T13:49:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:28:58.648-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Dogtooth (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-AxUTW9_Mpz0/TXPRFgAJMwI/AAAAAAAAAYI/fL4EXgGrkQE/dogtooth-poster.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dogtooth&lt;/i&gt; é um filme grego (que concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro mas não ganhou e) que fala sobre... bem, é meio difícil analisá-lo sem revelar nada. Portanto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[A partir daqui pode haver spoilers!]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se disser que o filme é sobre &lt;i&gt;"um casal que mantém os filhos presos em casa e ignorantes sobre o mundo lá fora"&lt;/i&gt; já é um baita spoiler. Porque isso nunca é dito, você é quem precisa chegar a essa conclusão através do que é mostrado. E aí é que está parte da graça do filme: você passa um bom tempo sem saber ou entender exatamente o que está acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo tudo é muito surreal: as pessoas, o que fazem, o modo como se comunicam, o lugar. Só aos poucos você compreende o que se passa e, mesmo assim, coisas cada vez mais estranhas são reveladas sobre toda essa situação até o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há várias possíveis metáforas mas nenhuma delas é explícita. Uma das mais sutis é religiosa: a casa seria o Jardim do Éden. Nesse cenário, o pai seria Deus, a mãe seria um dos anjos que guarda o lugar e os filhos, claro, seriam Adão e Eva. Christina (a colega de trabalho que o pai às vezes leva para casa) seria a serpente. Do mesmo modo, é o próprio pai que introduz nesse "cenário perfeito" o elemento que vai começar a corromper tudo por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se o filme não faz paralelos (explícitos) à Religião, o comentário sobre outros aspectos da vida é mais evidente. Tudo, por exemplo, pode ser visto como uma grande sátira à vida suburbana com os pais criando um microcosmo social dentro de casa para tentar proteger os filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos estes que, devido a essa "proteção", são mantidos em perpétuo estado de infantilidade. E como é que os pais conseguem isso? Aí é que está uma das principais questões do filme: através do condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos podem achar estranho e até bizarro o comportamento quase robótico destes filhos que só às vezes fogem um pouco ao controle e fazem algo incomum. Isso porque, se pensar bem, eles são tratados como cães. Comem tudo o que os pais lhes dão, são restritos a um espaço confinado, são recompensados por fazer o que lhes é pedido, são reprimidos por mau comportamento etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso fica ainda mais evidente na cena em que o pai vai ao canil e conversa com o adestrador que lhe pergunta que tipo de animal ele quer que seu cão seja. E também na cena em que o pai ensina os filhos a latirem como cães para espantar gatos. Assim, o título do filme (que poderia ser traduzido como "Dente Canino") faz mais sentido. Dentro da própria história, o canino é mencionado como mais uma das ferramentas de controle dentro da mitologia que os pais criaram para controlar os filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí entramos em outro aspecto: crítica social e política. Os pais usam medo e mentira para controlar os filhos. Escondem deles todos os aspectos do mundo lá fora. O mundo, para essas "crianças", é somente aquilo que elas podem ver (a casa e os pais). Todo o resto lá fora é perigoso. Somente o pai pode sair porque ele está preparado e possui proteção (o carro). E tudo isso pode realmente ser considerado uma mitologia em si porque há todos os aspectos: mitos de criação, histórias para a origem de todas as coisas, explicações (mesmo que surreais) sobre como tudo funciona, histórias sobre precaução etc etc. Tudo isso também pode ser dito sobre várias religiões ou regimes ditatoriais pelo mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, do mesmo modo, é impossível manter um regime totalmente fechado. Algumas coisas sempre acharão um modo de invadir esse microcosmo. Isso é demonstrado quando os pais esquecem a caixa do filme pornô sobre o videocassete ou quando Christina "empresta" os filmes à Filha Mais Velha. Esta acha que deve memorizar todas as falas dos filmes pois isto é o que lhe foi ensinado e exigido com os "filmes" feitos pelo pai até então. Aí começa a ruína do Jardim e a demonstração das falhas do sistema que visa protegê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso também revela outra crítica: ao sistema educacional. Todo o conhecimento que os filhos têm vem das mentiras dos pais ou através de livros. Eles "aprendem" por si e depois ensinam uns aos outros. Só que eles absorvem tudo sem questionamento ou mesmo entendimento. Apenas repetem aquilo que veem. Em vários momentos você percebe que o que estão dizendo ou fazendo está completamente errado mas, como não há preocupação ou orientação adequada, apenas perpetuam seus erros. São como alunos mal instruídos que tornam-se professores despreparados que formam alunos mal instruídos e assim sucessivamente. A demonstração do despreparo deles em processar qualquer estímulo externo culmina no ápice caótico e surreal do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dogtooth&lt;/i&gt; não é fácil de entender (cada um vê nele aquilo que quiser) e seu humor vem mais do absurdo e surrealismo do que de situações realmente cômicas. Mas seus atores trabalham muito bem e a premissa é apresentada e desenvolvida de modo inusitado. Não é algo para todo mundo mas, se você estiver disposto a pensar um pouco e entrar no clima, pode ser uma agradável surpresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/QFtDzK64-pk?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5418266073736715224?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5418266073736715224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-dogtooth-2009.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5418266073736715224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5418266073736715224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/03/critica-dogtooth-2009.html' title='Dogtooth (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-AxUTW9_Mpz0/TXPRFgAJMwI/AAAAAAAAAYI/fL4EXgGrkQE/s72-c/dogtooth-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4546493205193767929</id><published>2011-02-28T10:22:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:29:12.251-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Hereafter (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh3.googleusercontent.com/-Gs-BwxKz8UI/TWnOlGS5pOI/AAAAAAAAAYE/jjqepBa_0gc/poster-hereafter.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Hereafter&lt;/i&gt; é um filme que ninguém esperava que Clint Eastwood fosse fazer. Porque é uma história sobre pessoas tentando buscar respostas sobre o Além mas que, na verdade, precisam mesmo é encontrar respostas sobre suas próprias vidas neste mundo, neste momento. Não é, convenhamos, algo que geralmente se espera dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que mais chama a atenção no filme é o roteiro e como ele parece um pouco... cru. Como se fosse apenas um esboço inicial que depois de várias revisões (para desenvolver os personagens e como tudo se relaciona) poderia resultar em algo emocionalmente envolvente. Mas não foi esse o caso e a culpa não deve cair sobre o roteirista Peter Morgan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado por sua reação ao livro &lt;i&gt;"If The Spirit Moves You: Life and Love After Death"&lt;/i&gt; (de Justine Picardie) e suas próprias dúvidas sobre a vida após a morte, Morgan escreveu o roteiro espontaneamente e entregou-o ao seu agente sem esperar muita coisa. Por pura coincidência, o roteiro chegou às mãos de Steven Spielberg que então mostrou-o a Clint Eastwood e este gostou muito do que viu. Spielberg entregou algumas anotações a Morgan e pediu que ele fizesse alterações. Só que Spielberg acabou não gostando da nova versão mas mesmo assim Eastwood adquiriu os direitos sobre o trabalho. O mais estranho é que meses depois Morgan descobriu que Eastwood já estava fazendo o filme só que a partir da primeira versão do seu roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não li a versão revisada (a que encontrei é exatamente aquela que filmaram) mas é fácil perceber que o roteiro realmente precisava de um "polimento". As coisas parecem acontecer aleatoriamente, tudo é muito previsível e as conexões parecem forçadas. Isso porque o que vemos na tela é só um rascunho. Morgan provavelmente estava apenas colocando "no papel" as idéias que mais tarde desenvolveria. Ele somente dispôs as peças para depois ver como elas poderiam se encaixar naturalmente mas, como não teve tempo para deixar tudo se desenvolver, o filme acabou sofrendo por isso. É realmente uma pena pois este poderia ter sido um filme emocionante e até arrebatador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se o tema te interessa, assista. Porque acredito que cada pessoa vai reagir de forma diferente ao filme dependendo não só da sua perspectiva religiosa mas também do seu estado de espírito no momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que eu acho que tem spoilers demais, pra variar):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/xDnHfQtH0zU?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos visuais:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/EoAHO4_jPzQ?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o roteirista Peter Morgan - Parte 1:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/MLTbgROPzTQ?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/iwhNc1Bnf5k?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista continua mas não falam mais sobre o filme.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4546493205193767929?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4546493205193767929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-hereafter-2010.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4546493205193767929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4546493205193767929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-hereafter-2010.html' title='Hereafter (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-Gs-BwxKz8UI/TWnOlGS5pOI/AAAAAAAAAYE/jjqepBa_0gc/s72-c/poster-hereafter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2414447482762448404</id><published>2011-02-23T10:18:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:29:25.164-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Countess (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-I1DngY0DdUs/TWRiNmAVt8I/AAAAAAAAAYA/2swmfDcYzzA/poster-thecountess.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Countess&lt;/i&gt; (escrito, produzido, dirigido, estrelado e com trilha sonora de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0000365/"&gt;Julie Delpy&lt;/a&gt;, que é mais conhecida como atriz) conta a história da condessa húngara Elizabeth Báthory de uma maneira um pouco diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem nunca ouviu falar, a ela e a alguns de seus servos foram atribuídos inúmeros (alguns dizem serem centenas de) assassinatos de garotas virgens entre os séculos XVI e XVII. Dizem que ela banhava-se no sangue de suas vítimas numa tentativa de manter-se eternamente jovem. No início eram empregadas e depois garotas pobres da área. Até então, apesar de desconfianças, ninguém em posição de poder parecia se importar muito. Mas isto mudou quando ela passou a incluir jovens da nobreza entre suas vítimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórias e lendas sobre o que aconteceu foram tomando forma e crescendo ao longo do tempo. Fala-se até que Bram Stoker inspirou-se nela (e no príncipe Vlad III da Valáquia) para criar seu mais célebre personagem: Drácula. Mas hoje em dia é quase impossível determinar todos os fatos verdadeiros acerca de Elizabeth Báthory.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este filme é apresentado mais como um drama histórico do que como um horror gótico. Delpy tenta racionalizar todos os mitos por trás da condessa e mostrar como a ganância alheia e a manipulação levaram uma inteligente e capaz mulher à ruína moral e emocional. Aqui ela é retratada como um figura trágica que apenas foi vítima do amor. O que é um tanto estranho em meio a vários conceitos feministas citados ao longo da trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As narrações parecem um pouco fora de contexto e seriam mais apropriadas num romance. Mas mesmo assim o roteiro foi construído satisfatoriamente e as racionalizações de todos os aspectos místicos foram muito bem pensados. Só os diálogos às vezes parecem um pouco densos demais, talvez porque tentem dar uma idéia de como a nobreza falava à época (mesmo que não fosse em Inglês pois viviam na Hungria). Mas não é nada que chega a incomodar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos técnicos são surpreendentes. A fotografia é esplêndida e a qualidade da luz sempre muda para refletir os sentimentos da protagonista em cada momento. As sombras e luzes sobre os personagens também servem como uma metáfora emocional e a direção de arte acompanha tudo isso dando contraste e textura diferente às cores dependendo da situação. E até mesmo a maquiagem e alguns poucos efeitos visuais ajudam a enfatizar estes aspectos de forma eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Countess&lt;/i&gt; é uma agradável surpresa e mostra que Julie Delpy possui várias facetas artísticas assim como grande potencial como roteirista e diretora (apesar deste ser seu terceiro filme nessas funções).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/ckLuPgC7VQg?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2414447482762448404?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2414447482762448404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-countess-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2414447482762448404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2414447482762448404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-countess-2009.html' title='The Countess (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-I1DngY0DdUs/TWRiNmAVt8I/AAAAAAAAAYA/2swmfDcYzzA/s72-c/poster-thecountess.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7487308298151449196</id><published>2011-02-21T10:36:00.000-03:00</published><updated>2011-09-19T18:29:39.642-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Black Death (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-lZkboQlzUbI/TWAv0clQKCI/AAAAAAAAAX8/p-9sPTwcwh0/poster-blackdeath.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Black Death&lt;/i&gt; é um filme alemão/britânico (falado em Inglês) que explora o lado sombrio da Inglaterra medieval arrasada pela Peste Negra. Possui alguns elementos de horror e suspense mas não chega a ser fantasia como muitos poderiam supor. Dirigido por Christopher Smith (o mesmo de &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-creep-2004.html"&gt;&lt;i&gt;Creep&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2010/12/critica-triangle-2009.html"&gt;&lt;i&gt;Triangle&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;), este é um filme brutal mas a maior parte da violência não é explícita e ocorre fora de cena. Só que tudo é tão intenso que você imagina que viu mesmo os detalhes daquilo que nunca é mostrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é interessante e bem estruturado. Apesar de não ter muitas surpresas ou reviravoltas, tudo o que é mencionado tem um propósito que é alcançado ao longo da trama. Nada soa artificial ou forçado e mesmo as partes com mais exposição foram bem construídas. Só que todos os personagens poderiam ter sido mais desenvolvidos. Os conflitos e motivações do protagonista não são muito aprofundados e não temos a sensação de realmente chegar a conhecer todos os coadjuvantes. Parece que há uma longa história entre eles (inclusive diferentes situações entre um e outro) mas nada disso é explorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tema central parece haver uma mensagem anti-religião, pelo menos contra os aspectos negativos da religião. E não apenas ao cristianismo mas qualquer religião que tenta manipular as pessoas para o benefício de quem prega. Porém, não chega a ser algo do tipo &lt;i&gt;"moral da história"&lt;/i&gt; (nem mesmo &lt;i&gt;"moral da História"&lt;/i&gt;) e este é exatamente o ponto forte do filme: ele deixa várias coisas livres para a interpretação do espectador. Teria sido tudo obra divina? Ocorrências sobrenaturais? Ou manipulação da opinião pública através da religião? Truques e mentiras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa (cavaleiros de Deus que buscam capturar para a Igreja um herége que pode ser a causa da Peste Negra) parece semelhante a &lt;i&gt;Season of the Witch&lt;/i&gt; (2011). Apesar de não ter visto o filme de Dominic Sena (estrelado por Nicholas Cage) pelo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YHR56TdWC44"&gt;material promocional&lt;/a&gt; e sinopse disponíveis parece que, se você quer algo um pouco mais realista e sério, melhor optar por &lt;i&gt;Black Death&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/P_Yqw_pFmTQ?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7487308298151449196?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7487308298151449196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-black-death-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7487308298151449196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7487308298151449196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-black-death-2010.html' title='Black Death (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lZkboQlzUbI/TWAv0clQKCI/AAAAAAAAAX8/p-9sPTwcwh0/s72-c/poster-blackdeath.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3072775715343569424</id><published>2011-02-18T11:00:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:29:54.845-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Rare Exports (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-oRq42lXXNew/TV3dBGz3g6I/AAAAAAAAAXE/k00C_nnTdVA/s1600/poster-rareexports.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Rare Exports&lt;/i&gt; é um filme finlandês que mistura horror, fantasia, aventura, humor, drama e oferece uma premissa interessante: E se Papai Noel fosse um monstro? Ou, mais precisamente, e se ele fosse uma criatura selvagem? O filme, na verdade, mistura o conceito de Papai Noel com o de Krampus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns países europeus São Nicolau (Santa Claus, Father Christmas, Papai Noel) tem o mesmo papel que no resto do mundo: ele vem todo Natal para trazer alegria e presentes para as crianças que foram boas durante o ano. Mas ele não vem sozinho: seu companheiro é uma figura demoníaca chamada Krampus (com pés de bode e longos chifres) que pega as crianças malvadas, coloca-as dentro de um saco e leva-as embora. A descrição do que acontece com elas varia mas geralmente envolve algum tipo de tortura ou até mesmo morte (por modos terríveis). Provavelmente vem daí a idéia do filme mas o diretor e roteirista Jalmari Helander modificou-a o suficiente para criar algo sem igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horror não chega a assustar, a aventura não empolga muito e o humor é bem sutil. O filme não se leva a sério mas também não chega a ser uma paródia de si. Tudo é muito frio e contido (assim como os personagens) mas isso parece ser mais uma característica da cultura e cinema finlandês (pelos poucos filmes finlandeses que vi) e não chegam a ser defeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro não é exatamente genial mas pelo menos tem uma certa estrutura e tentaram dar um mínimo de humanidade aos personagens. Principalmente o pai e o menino estão desenvolvidos o suficientes para você se importar um pouco. Só que o mais interessante mesmo é como Helander lidou com esse desafio de criar uma coisa nova a partir de algo tão tradicional e conhecido como a figura do Papai Noel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com um curta-metragem em 2003 (em Inglês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Ei69bYwwCvc?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repercussão foi tão boa que em 2005 outro curta foi produzido (em Inglês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/xkyqODDF-LU?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme, então, é praticamente uma versão expandida desses vídeos mas, como falei, com mais ênfase na história do menino e seu pai em meio a tudo isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Rare Exports&lt;/i&gt; é intrigante e muito divertido. Gostaria que virasse um clássico de Natal mas duvido que muita gente sequer vai ficar sabendo que este filme existe. O que é uma pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/9RQlikX4vvw?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3072775715343569424?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3072775715343569424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-rare-exports-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3072775715343569424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3072775715343569424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-rare-exports-2010.html' title='Rare Exports (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oRq42lXXNew/TV3dBGz3g6I/AAAAAAAAAXE/k00C_nnTdVA/s72-c/poster-rareexports.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4344128839042944316</id><published>2011-02-16T10:15:00.005-02:00</published><updated>2011-09-19T18:30:08.967-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>All-Star Superman (2011)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Z2u7OxH_bnI/TVs_XevPtOI/AAAAAAAAAXA/dsqgp5j0O1I/poster-allstarsuperman.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma adaptação animada da série em quadrinhos &lt;i&gt;All-Star Superman&lt;/i&gt; (publicada entre 2006 e 2008). Na HQ, o roteirista Grant Morrison (junto com o extraordinário artista Frank Quitely) criou uma verdadeira saga mitológica que, aliás, tem vários paralelos com os trabalhos de Hércules (doze trabalhos, doze edições, doze histórias que formam uma jornada épica). Estes desafios mostram não apenas quem é o personagem Superman mas também abrangem todos os aspectos das histórias que contam sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é fã de longa data e conhece a maioria das fases pela qual os quadrinhos do personagem passaram (desde a década de 1930) ficaria abismado com o conhecimento de Morrison e sua capacidade de sintetizar tudo numa única série limitada. "Ficaria" não, ficou. Pois se sabe de tudo isso também leu esta série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Se você não leu a HQ...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas não lê quadrinhos (ainda mais de super-heróis) e o único conhecimento que têm sobre Superman vem dos filmes e das séries animadas. Muita gente talvez até ache que não gosta do personagem justamente pelas idéias pré-concebidas influenciadas por essas adaptações. Se você encontra-se neste grupo, eu sugiro que assista a &lt;i&gt;All-Star Superman&lt;/i&gt;. Porque esta história, mais do que qualquer outra, resume tudo aquilo que Superman não apenas representa (muito mais do que valores estadunidenses) mas principalmente o que ele é: mais uma faceta da mitologia primordial que nos faz ponderar sobre o que é ser humano. A jornada dele reflete todos os aspectos da vida, seus valores são os nossos valores, seus medos são os nossos medos, seus anseios são os nossos anseios. Grant Morrison utilizou Superman como uma grande metáfora à condição humana (como todo super-herói deveria ser). E, apesar desta ser apenas uma adaptação animada, ela está bem fiel e mantém suas características principais. Assim, assista ao filme e, se gostar, depois leia a série em quadrinhos. Assim terá a experiência completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Se você leu a HQ...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adaptação para um "filme" (de animação) inutiliza o fator serial, ou seja, não há doze trabalhos/edições separadas: é tudo uma coisa só. Você também perde características inerentes ao formato do quadrinho como a narrativa visual, composição e, principalmente, ritmo. Ao ler um quadrinho, o leitor é quem dita o ritmo. Ler quadrinhos é uma atividade interativa: seu cérebro precisa criar a continuidade preenchendo a ação entre quadros e é você quem controla o quão rápido a história avança. Já ao assistir um filme somos meros espectadores e quem dita o ritmo é o diretor e o editor. Outra coisa que se perdeu foram sequências inteiras deixadas de fora (porque colocar a série toda seria impossível mesmo): as aventuras de Jimmy Olsen, um momento crucial na Smallville do passado, o encontro com Zibarro, a Terra Q e mais algumas outras coisas. Mas, no geral, foi uma adaptação bem fiel que, além de tudo, ainda utilizou um character design bem próximo da arte original de Frank Quitely. Os fãs ficarão satisfeitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (dramático demais e com trilha sonora que não tem nada a ver):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/2zPv6DiA_eM?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grant Morrison fala sobre a fantástica origem do quadrinho &lt;i&gt;All-Star Superman,&lt;/i&gt; (em Inglês com sotaque escocês):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/OZpPHffldws?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4344128839042944316?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4344128839042944316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-all-star-superman-2011.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4344128839042944316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4344128839042944316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-all-star-superman-2011.html' title='All-Star Superman (2011)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Z2u7OxH_bnI/TVs_XevPtOI/AAAAAAAAAXA/dsqgp5j0O1I/s72-c/poster-allstarsuperman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6800909537073530094</id><published>2011-02-14T13:00:00.001-02:00</published><updated>2011-09-19T18:31:08.462-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>George A. Romero's Trilogy of the Dead (1968) (1978) (1985)</title><content type='html'>Apesar de ter visto os outros filmes de zumbi de George A. Romero, por algum motivo negligenciei a chamada &lt;i&gt;Trilogy of the Dead&lt;/i&gt;. Hora de corrigir uma heresia (ou três).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TOVQ_r_RMcI/AAAAAAAAASY/FMeuERozM6A/poster-nightofthelivingdead1968.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Night of the Living Dead (1968)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Você pode assistir ao filme completo no &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jfShkumjeq8"&gt;YouTube&lt;/a&gt;.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não está tão datado quanto eu imaginava. Aliás, o fato de ter sido filmado em preto e branco lhe dá um charme todo especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro com metáforas a conflitos raciais e sociais reflete bem o sentimento da época. O próprio Romero chegou a comentar posteriormente que o tema principal que tinha em mente ao criar o filme era revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que ele realmente conseguiu revolucionar foram os filmes de horror. Até então a maioria deles eram quase juvenis e cenas de violência nunca eram tão explícitas. Romero deve ter chocado muito gente, ainda mais que o código de classificação etária (censura) só entrou em vigor nos EUA um mês depois. Assim, até mesmo crianças pequenas conseguiram ver o filme (que inicialmente era, inclusive, apresentado em matinês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já haviam outros filmes com zumbis antes mas eram diferentes deste (geralmente cadáveres reanimados por voodoo). E apesar da idéia inicial ter sido inspirada pelo livro &lt;i&gt;I Am Legend&lt;/i&gt; de Richard Matheson, Romero acabou criando algo totalmente novo que deu origem a todo um subgênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns dizem que os zumbis do filme representam o capitalismo e como ele causa opressão em termos sociais e econômicos. Mas esse aspecto seria abordado mais enfaticamente no filme seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pElSu_ECJGM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pElSu_ECJGM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1990 &lt;i&gt;Night of the Living Dead&lt;/i&gt; ganhou um remake dirigido por Tom Savini (responsável pela maquiagem de vários filmes de Romero) e até que não é tão ruim. Um segundo remake foi lançado em 2006 mas eu nem quis ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TOVQ3lrKe3I/AAAAAAAAASQ/TCpe2wZujSQ/poster-dawnofthedead1978.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dawn of the Dead (1978)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo no começo as críticas sócio-econômicas e questões raciais são mostradas claramente, sem muita sutileza. E colocar a maior parte da ação dentro de um shopping também remete à crítica ao consumismo. Os zumbis perambulando debilmente pelos corredores não deixam nenhuma dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos os personagens transformam o ambiente em que estão num microcosmo que faz alusão ao "american way", à vida suburbana e sua futilidade. Suas vidas passam a ser tão vazias quanto a dos próprios monstros que tentam devorá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os zumbis aqui são muito mais lentos e estúpidos do que eram antes, talvez até um pouco demais. Assim não oferecem nenhuma ameaça e o horror não tem o mesmo impacto. Resta apenas a crítica social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira ameaça só vem no terceiro ato: outros seres humanos que querem tomar para si o que é dos outros. Mas qualé a diferença entre eles e os protagonistas? Na verdade não importa porque, mesmo nessa hora, a questão ainda continua sendo o consumismo sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os efeitos visuais e a maquiagem são ridículos para os padrões de hoje. Porém, se relevar isso, vai entender por que este é considerado um dos filmes de zumbi mais primordiais. Uns dizem que talvez seja até o melhor de todos os tempos mas aí acho que é só a nostalgia (e ninguém assistiu a todos os filmes de zumbi de todos os tempos para fazer tal alegação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PpuNE1cX03c?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PpuNE1cX03c?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004 &lt;i&gt;Dawn of the Dead&lt;/i&gt; ganhou uma nova versão dirigida pelo então estreante Zack Snyder. O filme causou certa controvérsia entre os fãs por apresentar zumbis rápidos (possivelmente influência de &lt;i&gt;28 Days Later&lt;/i&gt;). Mas é bem divertido, traz coisas novas interessantes e diverge o suficiente para ter uma identidade própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TOVQ7S_DJcI/AAAAAAAAASU/zwrPYMlf7Bo/poster-dayofthedead1985.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Day of the Dead (1985)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ápice das críticas sociais foi alcançado com o filme anterior por isso há a tentativa de variar um pouco os temas aqui. O próprio Romero disse que esta história lida com a falta de comunicação entre as pessoas e como isso pode levar à danação da sociedade (em qualquer nível ou escala). Mas passar 102 minutos assistindo a personagens desprezíveis discutindo entre si não é exatamente divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem nenhum personagem com quem se importar fica mais difícil se envolver com o que acontece. As "experiências" realizadas com zumbis em cativeiro parecem refletir (não intencionalmente) o que Romero e a equipe faziam com o próprio filme: tentar controlar o (próprio subgênero) que haviam criado mas sem saber exatamente o que fazer e sem chegar a um resultado satisfatório. Talvez o filme tenha sido ambicioso demais e assim perdeu-se o foco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da trilogia original, este foi o menos interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/iQGqUC707e0?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iQGqUC707e0?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Day of the Dead&lt;/i&gt; também foi refeito (em 2008) numa versão dirigida por Steve Miner. Mas todos falam tão mal que nem fiquei com vontade de assistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr /&gt;&lt;br /&gt;Todos estes filmes estão nitidamente datados. Mas é impossível não reconhecer sua inovação, pioneirismo e influência na cultura pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS.: a noção de que zumbis querem comer cérebros não vem desses filmes mas sim da série &lt;i&gt;Return of the Living Dead&lt;/i&gt; (de John Russo). Os zumbis de Romero comem qualquer parte do ser humano (pois não são mimados).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6800909537073530094?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6800909537073530094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-george-romeros-trilogy-of-dead.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6800909537073530094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6800909537073530094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-george-romeros-trilogy-of-dead.html' title='George A. Romero&apos;s Trilogy of the Dead (1968) (1978) (1985)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TOVQ_r_RMcI/AAAAAAAAASY/FMeuERozM6A/s72-c/poster-nightofthelivingdead1968.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4860799736776834142</id><published>2011-02-09T15:05:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:31:21.100-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Waiting For Superman (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TVIOMqWyuxI/AAAAAAAAAW8/7oZLyQH1c6E/poster-waitingforsuperman.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Waiting For Superman&lt;/i&gt; é um documentário dirigido por Davis Guggenheim (o mesmo de &lt;i&gt;An Inconvenient Truth&lt;/i&gt;) sobre o sistema de educação pública nos EUA. O filme tenta analisar quais foram os problemas que levaram esse sistema a ficar cada vez pior e mostra algumas das tentativas de melhorar a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo é muito chocante e revoltante, claro. É difícil acreditar quantas coisas erradas se acumulam para criar um ambiente com tamanha falta de esperança para tantas crianças que realmente não conseguem enxergar um futuro melhor para si. O problema é que em vários momentos você começa a se perguntar sobre as reais motivações de tudo aquilo que está sendo mostrado a você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme criou enorme controvérsia entre vários setores justamente por isso. Alguns dizem que não passa de uma ferramenta de marketing de quem quer privatizar tudo (inclusive o sistema de educação pública) e o início disso seria acabar com os sindicatos de professores. Outros lembram que as escolas "modelo" que são mostradas não mencionam o fato de que recebem muito dinheiro do setor privado. Estes detratores alegam que os defeitos e até atos ilícitos praticados por estas instituições (para manterem seu padrão) não são mencionados e que tenta-se vender ao público a idéia de que esta é a solução para todos os problemas (novamente, tendo em vista interesses privados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, controvérsias à parte, o filme realmente é muito bem feito. Tecnicamente ele é impecável: fotografia, edição, trilha sonora... tudo é da mais alta qualidade e serve para aumentar ainda mais a carga emocional das cenas que se intercalam com os depoimentos. Estas sequências foram obviamente feitas de maneira a criar uma enorme empatia com as crianças e seus pais: os personagens principais deste drama. Só que o drama deles é real, suas motivações e seus conflitos são reais. Juntando tudo, é simplesmente impossível ficar indiferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guggenheim utiliza-se até de metáforas visuais para ilustrar alguns fatos. Aliás, há também várias animações muito bem feitas que dão mais dinamismo às sequências que poderiam ser extremamente maçantes (como a explicação de dados estatísticos ou procedimentos burocráticos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejam quais forem as suas opiniões ou inclinações políticas e ideológicas, não dá para negar a existência desses problemas não só nos EUA mas em muitos lugares do mundo (inclusive no Brasil). Mas, devido justamente à complexidade destas questões, não dá para deixar-se levar por melodrama e abraçar uma resposta sem questioná-la. Mas se este documentário pelo menos aumentar as discussões em torno da questão da educação pública, já será alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Waiting For Superman&lt;/i&gt; é um documentário tocante, revoltante, divertido e elucidador. Mas é preciso lembrar que há sempre dois lados na mesma moeda. E que escolher um lado sem considerar o outro é como utilizar essa moeda para decidir o futuro da educação pública através da sorte (ou, no caso, azar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/yFN0nf6Hqk0?rel=0" title="YouTube video player" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4860799736776834142?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4860799736776834142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-waiting-for-superman-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4860799736776834142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4860799736776834142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-waiting-for-superman-2010.html' title='Waiting For Superman (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TVIOMqWyuxI/AAAAAAAAAW8/7oZLyQH1c6E/s72-c/poster-waitingforsuperman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-3328624627514093440</id><published>2011-02-03T13:34:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:31:33.359-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Lake Mungo (2008)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUitljryGzI/AAAAAAAAAW0/IONS_pwlEcQ/poster-lakemungo.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lake Mungo&lt;/i&gt; é um filme australiano difícil de definir. Não é totalmente horror mas também não é drama nem mistério, é um pouco disso tudo. A única certeza é de que é um falso documentário (não confundir com filmes do tipo &lt;i&gt;"filmagem encontrada"&lt;/i&gt;) mas, por sorte, não há nenhum tipo de narração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As partes de horror, por exemplo, não chegam a ser realmente assustadoras, não há sustos nem nada assim. O que na verdade é um alívio pois, se tivesse, teria sido simplesmente ridículo. Tudo é muito mais psicológico e depende mais de como cada um encara fenômenos sobrenaturais. O próprio filme brinca um pouco com essas expectativas mas sem se aprofundar muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O drama também poderia ter sido mais bem trabalhado. Há, sim, uma tentativa de definir os personagens através de depoimentos de familiares e amigos mas mesmo isso não é suficiente. Principalmente no caso da garota que é central à trama. Nesse ponto, o diretor e o roteirista poderiam ter usado um recurso recorrente a documentários deste tipo: definir bem a vítima (no começo) para que possamos nos importar com a narrativa de tudo o que aconteceu com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o grande problema é o aspecto do mistério. O filme começa perguntando &lt;i&gt;"O que aconteceu à garota?"&lt;/i&gt; mas depois de algumas reviravoltas o foco muda para &lt;i&gt;"Por que aconteceu isso com ela?"&lt;/i&gt;. E nenhuma dessas questão são resolvidas ou respondidas de maneira satisfatória. Pior ainda: a principal revelação acontece com a apresentação de um elemento e personagens que não foram citados anteriormente. Como é que você espera que alguém possa (talvez) juntar todas as peças e resolver o quebra-cabeça se não mostrou todas as peças? Isso é um truque desleal e o espectador se sente enganado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Lake Mungo&lt;/i&gt; é um filme que poderia ter sido interessante mas que se prejudicou por não saber exatamente o que queria ser e como se apresentar. Várias perguntas são feitas, nenhuma é respondida e você fica indiferente a tudo o que acontece. No dia seguinte provavelmente nem vai lembrar que viu esse filme. Só não cometa o erro de assistí-lo de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/4n8WNQ9kOac?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que os direitos do filme foram comprados para uma versão hollywoodiana pelo mesmo produtor dos remakes de Ringu e Ju-On. Ou seja, espere uma versão ainda pior deste filme em breve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-3328624627514093440?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/3328624627514093440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-lake-mungo-2008.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3328624627514093440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/3328624627514093440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-lake-mungo-2008.html' title='Lake Mungo (2008)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUitljryGzI/AAAAAAAAAW0/IONS_pwlEcQ/s72-c/poster-lakemungo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2420739687083456465</id><published>2011-02-01T11:43:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:31:44.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Jack Goes Boating (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUdfVs99BEI/AAAAAAAAAWw/fpH_uI7szsU/poster-jackgoesboating.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jack Goes Boating&lt;/i&gt; é uma adaptação da peça homônima de Robert Glaudini e a maioria dos atores interpreta os mesmos personagens que viveram no teatro, inclusive Philip Seymour Hoffman que aqui faz sua estréia na direção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez por vir de uma peça, o desenvolvimento dos personagens parece um tanto estranho, muito breve. Apenas algumas poucas cenas revelam um ou outro detalhe sobre quem são e quase nada sobre o que querem. Por causa disso, tudo parece um pouco sem sentido. Apenas uma desculpa para ver como os personagens interagem uns com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas conjugais, o romance, a amizade, as pessoas cada uma com suas peculiaridades... pelo menos tudo isso é um pouco mais realista do que se vê geralmente. Porém, o filme é curto demais para tratar disso tudo ao mesmo tempo e de modo satisfatório. O arco romântico do protagonista parece ser o foco mas todo o resto não serve de complemento ou conflito. São apenas coisas que acontecem paralelamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o início até o começo do terceiro ato passei a maior parte do tempo me perguntando qual era o propósito desta ou daquela cena, o que os personagens estavam pensando, tentando dizer, sentindo... e não encontrei resposta. O filme tenta te mostrar o que o protagonista quer mas não por que ele quer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me entenda mal, o filme não é exatamente ruim mas você não se envolve com nada nem com ninguém. Tudo é como observar uma briga conjugal aleatoriamente na rua. Você sabe o que está acontecendo só que, como não conhece os envolvidos, não se importa muito. Pelo contrário, quer apenas sair dali o mais rapidamente o possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Jack Goes Boating&lt;/i&gt; é um drama mediano sobre relacionamentos amorosos e, confesso, não é o meu tipo de filme. Mas se é o seu e se gosta do ator Philip Seymour Hoffman, talvez queira conferir como ele se sai dirigindo também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Q1BwBhk9nqM?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2420739687083456465?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2420739687083456465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-jack-goes-boating-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2420739687083456465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2420739687083456465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/02/critica-jack-goes-boating-2010.html' title='Jack Goes Boating (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUdfVs99BEI/AAAAAAAAAWw/fpH_uI7szsU/s72-c/poster-jackgoesboating.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-871005169544946438</id><published>2011-01-31T14:25:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:31:55.718-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Jacket (2005)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TULFdRy3FJI/AAAAAAAAAWs/8J6_Vmip4O0/poster-thejacket.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Jacket&lt;/i&gt; é uma mistura de thriller psicológico, mistério e ficção científica. É um daqueles filmes que talvez seja melhor não saber muita coisa antes de assistir. Por isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Tentarei evitar mas a partir daqui podem haver spoilers.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal recurso narrativo da trama é a viagem no tempo. Mas, diferente de outros filmes, este não lança dúvida sobre os fatos ou sobre a sanidade do protagonista. Isso não importa aqui. Ele é são e realmente está viajando no tempo. A questão é o que ele faz quando isso acontece e como (ou se) suas atitudes terão consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, tudo não passa de um grande quebra-cabeça que você tenta resolver junto com o protagonista. O problema é que ele começa sem muita motivação e depois arranja um motivo improvável: romance. Tudo acontece rápido demais e de forma inverossímel e tornaria o filme um desastre se não fosse pela excelente performance dos atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O protagonista de Adrien Brody não é muito bem desenvolvido. Como falei, ele não tem motivação e você não chega a descobrir quem ele é (a não ser um cara que está viajando no tempo e... o que ele quer mesmo?). É realmente difícil de definir ou mesmo lembrar. Tudo é centrado demais no aspecto de quebra-cabeça ou da resolução do mistério. Só que, sem motivo, só resta a corrida contra o relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este parecer ser mesmo o tema: Não importa quanto tempo você tem mas o que fará com ele. E que não há "destino", suas escolhas é que definem os rumos da sua vida. Mais ainda: as consequências disso afetam não apenas você mas todos à sua volta. Mas esses temas soam muito didáticos. O único motivo para você talvez se importar com os personagens não vem da história mas sim dos atores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me surpreendeu, por exemplo, foi Keira Knightley que fez um ótimo trabalho com o pouco material que lhe foi dado. Sua personagem também não é muito aprofundada mas sua atuação cheia de nuances (principalmente a diferença na voz) acabou proporcionando facetas que lhe faltaram no roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, sem motivação e também sem muitos conflitos ou obstáculos, o espectador também luta apenas contra o relógio: somente espera para saber como todas as peças se encaixam e qual será o resultado final disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insatisfação vem, pelo menos para mim, do fato de que tudo se encaixa perfeitamente demais. Poderiam ter sido mais ousados, apertado mais botões. Talvez todos! De uma só vez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Jacket&lt;/i&gt; não é ruim, apenas... um tanto frio emocionalmente (o que é irônico pois tudo se passa no inverno) e auto-restritivo demais (ainda mais irônico para um filme cujo nome é uma referência à camisa-de-força... e ao conto homônimo de Jack London). Se a fotografia fosse melhor e a direção de arte mais interessante, talvez tivesse ajudado. Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que, pra variar, mostra demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/rCxQ83Pg1Ko?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-871005169544946438?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/871005169544946438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-jacket-2005.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/871005169544946438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/871005169544946438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-jacket-2005.html' title='The Jacket (2005)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TULFdRy3FJI/AAAAAAAAAWs/8J6_Vmip4O0/s72-c/poster-thejacket.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-6578428209273249991</id><published>2011-01-28T11:14:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:32:08.025-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The New Daughter (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUDSJZCqXAI/AAAAAAAAAWo/0Wq8kcxf0Zc/poster-thenewdaughter.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The New Daughter&lt;/i&gt; é um filme de horror baseado no conto homônimo de John Connoly, dirigido por Luis Berdejo e estrelando Kevin Costner e Ivana Baquero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não quer absolutamente nenhuma possibilidade de spoilers, tome cuidado ao ler o resto dessa crítica. Mas uma coisa eu adianto: não tem importância porque nem vale muito a pena ver esse filme mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metáfora mais óbvia que a história apresenta é à adolescência. A garota passa por mudanças físicas, psicológicas e emocionais e tudo é mostrado simbolicamente através de elementos de horror. Nada muito inovador ou complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra possível alusão talvez seja à dependência de drogas. As marcas de "picadas", mudanças de comportamento da menina, distanciamento da família e o fato de que em dado momento o pai precisa ir resgatá-la no "ninho da maldade" (e o estado em que ela se encontra lá)... tudo indica isso mas é muito superficial e pouco explorado. Como a trama é centrado demais na perspectiva do protagonista, a maioria das coisas acontecem longe do espectador. Somos obrigados a acompanhar a parte chata da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin Costner tem uma atuação mediana mas também não havia muito o que ele fazer a não ser parecer um pai perdido procurando informações aleatoriamente (até usa um pseudo-Google!). O fato de ser um escritor não influencia em nada na história, ele poderia ser qualquer outra coisa que não faria diferença. Alguns subplots como o possível romance entre ele e a professora do filho não vão a lugar algum; o relacionamento com a ex-esposa (e alguma possível influencia disso sobre o personagem) não é explorado e sua única motivação parece ser descobrir "a verdade" para proteger os filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivana Baquero (um pouco mais crescida do que em &lt;i&gt;Pan's Labyrinth&lt;/i&gt;) foi outra que teve a atuação desperdiçada. No começo ela é uma adolescente "típica" com saco cheio de tudo. Depois ela parece passar por uma transformação e aos poucos vira... uma adolescente de saco cheio de tudo! Antes ela revirava os olhos e ficava quieta; agora ela tem ataques de &lt;i&gt;"Você não me deixa fazer nada!"&lt;/i&gt;. Oh não! Que coisa sinistra estará acontecendo com ela? Por que esta adolescente está apresentando comportamento errático e rebeldia?! Pfff... Faça-me o favor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é didático demais. Parece escrito por alguém que leu livros sobre &lt;i&gt;"Como escrever um roteiro"&lt;/i&gt; e seguiu todas as regras básicas. Chega a ser quase cômico. Aliás, o número de clichês ruins começa a aumentar à medida em que a trama avança como se estivesse tentando usar todo e qualquer recurso básico de roteirização. Quando a arma encontrada no primeiro ato mostra sua utilidade no terceiro e quando o "especialista" surge do nada para fazer toda a exposição necessária para explicar a mitologia proposta, você não sabe se ri ou se fica com raiva. Ou se ri de raiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The New Daughter&lt;/i&gt; é um filme com boas intenções mas todos sabemos que nem sempre isso traz bons resultados. Não chega a ser um horror horrendo, mas deixa muito a desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/8a2rBUA7hrA?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-6578428209273249991?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/6578428209273249991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-new-daughter-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6578428209273249991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/6578428209273249991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-new-daughter-2009.html' title='The New Daughter (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TUDSJZCqXAI/AAAAAAAAAWo/0Wq8kcxf0Zc/s72-c/poster-thenewdaughter.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5289565404940613926</id><published>2011-01-27T11:17:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:32:21.017-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Franklyn (2008)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TT9xf7TQKeI/AAAAAAAAAWk/1y4H1Bt1i48/poster-franklyn.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Franklyn&lt;/i&gt; é uma ficção científica franco-britânica (em Inglês) que é a estréia de Gerald McMorrow na direção e roteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece haver duas realidades paralelas: uma Londres pós-contemporânea e uma cidade chamada Meanwhile que aparentemente é um mundo de fantasia noir-steampunk. Nesse lugar há uma espécie de Batman/Rorschach cuja única característica distinta é que ele não segue nenhuma religião (pois, aparentemente, todos lá precisam ter uma).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns outros personagens são apresentados em ambas as realidades mas após 30 minutos você não sabem quem são, o que querem e qualé a ligação entre eles. O filme passa esse tempo pulando entre um e outro (e entra uma realidade e outra) mas tudo parece aleatório pois nada do que é mostrado faz com que os personagens ou a trama sejam desenvolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente após uma hora é que você começa a entender o que está se passando mas aí já é tarde demais. Esperar o meio do filme para começar a tentar estabelecer os personagens ou a trama é um absurdo. Até lá o espectador já está cansado de narrações irritantes e ações sem sentido por personagens inverossímeis e caricatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um vingador mascarado, um romântico sonhador com coração partido, um velho à procura do filho desaparecido e uma estudante de arte auto-destrutiva... não parece haver relação alguma entre eles. E não há. O roteiro tenta forçar uma mas não consegue convencer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "revelação" de como todos estão ligados não chega a ser uma surpresa mas é muito artificial e torna tudo o que aconteceu até ali simplesmente inútil. Pior ainda é a descoberta do verdadeiro motivo para tudo isso. Garanto que você vai revirar os olhos e pensar por que perdeu seu tempo assistindo a esse filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez as intenções tenham sido ambiciosas demais, talvez o roteirista/diretor achou que tudo isso era genial ou provavelmente ninguém envolvido se importou o suficiente para dizer algo a respeito. Mas o filme é um amontoado de bagunça que não consegue se juntar para formar algo que faça sentido ou tenha motivo para existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o término de &lt;i&gt;Franklyn&lt;/i&gt;, Gerald McMorrow não fez mais nada. Espero que ele tenha percebido seus erros e estejam se aprimorando para não cometê-los novamente. Ou que simplesmente tenha desistido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que ficou é de que ele, na verdade, é o próprio personagem do garoto sonhador que acredita que todas as histórias que conta tornam-se realidade. Mas, ao contrário do conto de fadas que tentou criar, acho que ele acabou descobrindo a verdade: que a vida (ou o mercado cinematográfico) não é assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você não precisa assistir a esse filme para descobrir. Aliás, você não precisa assistir a esse filme. Ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/08Nj6a8U2uk?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5289565404940613926?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5289565404940613926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-franklyn-2008.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5289565404940613926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5289565404940613926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-franklyn-2008.html' title='Franklyn (2008)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TT9xf7TQKeI/AAAAAAAAAWk/1y4H1Bt1i48/s72-c/poster-franklyn.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4030397759269007814</id><published>2011-01-26T11:17:00.001-02:00</published><updated>2011-09-19T18:32:37.035-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Orphan (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TT5HBFfmdwI/AAAAAAAAAWg/F_snJN8RZ4A/poster-orphan.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim como a maioria das pessoas que ouviu falar de &lt;i&gt;Orphan&lt;/i&gt; (ou assistiu ao trailer) minha primeira reação foi: &lt;i&gt;"Ah, não. Mais um filme sobre criança maligna"&lt;/i&gt;. Mas eu estava muito, muito enganado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trama realmente parece já ter sido explorada à exaustão em tantos filmes similares e tudo poderia ter sido ridículo se não tivesse um elenco tão competente. Vera Farmiga, Peter Sarsgaard e até mesmo a jovem Isabelle Fuhrman têm atuações brilhantes, cheias de nuances e detalhes que tornam críveis esses personagens em suas vidas emocionais e familiar. Se todo o aspecto de thriller psicológico fosse retirado, ainda assim teríamos um filme de drama rico e envolvente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há vários clichês e cenas praticamente idênticas a tantos outros filmes similares, sim. Mas aí é que está a genialidade do filme: ele faz isso justamente para o espectador sentir-se confortável achando que sabe tudo o que está acontecendo e está por vir. Assim, quando as surpresas são reveladas, o impacto é muito maior.&lt;br /&gt;Claro que tem umas marmeladas e coisas um pouco difíceis de engolir. Mas o drama e a performance do elenco são tão bons que você se distrai facilmente. E tudo foi armado com tanta destreza que você acaba caindo direitinho mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente gostei muito desse filme e achei que ele deveria ter ganhado mais notoriedade. Nem que fosse pelas várias polêmicas que poderia ter causado (não vou mencionar quais pois seriam spoilers).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Garanto a você que &lt;i&gt;Orphan&lt;/i&gt; é surpreendente e que vai  querer assistí-lo de novo, pelo menos mais uma vez. Só não deixe ninguém  contar muita coisa antes e procure saber o menos possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que achei meio bobo e mostra coisas demais):&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/2ywOPNNii9w?rel=0&amp;amp;iv_load_policy=3" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Jaume Collet-Serra:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/SGBh3lk1fNQ?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Isabelle Fuhrman:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/yOSSHU0GrGA?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra entrevista com Isabelle Fuhrman:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/HGVmyHnkWUc?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma entrevista com Isabelle Fuhrman (onde ela mostra que é muito mais madura do que o idiota desse entrevistador):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/LuxX53goRKw?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final alternativo (obviamente, não veja se ainda não assistiu ao filme):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/OM9IcZFeMjk?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4030397759269007814?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4030397759269007814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-orphan-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4030397759269007814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4030397759269007814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-orphan-2009.html' title='Orphan (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TT5HBFfmdwI/AAAAAAAAAWg/F_snJN8RZ4A/s72-c/poster-orphan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-4886263058461563410</id><published>2011-01-25T14:02:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:32:49.988-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Bronson (2008)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTzn3nI55uI/AAAAAAAAAWc/ZBX8W0ZeLZI/poster-bronson.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Dirigido por Nicolas Winding Refn (que também dirigiu &lt;a href="http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-valhalla-rising-2009.html"&gt;&lt;i&gt;Valhalla Rising&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;) &lt;i&gt;Bronson&lt;/i&gt; é um filme baseado na história verídica de Michael Gordon Peterson, conhecido como o prisioneiro mais violento da Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há óbvias referências a Stanley Kubrick, principalmente &lt;i&gt;A Clockwork Orange&lt;/i&gt;. A violência misturada ao humor mas muitas vezes mostrado quase com glamour é praticamente idêntico. Mesmo o enquadramento das imagens, os cenários, a narração e algumas partes da trama são muito parecidos. Só que tudo aqui é ainda mais teatral e em alguns momentos dá a impressão de que realmente adaptaram alguma peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A narrativa parece alternar entre o mundo interno e externo do protagonista assim como ele mesmo no começo é Michael Peterson e depois torna-se Charles Bronson. O principal diferencial nesses casos é a fotografia e a direção de arte que hora são ultra-realistas (com texturas detalhadas, por exemplo) e outras vezes extremamente estilizadas (com cores saturadas dominando quase tudo). Mas não parece haver muita razão para esse conflito, pelo menos nada que fique evidente e tenha significado mesmo que metaforicamente. Parece que foi feito mais como uma ferramenta visual do que algo para contribuir à história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora foi uma grande surpresa e mistura música clássica com synthpop dos anos 80. Ambos refletem a dicotomia visual que mencionei anteriormente mas também não parece ter nenhum significado além disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o show é, sem dúvida alguma, de Tom Hardy. Mesmo que o roteiro não ajude muito, ele consegue mostrar toda uma gama de emoções desse personagem e sua intensidade é inegável. Não é à toa que Christopher Nolan escolheu-o para ser o vilão (Bane) do seu último filme de Batman. Vamos ver como Hardy se sairá nesta empreitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Bronson&lt;/i&gt; é um filme curioso por seu estilo e tem alguns bons momentos mas o roteiro não é muito satisfatório. O mais estranho de tudo é que, apesar de um pouco absurda, a história é verídica e o Charles Bronson (Michael Peterson) de verdade ainda está vivo e preso na Grã-Bretanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (que tem spoilers demais):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/KKC-FKGMeCY?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-4886263058461563410?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/4886263058461563410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-bronson-2008.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4886263058461563410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/4886263058461563410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-bronson-2008.html' title='Bronson (2008)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTzn3nI55uI/AAAAAAAAAWc/ZBX8W0ZeLZI/s72-c/poster-bronson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-490520097313608235</id><published>2011-01-24T14:49:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:33:05.177-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Valhalla Rising (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTjsH8wsMyI/AAAAAAAAAWY/ZFcOTJCsc_M/s1600/poster-valhallarising.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Valhalla Rising&lt;/i&gt; trata de vikings e Cruzadas mas de uma maneira bem diferente. Ele mantém-se longe dos "palcos principais" (digamos assim) e concentra-se em pequenos grupos e pequenos acontecimentos. A sensação de "fim do mundo" e falta de esperança é grande e crescente mas este é o principal atrativo e diferencial do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há muita ação, por exemplo. Sua narrativa é lenta e focada mais em estados emocionais ou psicológicos do que lutas elaboradas ou grandes feitos. Tudo é muito prático, visceral e mostrado da maneira mais crua o possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa falta de glamour tem alguns contrapontos com cenas que lembram filmes de samurais ou western e outros que mais parecem filmes de arte ou algo fortemente influenciado por Stanley Kubrick (principalmente &lt;i&gt;2001: A Space Odyssey&lt;/i&gt;). Tudo é alternado entre o realismo e essa sensação de sonho ou, mais precisamente, pesadelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para reforçar esse clima, o filme utiliza uma fotografia bem escura mas muito bem elaborada e a perfeita composição dos enquadramentos ajuda a enfatizar a beleza natural dos cenários (mesmo os mais inóspitos). Em alguns momentos parece até que você consegue sentir o cheiro da grama molhada ou do chão lamacento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa interessante é a trilha sonora ou a quase ausência dela. Muito esparsa e utilizada somente em momentos específicos, ela parece mesmo servir apenas para aumentar a sensação de desconforto e insanidade. Às vezes a música quase lembra um spaghetti western mas depois entra uns riffs pesados de guitarra e tudo se mistura formando mais cacofonia do que melodias harmoniosas. Mas é exatamente o que este filme pede. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se estiver meio cansado, deixe para ver &lt;i&gt;Valhalla Rising&lt;/i&gt; numa outra hora ou do contrário acabará cochilando e acordará repentinamente em alguns momentos de susto. Digam o que disserem, uma coisa não pode ser negada: este é um filme brutal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com spoilers demais para o meu gosto):&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/PlcfUzxxBDw?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com o diretor Nicolas Winding Refn:&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" class="youtube-player" frameborder="0" height="510" src="http://www.youtube.com/embed/HH06a3Y4Igw?rel=0" title="YouTube video player" type="text/html" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-490520097313608235?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/490520097313608235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-valhalla-rising-2009.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/490520097313608235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/490520097313608235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-valhalla-rising-2009.html' title='Valhalla Rising (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTjsH8wsMyI/AAAAAAAAAWY/ZFcOTJCsc_M/s72-c/poster-valhallarising.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-5448131722832861756</id><published>2011-01-21T11:23:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:33:17.345-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The Horde [La Horde] (2009)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TRlS2LyaLvI/AAAAAAAAAU8/eyx3tosMYkU/poster-thehorde.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Horde&lt;/i&gt; é um filme de zumbis bem comum e bem diferente ao mesmo tempo. Esta produção francesa começa como um drama de crime e isso dá mais dimensões aos personagens porque há sempre algo acontecendo que não seja apenas a tentativa de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os relacionamentos entre cada um deles (e suas personalidades) são desenvolvidos ao longo de toda a trama e isso é o que realmente importa. Todo o caos e loucura só aumentam aquilo que já sentem e suas atitudes são apenas reflexo disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tentar sobreviver, eles precisam resolver suas diferenças. E quantas diferenças. Alguns são criminosos e outros são policiais. Além disso, uns são franceses enquanto outros são imigrantes. Aí encontramos a principal metáfora do filme: a xenofobia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é nenhuma novidade, principalmente em filmes de zumbis, mas aqui ganha uma outra conotação pois é dentro do contexto da cultura e cotidiano francês. O medo do "outro" que é diferente, o medo de que vêm invadir e tomar o seu lugar (ou torná-lo um deles) fica bem óbvio. A fúria e os ataques das hordas de zumbis, por exemplo, lembram muito as revoltas populares que vez ou outra ocorrem na própria França (muitas vezes por xenofobia). Todos esses temas são bem atuais e quero acreditar que as semelhanças (mesmo visuais) sejam propositais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso o filme tem muito estilo, principalmente nas cenas de ação. Mas o incrível mesmo é que as principais reviravoltas advém do drama. Todos os momentos mais chocantes e surpreendentes vêm de como os personagens tratam uns aos outros e das decisões que tomam. Isso é fascinante e bem incomum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que realmente me incomodou é que, mais uma vez, todos os personagens parecem simplesmente ignorar o conceito de zumbis. É como se na realidade deles não houvesse nenhum filme (ou nada na cultura pop) referente a zumbis e por isso ninguém sabe das regras básicas de como lidar com eles (atirar/acertar na cabeça, não se deixar morder etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Horde&lt;/i&gt; é um filme intenso e cheio de personalidade própria. Se gosta ou ao menos se interessa por esse subgênero do horror e dramas criminais, precisa assistir. É simplesmente imperdível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RnQ5ZVHYXtE?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/RnQ5ZVHYXtE?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-5448131722832861756?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/5448131722832861756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-horde-la-horde-2009.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5448131722832861756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/5448131722832861756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-horde-la-horde-2009.html' title='The Horde [La Horde] (2009)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TRlS2LyaLvI/AAAAAAAAAU8/eyx3tosMYkU/s72-c/poster-thehorde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-7009871898798877151</id><published>2011-01-20T11:56:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:33:30.925-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Conviction (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTJPV3muxKI/AAAAAAAAAWQ/rsnYjHdTwkE/poster-conviction.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conviction&lt;/i&gt; é um drama dirigido por Tony Goldwyn (mais conhecido como ator) que trata da história real de uma mãe solteira que tenta tornar-se advogada para provar a inocência de seu irmão num caso de assassinato ocorrido anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história, por ser verídica, até que é interessante mas o roteiro é meio melodramático e isso fica bem evidente desde o começo até o final. A quantidade de clichês só não chega a ser cômica porque o elenco é simplesmente fabuloso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hillary Swank interpreta a protagonista com toda a seriedade e gravidade que o papel pede só que, infelizmente, mesmo sua excelente performance não consegue carregar o filme nas costas. A narrativa é muito concentrada só nela mas tudo é mostrado apenas superficialmente e sem ênfase nas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez deveriam ter dado mais tempo de tela a Sam Rockwell (que interpreta o irmão encrencado) porque ele realmente trabalha bem aqui. Mas achei que seu personagem não foi elaborado o suficiente para mostrar seu talento e desenvoltura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os coadjuvantes (Minnie Driver, Juliette Lewis, Clea DuVall, Melissa Leo, Peter Gallagher, Ari Graynor) também são muito bons apesar do pouco tempo de tela que têm. Fiquei até impressionado com a atuação de alguns deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro tem algumas falhas graves (além de ser melodramático, como mencionei anteriormente). Várias coisas são comentadas e mencionadas mas não mostradas. E, apesar da história ser verídica, a maioria dos conflitos e obstáculos parecem muito artificiais e não têm o impacto pretendido; é como uma simples lista de acontecimentos a serem mostrados. Toda a estrutura está nitidamente desequilibrada e o ritmo não segue uma cadência natural e isso deixa evidente que o roteiro precisava de pelo menos mais uma, duas ou até mais revisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a única coisa realmente ruim (além da direção) é a trilha sonora genérica que parece feita por um amador munido de um "guia de trilha sonora para filmes dramáticos". Os outros aspectos técnicos simplesmente não se destacam mas também não atrapalham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você gosta de dramas jurídicos e/ou adaptações de histórias verídicas talvez se interesse por &lt;i&gt;Conviction&lt;/i&gt;. Pra mim foi um filme bem monótono que desperdiçou um elenco brilhante por causa de uma direção ineficaz e um roteiro inseguro. Melhor sorte para Tony Goldwyn nas próximas empreitadas (ou que ele volte a ser apenas um ator).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer (com uma quantidade inacreditável de spoilers):&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NrPtr0aQx3s?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/NrPtr0aQx3s?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-7009871898798877151?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/7009871898798877151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-conviction-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7009871898798877151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/7009871898798877151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-conviction-2010.html' title='Conviction (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTJPV3muxKI/AAAAAAAAAWQ/rsnYjHdTwkE/s72-c/poster-conviction.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1729028329836420017</id><published>2011-01-19T14:28:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:33:42.020-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Red (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TS5v-gnpfYI/AAAAAAAAAWM/_aB9qbotK7Y/poster-red.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Red&lt;/i&gt; é uma mistura de filme de ação e comédia inspirada na mini-série em quadrinhos de mesmo nome criada por Warren Ellis e Cully Hamner. Não é exatamente uma adaptação porque é bem diferente tanto em seu tom quanto na trama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história em quadrinhos é extremamente violenta e lida com conspirações governamentais. Nela, Frank Moses é mostrado como uma máquina de matar eficiente e implacável que não hesita até alcançar seu objetivo. Há algumas indicações de como ele foi importante e acabou moldando grandes eventos históricos antes de se aposentar mas agora chega um novo diretor da CIA e toma uma decisão estúpida: eliminá-lo pois ele sabe demais. Eu não gostei muito dessa mini-série mas o filme consegue ser ainda pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é praticamente uma paródia disso tudo. Alguns pontos-chave são parecidos mas tudo é mostrado de maneira caricata e sem nenhuma gravidade. Colocaram romance, aliados valorosos e leais, antagonistas honrados mas equivocados e todas as outras coisas estúpidas que você possa esperar dos clichês desse sub-gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns poderiam dizer que a ação e o humor são irônicos, que são ruins "de propósito". O problema é que o filme não decide se é uma paródia deslavada, ele não veste a carapuça o tempo todo. Essa hesitação acaba tornando tudo monótono e a motivação inverossímel do protagonista faz com que você não se importe com nada. Até porque está na cara que tudo vai dar certo, todos viverão felizes para sempre e ainda farão alguma piadinha no momento final. Óbvio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa realmente boa é o elenco. Mas mesmo eles não tiveram muito o que fazer e parece mais que aceitaram esse trabalho apenas pela diversão de atuarem juntos (bom pra eles, ruim pra nós). É um verdadeiro desperdício. Como pegar vários ingredientes de primeira qualidade e fazer um prato requintado mas depois cobrir tudo com ketchup. Daqueles bem ruins e baratos, ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Red&lt;/i&gt; é um típico filme-pipoca e tem todos os clichês que você possa esperar: descerebrado, com cenas de ação que não empolgam e com comédia que não é engraçada... Se é isso que você procura, pegue seu junk food preferido e vá em frente. E não esqueça de caprichar no ketchup.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hidis7YVqBQ?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Hidis7YVqBQ?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-1729028329836420017?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/1729028329836420017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-red-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1729028329836420017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/1729028329836420017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-red-2010.html' title='Red (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TS5v-gnpfYI/AAAAAAAAAWM/_aB9qbotK7Y/s72-c/poster-red.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-2598237007793525723</id><published>2011-01-18T15:07:00.002-02:00</published><updated>2011-09-19T18:33:57.390-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>The King's Speech (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTXHtAhovbI/AAAAAAAAAWU/GaQku--1Lis/poster-thekingsspeech.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The King's Speech&lt;/i&gt;, dirigido por Tom Hooper com roteiro de David Seidler, conta a história verídica do Rei George VI do Reino Unido e como ele tenta vencer um problema de dicção com a ajuda do terapeuta Lionel Logue e seus métodos inusitados mas, claro, tudo é uma desculpa para mostrar a amizade entre os dois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é esplêndido mas tem algumas peculiaridades. Não há um antagonista definido, por exemplo, e os conflitos são em sua maioria internos (o que não é exatamente ruim). O protagonista precisa vencer apenas seus próprios temores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, achei um pouco estranho que o personagem principal seja o príncipe Albert (Duque de York, que depois torna-se Rei George VI) e não o terapeuta Lionel Logue. É muito mais fácil nos identificarmos com Logue (um homem comum, simples, que adora a família e tem sonhos singelos mas bem definidos). Já Albert é o príncipe do Reino Unido, ou seja, faz parte da nobreza e vive nesse mundo à parte. Mas, por outro lado, ele também parece ser um tanto comum (apesar das excentricidades dos protocolos da realeza) e também adora a família mas seu único anseio nesta história parece ser superar seus medos, sua insegurança e seu problema de dicção (o que parece ser tudo uma coisa só, na verdade). Mas ele também sente a pressão de honrar seu legado e não desapontar seu pai e talvez, se observarmos todos os seus conflitos de maneira simbólica, seja mais fácil haver uma empatia maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o roteiro tem uma boa estrutura e a direção mostra tudo de maneira muito eficaz e sem apelar para melodramas ou clichês de filmes similares. Tudo parece muito natural graças também aos excelentes atores (Colin Firth e Geoffrey Rush, principalmente) e eles merecem todas as indicações e prêmios que vêm recebendo. Sem esquecer do excelente trabalho de câmera (com enquadramentos e ângulos perfeitos, boas transições) e uma direção de fotografia impressionante. A direção de arte também completa isso tudo com cores que vão ficando um pouco mais saturadas, mais quentes, com mais tons de vermelho à medida em que a trama se desenvolve (possivelmente refletindo o arco emocional do protagonista) e os cenários são elaborados, harmoniosos e meticulosamente cuidados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a história do roteirista David Seidler é tão fascinante quanto o filme ou talvez até mais. Quando criança, ele próprio sofria de problemas de dicção. Seus pais faziam-no ouvir o discurso do Rei George VI como uma forma de incentivo e isso claramente influenciou seu interesse na pessoa e no personagem. Apesar de ter sido roteirista durante praticamente toda a sua vida adulta, este é o primeiro filme de sucesso que ele escreveu. Aos 73 anos! Sua história de perseverança inclui não apenas seu trabalho mas também uma luta contra um câncer e o divórcio de Jacqueline Feather, não apenas sua esposa mas também sua constante companheira de trabalho. Este foi o primeiro roteiro que escreveu sozinho após praticamente 30 anos de parceria. Talvez, um dia, a história do próprio Seidler vire um filme (principalmente se ele tornar-se o mais velho ganhador do Oscar de Melhor Roteiro Original). &lt;i&gt;Atualização: Ele ganhou!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The King's Speech&lt;/i&gt; não tem tanta comédia quanto seu trailer tenta mostrar mas é um filme muito agradável, interessante (ainda mais se você tem alguma noção de História) e muito bom em todos os aspectos (técnicos e emocionais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trailer:&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pzI4D6dyp_o?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0&amp;iv_load_policy=3"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pzI4D6dyp_o?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0&amp;iv_load_policy=3" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Making of:&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,47,0" height="352" id="flashObj" width="406"&gt;&lt;param name="movie" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;param name="flashVars" value="videoId=742140665001&amp;playerID=22881351001&amp;playerKey=AQ~~,AAAAA-dDLCk~,siZIgFdU3jNHWfij3aFtY3WlNw_bo9hU&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /&gt;&lt;param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /&gt;&lt;param name="seamlesstabbing" value="false" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="swLiveConnect" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;embed src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" bgcolor="#FFFFFF" flashVars="videoId=742140665001&amp;playerID=22881351001&amp;playerKey=AQ~~,AAAAA-dDLCk~,siZIgFdU3jNHWfij3aFtY3WlNw_bo9hU&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" base="http://admin.brightcove.com" name="flashObj" width="406" height="352" seamlesstabbing="false" type="application/x-shockwave-flash" allowFullScreen="true" swLiveConnect="true" allowScriptAccess="always" pluginspage="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Geoffrey Rush:&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PmE-0qOHKBM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PmE-0qOHKBM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista com Colin Firth - Parte 1:&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m98vZJ1_2LM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m98vZJ1_2LM?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 2:&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zGI62Mkd5OY?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zGI62Mkd5OY?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte 3:&lt;br /&gt;&lt;object height="385" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_DYTPc63z5I?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_DYTPc63z5I?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Áudio do discurso verdadeiro do Rei George VI:&lt;br /&gt;&lt;object height="505" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DAhFW_auT20?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/DAhFW_auT20?fs=1&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="505"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6737158046440778973-2598237007793525723?l=alexandremaki.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alexandremaki.blogspot.com/feeds/2598237007793525723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-kings-speech-2010.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2598237007793525723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6737158046440778973/posts/default/2598237007793525723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alexandremaki.blogspot.com/2011/01/critica-kings-speech-2010.html' title='The King&apos;s Speech (2010)'/><author><name>Alexandre Maki</name><uri>https://profiles.google.com/113758612134468973984</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh4.googleusercontent.com/-Kmn_zAza_VM/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAAZU/qCUeSmLoXYA/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TTXHtAhovbI/AAAAAAAAAWU/GaQku--1Lis/s72-c/poster-thekingsspeech.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6737158046440778973.post-1938907282799518656</id><published>2011-01-17T11:38:00.000-02:00</published><updated>2011-09-19T18:34:11.046-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filmes'/><title type='text'>Repo Men (2010)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_GQLEzL6ouHI/TRkmnm5jybI/AAAAAAAAAU4/-PL9RejmG70/poster-repomen.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Repo Men&lt;/i&gt; é uma ficção cient
